Desafio de aprendizagem filosofia

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Patrícia Danielle Silva/286560
Raquel Molina De Arruda/300582

TÍTULO

Desafio de aprendizagem da Disciplina de Fundamentos Filosóficos da Educação do Curso de Pedagogia 2° semestre da Universidade Anhaguera-Uniderp.

Campo Grande/MS
2011
Introdução

É relevante analisar alguns aspectos da infância na idade média até a infância na sociedadecontemporânea. Além de discutir e realizar algumas reflexões em relação à necessidade de superação e melhoria da qualidade de vida infantil.

Os significados da infância são construídos socialmente. Isto significa que esses significados nem sempre foram os mesmos e as modificações ocorreram e ocorrem por determinações culturais e mudanças estruturais na sociedade. O conceito deinfância tem evoluído através dos séculos, a infância atual na escola caracteriza-se como um grande desafio da educação nacional, atingindo não somente as instituições públicas, mas também os colégios particulares.

Hoje o professor não pode ser visto como o único responsável pelo aprendizado e pela educação da criança, pois todos nós temos função de educadores. É indispensávela discussão sobre a importância de uma abordagem que reflita sobre a infância e a educação infantil.

Desenvolvimento

1. A infância na idade média

Na Idade Média não havia clareza em relação ao período que caracterizava a infância. Muitos se baseavam pela questão física e determinava a infância como o período que vai do nascimento dos dentes até os sete anos de idade. Apartir dessa idade, ela passava a conviver definitivamente com os adultos. Acompanhava sempre o adulto do mesmo gênero e fazia o mesmo que eles: trabalhava, freqüentava ambientes noturnos, bares etc.

Ainda não havia o conceito de escolas. O que existia eram as salas de estudo livres, freqüentadas por qualquer pessoa que necessitasse aprender a ler e escrever. Crianças, adolescentes eadultos. Lembrando que, se a infância era curta, a adolescência não existia. Além disso, não existia um trabalho pedagógico diferenciado de acordo com cada faixa etária; as classes podiam conter até 200 alunos. Estudavam pessoas de qualquer classe social; nessa época, não se fazia distinção entre eles. O convívio entre as classes sociais era normal em qualquer lugar da sociedade.Até os 18 anos, eles moravam em outras casas. As meninas também eram trocadas entre as famílias para aprenderem serem donas de casa até que casassem, por volta dos 13 a 14 anos.

No final do século XV e começo do XVI, começou-se cobrar da sociedade o cuidado com a criança e a necessidade de se desenvolver afetividade fraterna pelos filhos. Lentamente, esse processo passa a mudare as crianças adquirem o direito de estarem mais próximas de seus pais. Começam a aparecer mais escolas populares, onde todos do gênero masculino podem freqüentar independente da classe social. Muitos meninos freqüentam essas escolas, onde já se faz um trabalho pedagógico diferenciado, nas quais havia classes separadas por idades.

No entanto, essas escolas eram muitorígidas e não havia preocupação com a formação integral das crianças; o foco estava na educação para a moral e bons costumes, para que pudessem ser bons trabalhadores.

É a partir do princípio do século XX que a escola começa a mudar sua postura perante a educação das crianças, percebendo a sua importância para o seu desenvolvimento como ser humano.

A educação escolar pretendiacontribuir para o aprendizado do lugar social numa sociedade rigidamente estratificada, e a conformação com essa condição. Entretanto, podemos dizer que o projeto de educação civilizatória tinha pretensões mais ousadas. A infância era vista como intermediária entre a escola e a sociedade, o que levava à crença de que a aprendizagem proporcionada pela escola seria disseminada primeiramente no...
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