Maquiavel - principe resumo

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SUMARIO:
1. INTRODUÇÃO
2. O AUTOR E O CONTEXTO HISTÓRICO DA OBRA
3. CAP.XVI – DA LIBERDADE E DA PARCIMONIA
4. CAP.XVII – DA CRUELDADE E DA PIEDADE
5. CONCLUSÃO
6. REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA



1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo realizar uma breve síntese acerca de dois capítulos da Obra – O PRINCIPE de Maquiavel, sendo estes, os capítulos que tratam respectivamente, DaLiberdade e da Parcimônia e Da Crueldade e da Piedade. Os capítulos trazem a visão do autor, em como o príncipe deverá agir para tratar das finanças do reino e obter poder e respeito dos seus súditos.
O Príncipe, escrita de 1513 a 1516, foi publicada postumamente, em 1532. A obra estabelece uma série de conselhos ao príncipe, para que este chegue ao poder, mesmo que por meio de açõesautoritárias, no interesse do Estado. Foi dado ao Príncipe Lorenzo de Médice como um presente, envolve experiência e reflexões do autor, onde ele, analisa a sociedade de maneira fria e calculista e não mede esforços quando trata de como obter e manter o poder. Suas estratégias tomam os homens como são, não como deveriam ser. A Preocupação maior de Maquiavel é falar sobre o Estado, não o melhor Estado, aqueletantas vezes imaginado, mas que nunca existiu, mas o Estado real, capaz de impor a ordem. Maquiavel mostra a sua preocupação em analisar acontecimentos ocorridos ao longo da história, de modo a compará-los à atualidade de seu tempo.



2. O AUTOR E O CONTEXTO HISTORICO DA OBRA

Cabe breve apresentação deste magnífico autor e toda a complexidade do contexto histórico em que esta Obra foiconcebida: “Niccolò Machiavelli, ou Maquiavel, (1469-1527) foi escritor, diplomata, e pensador político, nascido e falecido em Florença. De origem relativamente modesta, conseguiu fazer carreira pública, após a expulsão dos Medici, em 1494. Executou missões junto a diversos Estados italianos, progredindo rapidamente na carreira, dirigiu freqüentemente negociações de grande responsabilidade.Maquiavel ilustrou a política renascentista de constituição de Estados fortes, com a superação da fragmentação do poder, que caracterizara a idade média” .
A vida de Maquiavel cobriu o período de maior esplendor cultural de Florença, assim como o do seu rápido declínio. Este período, marcado pela instabilidade política, pela guerra, pela intriga, e pelo desenvolvimento cultural dos pequenos estadositalianos, assim como dos Estados da Igreja, caracterizou-se pela integração das rivalidades italianas no conflito mais vasto entre a França e a Espanha pela hegemonia europeia, que preencherá a última parte do século XV e a primeira metade do século XVI.
“Diante deste conturbado cenário político, Maquiavel não fala sobre o estado em termos éticos, mas sim em termos cirúrgicos. Acreditava que asituação italiana era desesperada e que o estado Florentino estava em perigo, para tanto, Maquiavel preocupou-se genuinamente em curar o estado para o tornar mais forte. Ao falar sobre os povos revoltados, Maquiavel não preocupa-se com a ética, mas com os resultados, quando defende que os povos revoltados devem ser amputados antes que infectem o estado inteiro” .



3. CAP.XVI – DA LIBERDADE EDA PARCIMONIA
Neste capítulo Maquiavel orienta como o príncipe deve administrar suas finanças, porém inicia o capítulo fazendo uma ressalva quanto ao termo “liberal” quando assim enuncia: “Começando, pois, com os primeiros dos já referidos atributos, digo que seria um bem o ser havido como liberal. Contudo, a liberalidade, usada por forma que se torne conhecida de todos, te prejudica, porque, seusada virtuosamente e como se a deve usar, ela não se torna conhecida e não conseguirás tirar de cima de ti a má fama do seu contrário”. Preocupa-se em pormenorizar sua visão dos fatos, para o completo entendimento do príncipe, assim para se fazer claramente entender, ele usa de exemplos e busca sempre uma linguagem objetiva e direita.
A respeito das finanças, ressalva que se o príncipe fizer...
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