Psicologia

720 palavras 3 páginas
Cada vez mais as pessoas estão deixando de acreditar no amor e sobretudo nas relações de afeto e ouço muito por ai que o meio gay é promíscuo e isso me afeta. Acho que nós acabamos nos acomodando com a situação e não fazemos nada para reverte-la porque achamos normal.

Há anos atrás era comum a iniciação sexual de um gay ser com alguém desconhecido, em um encontro de pegação ou coisa do tipo mas, hoje se tem informação e utilizar dessa prática parece que tem se tornado um esporte. Promiscuidade não é sinônimo de homossexualidade.

Sua vida está ótima e você está aberto a conhecer um novo alguém. Conheceu um carinha super legal e a coisa tá fluindo, começam a conversar sobre seus gostos em comum e num determinado momento da conversa ele olha para você e faz aquela perguntinha. Aquela que faz você olhar para ele e se sentir um pedaço de carne ou um objeto sexual. “O que você curte?” . Dá vontade de levantar-se e ir embora mas, como não devemos agir por impulso o ideal é ser direto e dizer que não tá afim de sexo ou se você depois disso ainda está afim dele. Desconversar e falar: “Apressadinho! Um dia você descobre” .

Não estou com isso querendo ser puro, casto ou qualquer coisa do gênero até porque não tenho nada contra sexo no primeiro encontro. Acho que devemos sempre seguir o caminho que nos faz bem mas, acho que é respeito é algo que se deve ter. Um hetero chega para sua garota e pergunta : “Amor, Você curte anal? “ . Não! Então porque nas relações homossexuais o sexo tem que vir em primeiro lugar? Não tem lógica! Se for assim deveriam andar com pulseiras de identificação escritas : passivo, ativo ou versátil .

Esse tipo de atitude faz com que muitos garotos que estão descobrindo sua sexualidade após passar por isso percam as esperanças. E há tanto ainda para se viver e ver nessa vida. Não adianta reclamarmos e ficar de braços cruzados.

“Os outros só fazem com a gente o que a gente deixa... Até quando a gente deixa” ( Nany People)

Então ao invés

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