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(Qui, 20 Set 2012, 09:50)
Um empregado público que pretendia receber adicional de
periculosidade por exercer suas atividades em estabelecimento
penitenciário de São Paulo (SP) teve recurso providopela Subseção 1
Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior
do Trabalho. Os ministros adotaram entendimento recorrente no TST,
no sentido de que tanto servidoresestatutários como empregados
celetistas são abrangidos pela Lei Complementar Estadual ( Lei nº
315/83) que garante o adicional àqueles que exercem suas atividades
em penitenciárias de forma permanente.
Oempregado prestava serviços à Fundação Professor Doutor Manoel Pedro Pimentel (Funap), entidade pública vinculada à Secretaria de
Estado da Administração Penitenciária e que tem por missão contribuirpara a inclusão social de presos e egressos.
Ele ajuizou ação trabalhista para receber adicional de periculosidade, por considerar estar abrangido pelo artigo 1º da Lei Estadual n° 315/83,
que concedeo benefício aos funcionários públicos e servidores da Administração Centralizada do Estado que atuam em estabelecimento
penitenciário.
A sentença acolheu o pedido do empregado, mas a Funaprecorreu, alegando que a lei abrange apenas os servidores da Administração
Centralizada do Estado de São Paulo, o que não é o caso da instituição. Também afirmou que seria necessário exame pericial parafundamentar o direito ao adicional.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) rejeitou o recurso da Fundação e manteve a decisão de 1º grau. Os desembargadores
explicaram que o termo ‘servidorpúblico' é gênero de que são espécies funcionário e empregado público, ambos abrangidos pela Lei
Estadual n° 315/83. Destacaram, também, ser desnecessária perícia para a constatação da atividadepericulosa do empregado, já que sua
pretensão foi formulada com base na referida lei.
O recurso de revista da Funap foi apreciado pela Quinta Turma do TST que acolheu as alegações e excluiu da...
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