Estudo de caso

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I – LEVANTAMENTO DE DADOS



um acidente IDENTIFICAÇÃO

Nome R. S.

Unidade 4ºH Quarto 404-2 Leito 14

Sexo Feminino Idade 32.

Nascimento 14/03/1980

Casada, três filhos de parto normais, cozinheira, com ensino médio completo, residente de São Vicente.

Diagnóstico médico Fratura de Tíbia D e celulite

Histórico: Paciente relata que sofreu de colisão com um carro estando demoto, o fato ocorreu em 01/01/2011, o motorista do carro estava alcoolizado não prestou socorro evadindo se do local da cena. A paciente sofreu fratura exposta em Tíbia D com perda de tecido muscular e ósseo , rompimento de tendões, hemorragia. Foi socorrida pelo SAMU e encaminhada para o pronto socorro de São Vicente logo após transferida para Santa Casa de Santos levada diretamente para tomografiaque identificou fratura em 4 vertebras (c2,c3,c4 e c5), encaminhada para o CC de urgência, após foi transferida para ala 2°I onde permaneceu por três meses fez duas trocas de fixadores externos no decorrer deste tempo e também manteve colar cervical por todo tempo e inicio as sessões de câmera hiperbárica 40 ao total. Em 20 de março recebeu alta com fixador definitivo Ilizarove e ferida traumáticaaberta devido perda dos tecidos, sangramento e fixador no local, não pode suturar. Como orientação de alta realizava curativo em casa, ( Rifocina nos pinos, furacin alterando com sulfadiazina, drenison nas bordas, colagenase na ferida)realizado por sua cunhada enfermeira.Continuo com as sessões de hiperbárica até que fechou a ferida e manteve somente Dersani no local. Teve mais duas internaçõesrápidas de 4 dias para revisão de pinos.

Hoje na 4° internação por motivo de celulite em local da fixação, encontra se consciente, orientada,calma, deambulado com auxilio de muletas, corada, hidratada, não aceitou desjejum. Mantendo AVP salinizado em fossa cubital E salinizado e sem sinais flogistícos e fixação Ilizarove em Tíbia D com aspecto seco, depressões na pele, cicatrizaçõesdiversas e com dermatite ocre em terço inferior da tíbia e pé e folga em dois pinos inferiores.

AC: BCRNF 2T S/S

AP: MV + S/R

AB: RHA diminuídos, abdomem flácido,timpânico, indolor a palpação.

Refere eliminações fisiológicas presentes. Queixa se de algia em Mid.




.









































II –FUNDAMENTAÇÃO DA PATOLOGIA

CID

Fratura Cominutiva

Fratura é a ruptura da continuidade do osso, ocorre se o osso for submetido a um estresse maior que conseguiria suportar. Pode haver lesão de outros órgãos, músculos, nervos, tendões, articulações e vasos sanguíneos, ocasionados por: Impacto direto, Força de esmagamento, Movimento súbito de torção, Contração muscular.
Numa fraturapodemos ter as seguintes manifestações clínicas: dor, perda da função, deformidade, encurtamento, movimento falso, crepitação, edema, equimose, parestesia, e hipersensibilidade. O diagnóstico de uma fratura depende dos sinais físicos e sintomas do paciente e de um exame radiográfico. (SMELTZER e BARE, 2005).
Tipos de Fraturas segundo Smeltzer e Bare (2005) os tipos específicos de fraturas sãoos seguintes:




• Completa: quando ocorre uma quebra em todo o perímetro do osso.
• Incompleta: onde apenas parte do perímetro ósseo é lesionado.
• Avulsão: é um arrancamento para fora de um fragmento do osso por um ligamento ou tendão e sua inserção.
• .Cominutiva: o osso foi quebrado em vários pedaços.
• Composta: em que a lesão também envolve pele oumucosas.
• Compressiva: onde o osso foi comprimido (comum em vértebras)
• Deprimida: os fragmentos são direcionados para dentro (comum em ossos do crânio e faciais).
• Espiralada: em torção ao redor da diáfise do osso.
• Galho-verde: um lado do osso está quebrado e o outro está inclinado Impactada: em que um fragmento ósseo é direcionado para dentro de outro fragmento...
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