Comportamento organizacional

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Aula 5
TEMA 6 E 7
A é t ica na s ne gocia çõe s e o e nvolvim e nt o de
t e r ce ir os no conf lit o

a m e dia çã o e a r bit r a ge m e

t ipos psicológicos na soluçã o dos conf lit os

Profª. Ma. Cristiane Vinholi de Brito
1

Cont e údo da a ula : A é t ica na s ne gocia çõe s
e o e nvolvim e nt o de t e r ce ir os no conf lit o A m e dia çã o e a a r bit r a ge m
I dent if icara def inição e a import ância da ét ica nas negociações.
Compreender os comport ament os ét icos e ant iét icos no processo de
negociação.
I dent if icar o envolviment o de uma t erceira part e no conf lit o.
Def inir os conceit os e os processos de mediação e arbit ragem.
2

Cont e údo da a ula : Tipos psicológicos
na soluçã o de conf lit os
Uso dos t ipos psicológicos na solução deconf lit os.
Dif erent es habilidades ( est ilos) dos negociadores, o que int erf ere na
caract eríst ica psicológica para solução de conf lit os.
Ut ilização dessas habilidades ( est ilos) na negociação sob enf oques
diversos.

3

Envolvim e nt o de um a t e r ce ir a
pa r t e no conf lit o
Negociador
1

Estratégias
e/ou
táticas

Negociador
2

Terceira parte

Negociaçãointegrativa
4

Quiz
O que você ent ende por mediação e arbit ragem? Sabe a
diferença ent re as duas?
3 minut os.

5

1 - For m a s de e nvolvim e nt o de um a
t e r ce ir a pa r t e
N íve l de cont r ole sobr e o r e sult a do
ALTO

BAI XO

Inquisição

Mediação

Arbitragem

Negociação

N íve l de cont r ole
sobr e o pr oce sso

Fonte: LEWICKI, R. et al. Negotiation. NewYork: McGraw-Hill, 1994, p.352
6

1 - For m a s de e nvolvim e nt o de um a
t e r ce ir a pa r t e
Ret ira t oda a inf luência das part es.
O t erceiro int er vent or assume o cont role
t ant o do processo quant o do result ado.

É uma int er venção pacíf ica de acer t o de
conf lit os para produzir um acordo.

I nquisição

Mediação

A solução é sugerida, e não impost a, às
part esint eressadas.
7

1 - For m a s de e nvolvim e nt o de um a
t e r ce ir a pa r t e
O pr oce sso de m e dia çã o:
Escolha do mediador.
O mediador est abelece as regras do processo.
I dent if icação de int eresses, prioridades, desej os.
Alt ernat ivas de solução.
Acordo colaborat ivo.
8

1 - For m a s de e nvolvim e nt o de um a
t e r ce ir a pa r t e
É um processo de j ulgament ocom vere- dit o
de um árbit ro.
Decisões do ár bit ro:
obr igat ór ias ou
volunt ár ias ( regras previament e est abelecidas para as part es) .

Busca acordo que sat isfaça necessidades /
int eresses das part es.

Arbit ragem

Negociação
9

2 . D if e r e nt e s visõe s sobr e a m e dia çã o
Mét odo ext raj udicial de solução de conf lit os.
Part icipação de um t erceiroimparcial, não envolvido no processo.
Mobilização das part es a ident if icar o conf lit o.
Buscar a solução a par t ir da t ransf ormação do adversár io em
cooperador.
A mediação não é imposit iva, assim o mediador não t em poder de
decisão.
(OLIVEIRA, 2005)
10

Vídeo4

Mediação

RJ

Duração: 3m 54s

Disponível em: ttp://www.youtube.com/watch?v=c143Pr5vj_Y&feature=related
Acesso em: 16mar. 2010

11

2 . M e dia çã o
Est rut ura
da
mediação
( Câmaras de mediação e
arbit ragem, e Câmara de
Arbit ragem Europeia - CAE)

Requeriment o
Pré- mediação

Conf irmação

Não conf irmação

Escolha do mediador
Termo de mediação
Reuniões

Acordos
Ausência de Acordo
12

2 . D if e r e nt e s visõe s sobr e a r bit r a ge m
Le i n. º 9 . 3 0 7 , de 2 3 de se t e mbr o de 1 9 9 6 . - Le i de Ar bit r a ge m .
Represent a a expansão do campo de at uação do direit o pr ivado e a
consequent e dist r ibuição das f unções exercidas pelo Est ado ( Poder
Judiciário) na solução dos conf lit os.
Ar t . 3.° As par t es int eressadas podem submet er a solução de seus lit ígios
ao j uízo arbit ral mediant e convenção de arbit ragem, assim ent endida a
cláusula...
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