Miguel Arroyo Oficio De Mestre artigos e trabalhos de pesquisa

  • RESENHA DO LIVRO - OFÍCIO DE MESTRE

    LIVRO: OFÍCIO DE MESTRE IMAGENS E AUTO - IMAGENS AUTOR – MIGUEL GONZALEZ ARROYO TRABALHO APRESENTADO Á DISCIPLINA FORMAÇÃO DOCENTE, COMO REQUISITO DE AVALIAÇÃO SOLICITADO PELA PROFESSORA DAISY LARAINE MORAES DE ASSIS, ELABORADO PELO GRUPO DE ALUNOS: LEISA PERELO DE ALMEIDA, MAURÍLIO AUGUSTO MATOS DE SANTANA, ALINY RIBEIRO BASTOS, JEMIMA CARVALHO CEO, JULIET DUARTE, LUCIANA OLIVEIRA E SARLETH CEO BRANDÃO. IBICARAÍ-BA, JULHO DE 2011. Arroyo, Miguel. Oficio de Mestre...

    2023  Palavras | 9  Páginas

  • Projeto de Extens o a comunidade ARROYO

    anos de 1970 e, no Brasil, nos anos de 1980. Revelou-se, desde então, um importante balizador para a análise das relações de poder que envolvem os currículos. O próprio professor Miguel Arroyo contribuiu fortemente para o debate dessa época. Se o referido tema não é novo, qual é o acréscimo que traz o último livro de Arroyo, Currículo, território em disputa? O autor destaca que o currículo não é apenas território de disputas teóricas. Quem disputa vez nos currículos são os sujeitos da ação educativa:...

    3898  Palavras | 16  Páginas

  • arroyo

    Arroyo, Miguel. (2001). Oficio de Mestre. Imagens e auto-imagens. Petrópolis, RJ, Brasil: Editora Vozes. 250 pp.  R$ 19,00     ISBN 85 326 2407-3 Resenhado por Nilton Bueno Fischer Junho 7, 2002 Livro de um educador, com 250 páginas de depoimento reflexivo de um professor, um mestre. A resenha deste instigante livro poderia ser reduzida a esse enunciado simples, direto e também instigador porque estaria carregado de hipóteses, perguntas, dúvidas sobre 'quem é esse mestre que escreve sobre a...

    3418  Palavras | 14  Páginas

  • Análise dos capítulos 15 e 16 do livro ofício de mestre, de miguel arroyo

    GONZÁLEZ ARROYO, MiguelOficio de mestre: imagens e auto-imagens. 6.ed Petropolis: Vozes, 2002. 251p No capítulo 16, intitulado “Cultura Profissional do Magistério”, o autor inicia tecendo uma crítica a respeito de uma ideia errônea porém ainda vigente em nosso tempo: a crença de que qualquer pessoa pode ser professor, no sentido de que “para ensinar as primeiras letras qualquer um serve.”. Ele busca então estabelecer e afirmar a identidade do professor enquanto profissional, explicando a cultura...

    876  Palavras | 4  Páginas

  • Resumo do livro "ofício do mestre" - imagens e auto-imagens

    Resumo do livro "Ofício do Mestre" - Imagens e auto-imagens Miguel G. Arroyo - Editora Vozes - 2a edição Em "Ofício do Mestre", Miguel Arroyo pretende abrir um diálogo franco com professores sobre professores. Propondo reflexões, o autor traz o magistério para o centro do movimento de renovação pedagógica. Sua intenção é a de desfazer um imaginário social que minimiza o papel do mestre. É um trabalho árduo, uma vez que o próprio professor tem uma imagem confusa de si mesmo e de sua função. A...

    1086  Palavras | 5  Páginas

  • resenha oficio mestre

    1 RESUMO DE LIVROS - ARROYO, Miguel G. Oficio de Mestre ImageARROYO, Miguel G. Oficio de Mestre Imagens e Auto-Imagens. Petrpolis, Rio de Janeiro. Vozes,2000.A educao escolar um campo propcio a modas. Nossas prticas se orientam por saberes e artes aprendidas desde o bero da historia cultural e social. A Escola Plural vem tentar recuperar artes, saberes e fazeres mais perenes do oficio do magistrio, inovando no que diz respeito no dialogando com mestres da escola, estes colocados em primeiro plano...

    6121  Palavras | 25  Páginas

  • 15105 Oficio De Mestre

    Ofício de Mestre Imagens e autoimagens Miguel Arroyo 2001 Conversas sobre o Ofício de Mestre • A Pedagogia tem no seu cerne a figura e o papel do pedagogo, de alguém que aprendeu o viver humano, seus saberes e valores, os significados da cultura, a falar, a dominar a fala, a razão, o juízo. Pg.10 • Toda relação educativa será o encontro dos mestres do viver e do ser, com os iniciantes nas artes de viver e de ser gente. • A educação que acontece nas escolas tem, ainda muito de artesanal. Seus...

    1090  Palavras | 5  Páginas

  • historia

    ARROYO, Miguel Gonzalez. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000. 251 p. Gislene de Barros ( Professora e pesquisadora) Leonardo David de Morais1 Polyanna Coelho de Filippis, O livro Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens, de autoria do professor titular emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Miguel G. Arroyo, traz à luz um conjunto de reflexões, no mínimo necessárias, acerca das imagens e auto-imagens cultivadas por...

    864  Palavras | 4  Páginas

  • 244740410116

    Resumo do livro "Ofício do Mestre" - Imagens e auto-imagens Miguel G. Arroyo - Editora Vozes - 2a ediçãoEm "Ofício do Mestre", Miguel Arroyo pretende abrir um diálogo franco com professores sobreprofessores. Propondo reflexões, o autor traz o magistério para o centro do movimento derenovação pedagógica. Sua intenção é a de desfazer um imaginário social que minimiza o papeldo mestre. É um trabalho árduo, uma vez que o próprio professor tem uma imagem confusa de simesmo e de sua função. A proposta...

    1164  Palavras | 5  Páginas

  • PEDAGOGIA CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA E DA CRIANÇA

    interesse e capacitação para os professores e diretores e a sociedade valorizar melhor a educação. Bibliografia Guiomar Namo de Mello Edição Fatima Ali Agosto de 2003 Arroyo, Miguel G. (2002): Ofício de mestre: imagens e autoimagens, 6.ª ed., Rio de Janeiro, Editora Vozes. Arroyo, Miguel G. (2002): Ofício de mestre: imagens e auto-imagens, 6.ª ed., Rio de Janeiro, Editora Vozes. Furter, Pierre (1976): Educação e reflexão, 9.a ed., Rio de Janeiro, Editora Vozes. Gimeno Sacristán, José...

    563  Palavras | 3  Páginas

  • Pedagogia

    Miguel Arroyo O APRENDIZADO DO OFÍCIO APRENDENDO NAS TRANGRESSOES (OFÍCIO DE MESTRE CAPÍTULOS 09 E 10) Trabalho apresentado para nota parcial da matéria de Desenvolvimento Profissional e Ético - Profª Rosangela Pedagogia I Semestre Arienes de Jesus Alves 21701 Julia Fidelis de Oliveira 21639 Juliana Barbosa Pedroso ...

    3004  Palavras | 13  Páginas

  • Ensinar é fruto da autonomia pedagógica

    no contexto educacional. Os autores que serão utilizados para compreender esse problema de pesquisa são: Freire (2011), com o conceito da pedagogia da autonomia, bem como com a sua compreensão do papel do educador na construção da aprendizagem, Arroyo (2007) dialogando sobre as inquietações que decidem a transformação do magistério e da educação básica e Rios (2005) contextualizando a melhoria da qualidade em sala de aula através da ação de preparar o aluno para muito além de ler. Este trabalho...

    1698  Palavras | 7  Páginas

  • DESAFIO 2 SEMESTRE

    técnismo, da instrução programada e o professor fica relegado a segundo plano. Segundo Miguel Arroyo, a categoria dos profissionais da educação percebe que é atacado de vários lados: do lado das gestões democráticas modernizantes, que consideram a educação centrada no seu oficio qualificado como um lastro de tempos pré- industriais e jogaram a escola para uma comunidade difusa, amorfa. Mas ainda segundo Miguel Arroyo o ataque vem de gestões progressivas, que abrem tanto a responsabilidade social e comunitária...

    4451  Palavras | 18  Páginas

  • Transformações na educação durante arevolução burguesa

    CONTEMPORÂNEA, SEGUNDO ARROYO Miguel Arroyo em seu livro “Ofício de mestre- Imagens e auto-imagens” faz um testemunho pessoal onde trás o magistério para o centro do movimento de renovação pedagógica. Sua intenção é a de desfazer um imaginário social que minimiza o papel do mestre. É um trabalho longo e árduo, uma vez que o próprio professor tem uma imagem confusa de si mesmo e de sua função. Arroyo tem a proposta de discutir sobre a reconstrução do perfil do mestre. Este processo implica...

    1513  Palavras | 7  Páginas

  • Educação e Cidadania: Quem educa o cidadão?

    Ester; ARROYO, Miguel; NOSELLA, Paolo. Educação e Cidadania: Quem educa o cidadão? 10ª ed. São Paulo, Cortez, 2002. 95p. ESTER BUFFA - doutora em educação pela Université René Descartes, Paris V, Sorbonne. Professora titular aposentada de História da Educação – Universidade Federal de São Carlos. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Uninove. Publicou Ideologias em Conflito: Escola Publica e Escola Particular, e em co-autoria A Educação Negada. MIGUEL ARROYO - mestre em Ciência...

    1626  Palavras | 7  Páginas

  • edital Concurso Coronel Fabriciano

    Direitos e o Currículo – Miguel Gonzalez Arroyo • Caderno 3 – Currículo, Conhecimento e Cultura – Antônio Flávio Barbosa Moreira e Vera Maria Candau • Caderno 4 – Diversidade e Currículo – Nilma Lino Gomes • Caderno 5 – Currículo e Avaliação – Cláudia de Oliveira Fernandes e Luiz Carlos de Freitas • Ofício de Mestre. Miguel Gonzalez Arroyo – 7ª edição – Editora Vozes • Imagens quebradas – trajetórias e tempos de alunos e mestres. Miguel Gonzalez Arroyo – Editora Vozes • Currículo...

    829  Palavras | 4  Páginas

  • Pratica educativa na sociedade contemporânea

    condições de realizar um projeto de vida e de sociedade melhor. Se a pedagogia se propõe a capacitar os seres humanos para ir além de suas predisposições “inatas”, devem transmitir “a caixa de ferramentas” que a cultura tem desenvolvido para fazê-los (ARROYO, 2000, pg 181). No processo que envolve a tecnologia, mais importante que a produção que se faz a partir do uso dos meios, são as relações que os sujeitos/atores sociais estabelecem nesse processo de construção. O diálogo, o comunicar, a expressão...

    787  Palavras | 4  Páginas

  • TG Praticas pedagógicas orientações escolares e não escolares

    2007, p.50) Segundo Arroyo 2000 [...] os aprendizes se ajudam uns aos outros a aprender, trocando saberes, vivências, significados, culturas. Trocando questionamentos seus, de seu tempo cultural, trocando incertezas, perguntas, mais do que respostas, talvez, mas trocando. (ARROYO, 2000, p 166) Referências Bibliográficas PIAGET, Jean. Para onde vai à educação. Rio de Janeiro. José Olímpio, 2007 ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre: imagem e auto-imagens....

    550  Palavras | 3  Páginas

  • PORTFOLIO FUNDAMENTOS HISTORICOS DA EDUCACAO

    diversas, como CNE/CP nº: 5/2005, LDB (9394/96) e os Conversas sobre o Ofício de Mestre. Ofício de Mestre Imagens e auto imagens. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2000, p.17-26; Os desafios da formação docente. Educar, Curitiba, n.18, p.221-230, 2001. Editora da UFPR; História das disciplinas escolares: reflexão sobre um campo de pesquisa. Teoria e educação, 2, 1990, p. 177-229. Os autores usados como referência são Miguel Arroyo, Carlos Roberto Jamil Cury, André Chervel, Clarisse Nunes. O conceito...

    749  Palavras | 3  Páginas

  • A historia do trabalho docente

    categoria. Influenciados pela igreja, os professores tinham prestigio social, autonomia e ontrola de seu trabalho, e que esses vão se perdendo quanto mais se profissionaliza. Segundo Arroyo até o século passado o professor era o “o mestre do oficio o de ensinar, muito integrado com a comunidade e tinha total dedicação ao oficio , a disponibilidade e prontidão era essa a imagem do profissional. O desenvolvimento do trabalho docente e de um sistema de ensino publico são baseados no pensamento liberal e laico...

    1503  Palavras | 7  Páginas

  • Inserção de um novo ensino: como mudar o ensino básico não apenas mudando seu nome?(

    Inserção de um novo ensino: como mudar o ensino básico não apenas mudando seu nome?(pp. 143-162). ARROYO, Miguel g. CICLO DESENVOLVIMENTO CICLO DE HUMANO E FORMAÇÃO DE EDUCADORES. Minas Gerais: Educação & Sociedade, ano XX, nº 68, Dezembro/99. O autor levanta uma discussão que percorre anos, a educação básica deve mudar? Como? Pra onde? Vivendo o dia-a-dia nas escolas o autor identifica apenas uma mudança. O nome. Se chamava primeira a quarta série e agora se chama primeiro ciclo. ‘’ Os...

    537  Palavras | 3  Páginas

  • Estrutura do sistema de ensino federal, estadual e municipal

    1 RESUMO DE LIVROS - ARROYO, Miguel G. Oficio de Mestre: Image ARROYO, Miguel G. Oficio de Mestre: Imagens e Auto-|Imagens. Petrópolis, Rio de Janeiro. Vozes,2000. A educação escolar é um campo propício a modas. Nossas práticas se orientam por saberes e artes aprendidas desde o berço da historia cultural e social. A Escola Plural vem tentar recuperar artes, saberes e fazeres mais perenes do oficio do magistério, inovando no que diz respeito no dialogando com mestres da escola, estes colocados...

    3127  Palavras | 13  Páginas

  • Passo 11

    a imagem social do docente até os dias de hoje. Profissionalização docente: entre vocação e formação Na elaboração das normas e dos valores da profissão. O autor ainda acrescenta “mesmo quando a missão de educar é substituída pela prática de um ofício e a vocação cede lugar à profissão, as motivações originais não desaparecem” (NÓVOA, 1999, p. 16).  Para o autor, são três os fatores históricos que contribuem significativamente para a consolidação da imagem social de que desfruta a profissão docente...

    1929  Palavras | 8  Páginas

  • Profissionalização docente: entre vocação e formação

    e Cultura | v. 16 | n. 2 | jul./dez. 2011 Profissionalização docente: entre vocação e formação na elaboração das normas e dos valores da profissão. O autor ainda acrescenta “mesmo quando a missão de educar é substituída pela prática de um ofício e a vocação cede lugar à profissão, as motivações originais não desaparecem” (NÓVOA, 1999, p. 16).  Para o autor, são três os fatores históricos que contribuem significativamente para a consolidação da imagem social de que desfruta a profissão docente...

    5735  Palavras | 23  Páginas

  • A docência como ato de amorosidade

    questão, ou era “vocação das pessoas” – resposta ainda bastante utilizada – o amor pela 1 Graduada em História pelo Centro Universitário Católico do Sudoeste do Paraná, UNICS, Especialista em Didática e Metodologia de Ensino Superior pelo ESAP e Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUCPR, Professora do Colégio SESI e do Colégio Bom Jesus. camila_zanella@hotmail.com. Rua Xingu 345, centro, Pato Branco. Paraná. 2 Usa-se aqui o termo jovem, pois é quase no final da adolescência...

    4026  Palavras | 17  Páginas

  • Análise do trabalho do professor de educação infantil na escola pública e na escola privada. como deve ser o trabalho do professor com esta faixa etária?

    III), que teve início no IV semestre, com o objetivo de abordar a análise das metodologias usadas pelo professor de educação infantil da rede particular e municipal. Para o desenvolvimento desta pesquisa foram utilizados os seguintes teóricos: Miguel Arroyo (2000), Julia Formozinho (2002), Bassedas (1999), Gil (1946), Julio Emílio (2000), entre outros que discutem o trabalho do profissional de educação infantil. A metodologia é de abordagem qualitativa do tipo pesquisa de campo, realizada em uma escola...

    2629  Palavras | 11  Páginas

  • O educador do campo e a docência: práticas e saberes em constituição ana luiza carvalho furlan[1] resumo: o processo de ensinar e de aprender de cada educador é voltado na preocupação com a formação de pessoas humanas

    objetivo deste artigo é refletir sobre o papel do educador em atuação na escola do campo. A metodologia utilizada é a qualitativa, de cunho bibliográfico. Para tanto, os fundamentos teóricos que possibilitam conduzir esta discussão são Caldart (2000), Arroyo (2000), Freire (1999), Dossie (2005), Libanêo (1994), entre outros.                                                 PALAVRAS-CHAVE: Prática pedagógica. Coletividade. Humano.   1. Introdução                     O presente artigo foi...

    2266  Palavras | 10  Páginas

  • O bom professor

    PROFESSOR Nilma Fernandes do Amaral Santos (UnU Jaraguá-UnUCSEH/UEG) INTRODUÇÃO Dos corredores da escola às atuais publicações, se discute o papel do professor e suas características ou saberes, que o fazem um “bom” profissional no exercer de seu ofício. A necessidade de ouvir o próprio professor dizer as características que o tornam “bom”, vem nos possibilitar dados para compreender a sua auto-imagem e assim analisar coerências e incoerências com obras já publicadas. Refletir sobre essa problemática...

    1825  Palavras | 8  Páginas

  • A importancia da realizacao e dinamico pedagogico para obtencao do conhecimento cientifico e literario

    levando-os então a um estado de estranhamento e os segundos que diante de tais situações não sabem como agir, se fingem que não estão percebendo tais coisas ou se vão à “luta” e partem para a “transgressão”. Para Arroyo (2000), a reinvenção do ofício de mestre que ao longo de todo esse período de transformações sociais e educacionais tem sofrido para se auto definir, para construir sua própria identidade. Esse tipo de material didático reflete a falta de interesse do governo, instituição...

    2360  Palavras | 10  Páginas

  • Xadrez como método de aprendizagem

    para o estudo do desenvolvimento humano, suas teorias e implicações na compreensão da criança e do adolescente. Fernando Wolff Mendonça, graduado em fonoaudiologia (PUC-PR), graduado em pedagogia (UFPR), especialista em pedagogia terapêutica (UTP), mestre em educação (UFPR). Ercília Maria Angeli Teixeira de Paula, graduada em pedagogia (Unicamp), mestra em educação (USP), doutora em educação (UFBA). 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) 14) 15) A psicologia do desenvolvimento e a educação infantil...

    2925  Palavras | 12  Páginas

  • a importância da familia na escola

    assim, o que se vê hoje são crianças chegando a escola e desenvolvendo suas atividades escolares sem qualquer apoio familiar.  Entretanto é fundamental ter parceria de ambos as partes, ser perseverante nessa longa jornada. como diz ARROYO (2000):       Vale a pena ressaltar que, é essencial a participação da família na escola para o crescimento e progresso desse individuo.    12  7-METODOLOGIA   ...

    1769  Palavras | 8  Páginas

  • estagio

    2) PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores : unidade teoria e prárica. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2001. 3) NEIRA, M.G.. Por Dentro da Sala de Aula : conversando sobre a prática. 1ª ed. São Paulo: Phorte, 2004. 4) ARROYO, Miguel. Ofício de mestre imagens e auto-imagens. 9ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. 5) LUDKE, Menga,. Professor e a Pesquisa. 1ª ed. Campinas: Papirus, 2001. Periódico: Faculdade Santa Terezinha (FST) 1) ANUÁRIO DE PRODUÇÃO ACADÊMICA DISCENTE. Valinhos:...

    771  Palavras | 4  Páginas

  • Pedagogia

    objetivo focalizar o valor pedagógico das histórias infantis nos primeiros anos de uma criança. Para o presente artigo foram utilizados livros de FANNY ABRAMOVICH (2001) MARIA INÊS (2005) VÂNIA MARIA RESENDE (2001) REVISTA DO PROFESSOR (1998) MIGUEL G. ARROYO (2000). Foram os referênciais citados acima escolhidos pra análise que possibilitou a perceber que o hábito de contar e ouvir histórias constitui um precioso instrumento para o relacionamento professor/aluno, tratando-se de um momento de aproximação...

    2236  Palavras | 9  Páginas

  • Pr Projeto II Gabriell Salvo Automaticamente

    br/textos/blog-redacao/quatro-olhares-sobre-educacao-240014-1.asp - Revista Educação BIBLIOGRAFIAS - MARTINS FILHO 1998. FILHO, M. J. A família como espaço privilegiado para construção da cidadania 1998. p.13 - ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre, 200, pag 166 -(PIAGET, 2007, p.50) - SZYMANSKI, Heloisa. – A relação família e escola. - FREIRE, Paulo- 2000: 29 - PARO, Vitor Henrique (1997.p.28). O caráter administrativo das práticas cotidianas na escola pública. - Vygotsky...

    752  Palavras | 4  Páginas

  • Memorial de formação

    constitui-se num espaço dedicado à construção do conhecimento e à formação profissional. Acredito que para ser professor nos dias atais tem que ter em primeiro lugar amor a profissão e isto tenho ate de mais. 05 5.REFERÊNCIAS ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: Imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000....

    1051  Palavras | 5  Páginas

  • Prática de ensino

    sempre é ele o grande  ?problema?. Urge, nessa perspectiva de pensamento, possibilitar  novas fronteiras de análises, abrir o coração para mudança, transformação, reflexão, construção, e, principalmente, para a educação. Referências ARROYO, Miguel. Ofício de mestre. Imagem e auto-imagem. Petrópolis, RJ : Vozes, 2001. CANDAU, Vera Maria. Nas teias da Globalização. Cultura e educação. IN : CANDAU, Vera Maria ( Org). Sociedade, educação e cultura(s) : Questões e propostas.2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes...

    2964  Palavras | 12  Páginas

  • Formação continuada de professores

    Mônica Cristina. As vicissitudes da formação docente em serviço: a proposta reflexiva em debate. Educ. Pesqui. São Paulo, v. 27, n. 2, jul./dez. 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo>. Acesso em: 10 abr. 2006. ARROYO, Miguel Gonzáles. Ofício de Mestre: Imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000. _____. Educação de jovens-adultos: um campo de direitos e de responsabilidade pública. In: SOARES, Leôncio; GIOVANETTI, Maria Amélia; GOMES, Nilma Lino (Org). Diálogos na educação...

    1290  Palavras | 6  Páginas

  • A ANGÚSTIA DOCENTE E O DESEMPENHO PROFISSIONAL: UM OLHAR SOBRE A SÍNDROME DE BURNOUT

    (família, gestão escolar, alunos) e por isso não se sente confiante para realizar seu trabalho. Dessa forma sente desmotivado e até desorientado por tamanha responsabilidade que o mundo contemporâneo traz para o campo da educação. Por outro lado Arroyo (1985 apud DINIZ PEREIRA, 2006 ) faz uma crítica à formação profissional da escola, que não oferece uma formação contínua e nem seguem com teorias absorvidas. Com isso a prática do dia-a-dia acaba na mesmice, onde o profissional é desfigurado e acaba...

    2853  Palavras | 12  Páginas

  • Função escolar e docente

    para questionar a realidade que a ele se apresenta para então promover mudanças sociais. Explicando melhor, apóia.se nas palavras do autor: É preciso ser desrespeitoso, inicialmente, consigo mesmo, com a pretensa imagem do homem educado, do sábio ou mestre. E é preciso desrespeitar também esses monumentos da pedagogia, da teoria da educação, não porque não sejam monumentos, mas porque é praticando o desrespeito a eles que descobriremos o que neles podemos amar e o que devemos odiar. [...]. Nessas...

    1243  Palavras | 5  Páginas

  • Síntese de Miguel Arroyo no Fórum Regional de Pesquisas e Experiências em Proeja.

    DOCENTE: SANDRA MARINHO DISCENTE: CAMILA ANDRADE SÍNTESE SOBRE PALESTRA DE MIGUEL ARROYO A palestra foi realizada em setembro durante o Fórum Regional de Pesquisas e Experiências em Proeja, que ocorreu no Cefet Minas Gerais. Arroyo Inicia sua fala com duas questões: Por que o interesse do proeja como políticas publicas e por que tem gerado muitas polemicas? Por que o direito à educação sempre foi tão limitado? Segundo Arroyo, uma das causas seria porque o direito a educação sempre foi tão limitado...

    556  Palavras | 3  Páginas

  • CONDIÇÃO DOCENTE NAS ESCOLAS DE EDUCAÇAO BÁSICA DE DIAMANTINA (MG)

    Pois entendemos que as especificidades das condições de trabalho na escola também interferem na constituição da identidade do docente. O ofício docente é extremamente 1 Aluna do Curso de Bacharelado em Humanidades, UFVJM, Iniciação Científica. Aluna do Curso de Bacharelado em Humanidades, UFVJM, Iniciação Científica. 3 Professor Adjunto da UFVJM, Mestre e Doutor em Educação pela UFMG. 2 heterogêneo, esse processo de heterogeneidade perpassa desde as condições de formação até as desigualdades...

    4606  Palavras | 19  Páginas

  • MEU TRABALHO

    poder auxiliar as crianças a se desenvolver fisicamente, mentalmente e socialmente,para mim ser professora de crianças é um dom,e eu acho que vim com ele. Essas respostas nos faz refletir um pouco sobre o assunto da vocação para o magistério. Miguel Arroyo (200) acredita que a idéia de vocação para o magistério não seria tão somente um resquício de uma visão religiosa que perdura no imaginário social e na auto-imagem, antes essa idéia poderia estar presente no próprio conceito de profissão, de professor...

    2625  Palavras | 11  Páginas

  • Texto: hauser, arnold. “o estatuto social do artista da renascença”. são paulo, mestre jou, p.416 - 453.

    RESUMO Texto: HAUSER, Arnold. “O Estatuto Social do Artista da Renascença”. São Paulo, Mestre Jou, p.416 - 453. O Estatuto Social do Artista da Renascença No inicio dos quatrocentos os artista eram considerados ainda artesãos.Suas origens e seus conhecimentos intelectuaisnão os diferenciavamde qualquer outro elemento da pequena burguesia do inicio do Renascimento (séculos XIII ao XV). Impulsionado pelo desenvolvimento do Renascimento surge um grande aumento de encomendas de obras de arte...

    1875  Palavras | 8  Páginas

  • A escola e seu papel na atualidade

    olhar para os professores com um olhar diferente e tentar atribuir a ele a valorização que a ele é merecida não só nós como sociedade mas também o estado como o detentor do poder. A educação transforma seres! REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre. 2. Ed. Petrópolis: Vozes, 2000. COLL, Cesar. Psicologia e Currículo. São Paulo: Ática, 1996. FREIRE, Paulo. Ética, utopia e educação. Petrópolis: Vozes, 1999. SACRISTAN, J.Gimeno ; GOMES, A.I.Peres. O Currículo: Os Conteúdos do Ensino...

    1633  Palavras | 7  Páginas

  • A interdisciplinaridade na educação infantil através das artes

    condições técnicas da escola) BIBLIOGRAFIA ALVES, Rubem. O papel do professor. Disponível em:< http://www.youtube. com/watch?v=_OsYdePR1IU&feature=player_embedded#!>. Acesso em:19 jun. 2012 ARROYO, Miguel G. Oficio de Mestre: imagens e auto-|Imagens. Petrópolis, RJ. Vozes, 2000. CARLOS, Jairo Gonçalves. Interdisciplinaridade no Ensino Médio: desafios e potencialidades. Disponível em: < http://pt.scribd. com/doc/19046471/ Interdisciplina ridade-o-que-e-isso>...

    1521  Palavras | 7  Páginas

  • O papel do supervisor na escola inclusiva

    O trabalho do supervisor na construção dessa escola inclusiva será o principal objetivo desse artigo, conscientizando sobre a importância da preparação de todos na construção do conhecimento em educação especial, enfocando os diversos autores como Arroyo ( 2000), Bueno ( 2006), Esteves (1990), dentre outros que analisam os fundamentos filosóficos e teóricos da educação especial para que toda a escola possa compartilhar experiências que são determinantes no ensino aprendizagem. Assim cabe ao supervisor...

    3203  Palavras | 13  Páginas

  • artigoA FORMAÇÃO DO PROFESSOR E AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NA SALA DE AULA

    anuncia Miguel Arroyo. Finalizamos nossa reflexão ressaltando a importância do estímulo à produção e à reflexão sobre a utilização das histórias em quadrinhos em sala de aula, por parte de todos os agentes envolvidos nos processos educativos, nos diferentes níveis e contextos de atuação. A nosso ver, tal mobilização estará contribuindo para a formação de novos artistas, novos designers, novos publicitários, novos quadrinistas e, por que não, novos professores? 10 REFERÊNCIAS ARROYO, Miguel G. “A...

    3568  Palavras | 15  Páginas

  • O papel do supervisor na escola inclusiva

    O trabalho do supervisor na construção dessa escola inclusiva será o principal objetivo desse artigo, conscientizando sobre a importância da preparação de todos na construção do conhecimento em educação especial, enfocando os diversos autores como Arroyo ( 2000), Bueno ( 2006), Esteves (1990), dentre outros que analisam os fundamentos filosóficos e teóricos da educação especial para que toda a escola possa compartilhar experiências que são determinantes no ensino aprendizagem. Assim cabe ao supervisor...

    3232  Palavras | 13  Páginas

  • Relatorio de estagio 2

    observadas e analisadas, durante o período do estágio, foram interessantes e instrutivas para todos. Referências Bibliográficas. ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: Gostosuras e Bobices. Scipione . 5. ed. São Paulo 2001. ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Vozes. 6. ed. Petrópolis .RJ. 2000. CUNHA, Maria Antonieta. Literatura Infantil Teoria e Pratica. 2. ed.1984 Manual dos Estágios: Pedagogia EAD [Obra] organizada pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)...

    1170  Palavras | 5  Páginas

  • Resenha do texto “Diversidade” De Miguel Arroyo

    Resenha do texto “Diversidade” De Miguel Arroyo De acordo com o currículo Lattes, possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1970), mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (1974) e doutorado (PhD em Educação) - Stanford University (1976). É Professor Titular Emérito da Faculdade de Educação da UFMG. Foi Secretário Adjunto de Educação da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, coordenando e elaborando...

    1070  Palavras | 5  Páginas

  • Resenha do texto Educação e Humanização - Paulo Freire

    maior parte do tempo e do espaço escolar, tornando-se monótonos, tanto para os docentes quanto para os alunos. “A palavra ‘grade curricular’ é apropriadíssima. Quem está atrás das grades tem pouco a pesquisar e refletir a não ser como delas sair”. (Arroyo, 2002, p. 74) Ainda hoje, muitos professores parecem estar mais preocupados em “vencer conteúdos” do que trabalhar a vida, principalmente a humana na sua complexidade multidimensional, como o “conteúdo” principal, ligando todos os demais saberes...

    4595  Palavras | 19  Páginas

  • Responsabilidade social e profissional do professor

    temas tratados na tese de doutorado defendida na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) pelo coordenador do curso de Ciências Contábeis da Unisc (Universidade de Santa Cruz do Sul), Irineu Afonso Frey.  Frey é formado em Ciência Contábeis e mestre em Desenvolvimento Regional pela própria Unisc. Ele conta que sua preocupação com o lado social das empresas começou na época do mestrado. "Quando eu ingressei no doutorado, inicialmente iria trabalhar com outro tema, mas o meu orientador achou mais...

    3309  Palavras | 14  Páginas

  • relatorio de estagio I

    graças a uma reflexão conjunta (e recíproca) entre o aluno-mestre e o professor ou o tutor. Nesta perspectiva da racionalidade prática, o supervisor do estágio deve ser: [...] responsável pela formação prática e teórica do futuro professor, deve ser capaz de actuar e de reflectir sobre a sua própria acção como formador. Deve perceber que a sua intervenção é uma prática de segunda-ordem, num processo de diálogo reflexivo com o aluno-mestre sobre as situações educativas. Integrado ao paradigma...

    6622  Palavras | 27  Páginas

  • Ofeb

    Ciclos de Desenvolvimento Humano e Formação de Educadores Miguel G. Arroyo * RESUMO : Os ciclos não são mais uma proposta isolada de algumas escolas, a nova LDB os legitimou e estão sendo adotados por muitas redes escolares. Este texto se pergunta pelo tipo de profissional que está sendo formado nessa modalidade de organização do trabalho pedagógico. A reflexão está estruturada em duas partes. A primeira reflete sobre o caráter formador do repensar das concepções e práticas de formação que acontecem...

    7576  Palavras | 31  Páginas

  • Livro Completo Juventude E Ensino Medio 19082014

    43 Seção 1 O Ensino Médio no Brasil Repensar o Ensino Médio: por quê? Miguel G. Arroyo P. 53 Uma roda de conversa sobre os desafios do Ensino Médio Nora Krawczyk P. 75 Seção 2 Juventude e escola Juventude e ensino médio: quem é este aluno que chega à escola Juarez Dayrell e Paulo Carrano P. 101 Wivian Weller P. 135 Seção 3 Juventude, escola e seus currículos Os jovens, seu direito a se saber e o currículo Miguel G. Arroyo P. 157 Jovens no Ensino Médio: qual o lugar do trabalho? Maria Carla Corrochano...

    100596  Palavras | 403  Páginas

  • Construção do coletivo na sala de aula

    a educação como um processo dinâmico, reflexivo e contínuo, toda contribuição e troca efetuada só poderão fazer da escola um espaço de crescimento e transformação.” (Sara Paín) Referências bibliográficas • • ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre: mestre imagens e autoimagens. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. BOFF, Leonardo. Saber cuidar: cuidar a ética do humano compaixão pela Terra. Petrópolis: Petrópolis: Vozes, 1999. ...

    2136  Palavras | 9  Páginas

  • FAMÍLIA E ESCOLA: DE MÃOS DADAS EM BUSCA DE UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

    a cada dia, alternativas para percorrer os caminhos do processo ensino-aprendizagem. Considerando que o contato permanente com a comunidade tanto intra-escolar quanto extra-escolar é inerente à prática educativa. 1 2 Profª Adjunta da UFSM, Mestre e Doutora em Educação. Aluna do Curso de Pedagogia Anos Iniciais do Centro Universitário Franciscano- UNIFRA. 2 Destacamos como foco de estudo o estreitamento das relações interpessoais entre família e instituição escolar, para um melhor...

    4573  Palavras | 19  Páginas

  • A DESVALORIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE

    também durante muito tempo foi usada como uma forma de poder da classe dominante, só os mais favorecidos podiam estudar e serem preparados para exercer o poder, os menos favorecidos sempre foram excluídos desse processo. O professor era chamado de mestre e sábio, considerado autoridade detentora do saber e de cultura, respeitado por toda sociedade e igualado a juízes e prefeitos era destinado a lecionar para os filhos da burguesia. Como ressalta o professor Herman Jankovitz, Diretor do Promagister...

    5908  Palavras | 24  Páginas

  • Atividades

    você! José Manuel Moran Diretor-Geral de EAD Universidade Anhanguera – Uniderp Thais Sousa Diretora de Desenvolvimento de EAD Universidade Anhanguera – Uniderp 6 Caro Aluno, Este Caderno de Atividades foi elaborado com base no livro ARROYO, Miguel G. Currículo, território em disputa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. Livro-Texto 612. Roteiro de Estudo Profa. Cristina Miyuki Hashizume Projeto de Extensão à Comunidade Este roteiro tem como objetivo orientar seu percurso por meio dos materiais...

    20213  Palavras | 81  Páginas

  • A realidade da eja no brasi

    Educação de Jovens e Adultos no Brasil é conhecer a história de luta como afirma Pereira (2005) de muitos grupos religiosos, associações sindicais, de moradores e outros que tiveram em Paulo Freire seu principal viés condutor. Como já dizia Arroyo (2006, p.15) “o campo da Educação de Jovens e Adultos tem uma longa história”, e, ao longo dessa história, verificou-se a grande dificuldade que os programas destinados à educação de adultos tiveram, e ainda têm, de cumprirem seus objetivos. Na história...

    4843  Palavras | 20  Páginas

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