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SAÚDE COLETIVA, ATIVIDADE FÍSICA E VIOLÊNCIA

A partir de elaborações da saúde coletiva, são avaliados os limites com que o problema crescente da violência vem sendo tratado no setor saúde e educação física (EF).
Ampliadas suas possibilidades de análise, passam a ser consideradas formas de prevenção.

CONHECENDO MELHOR SAÚDE COLETIVA, ATIVIDADE FÍSICA E VIOLÊNCIAS

A disciplina e campo deintervenção denominada saúde coletiva foi gerada no calor dos debates de movimento sanitarista ocorrido na América Latina nos anos 70, de criação e consolidação destacadamente brasileiras. Tal concepção designa novos conteúdos e projeções de atuação, surgindo como força das contradições político-ideológicas instaladas e como reflexo da disposição para se defrontar aos processos de produção deconhecimento de base empírica, dominantes na época (Ta Bellini e Câmara ,1998:49).
Tendo em vista a aproximação com este referencial teórico-metodologico e perante o desafio de enfrentamento das violências, públicas da área-revista ciência e saúde coletiva (ABRASCO, 1999) permitem observar os enfoques que tem sido dado sobre o problema: para que se possa confirmar essa idéia, são listados a seguirapenas aqueles que mencionam prevenção já em seus títulos: É possível prevenir a violência?, A concretização de políticas públicas em direção a prevenção da violência estrutural, A violência no Brasil.
Deste conjunto, pode-se identificar a existência de destacada revisão bibliográfica sobre prevenção de violências (Gomes, Silva e Njaine, 1999). Dos artigos que envolveram a categoria violência emgeral, como prevenção primária os autores indicaram, promoção de condições favoráveis, fundamentação das ações em pesquisas estratégicas para atuação frente ao problema, construção da cidadania, as crianças e adolescentes o exercício de seus direitos e deveres.
A saúde ou outra área isoladamente conseguem dar conta da complexidade das violências contra crianças e adolescentes, à prevenção énecessária para que se possam evitar danos graves contra a saúde desses grupos, para realizá-la é preciso acreditar na capacidade humana, pois a violência pode ser aprendida e desaprendida.
Na atualidade, compreender e prevenir as violências torna-se, em termos mundiais, os grandes desafios do inicio de século.
Para que se possam visualizar seus efeitos, simplificando radicalmente a questão em sua facemais sensível, na região metropolitana de São Paulo, apenas no ano de 1998, o numero de homicídios foi 10.898 correspondendo a aumento de 352% em relação a 1979.
Ainda que estes poucos dados já sejam suficientes para compreender o fenômeno como incrustado em nossa cotidianidade, e importante ressaltar haver também outras formas difíceis de serem percebidas e evitadas.
Assim, outra maneira decaracterizar as violências é pelo controle institucional pelos órgãos burocráticos, Estado e Serviço Publico, cuja cultura informacional constitui-se, ela mesma, numa pratica violenta, na medida em que se esvazia o sentido e o significado da informação, não contribuindo para qualquer mudança, social.
A própria escola, destinada a promover reações contra as desigualdades sociais, acaba por seutilizar de mecanismos ideológicos que facilitam a conservação da ordem estabelecida, sendo um deles aquilo que chamamos currículo oculto.
Faleiros, citado por Gomes (2000), comenta que os atos de violência cometidos contra crianças se inserem no arcabouço cultural e institucional que tem como cerne a fabricação da obediência. Castigar, reprimir ou fazê-las aprender uma lição faz parte do jogo detorná-las dóceis para que o poder do adulto sobre elas se imponha.
Finalmente, há que se levar em conta o papel potencializado da impunidade sobre seus determinantes. Aqui o relato dos trabalhos junto ao fórum permanente contra a violência em Alagoas (ploeg. 2000), em assessoria a comissão de violências no campo, pode ser elucidativo.
Perante este quadro, Minayo, Souza, Njaine (1999), esta não...
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