Pedagogia do oprimido

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Fichamento do livro- Pedagogia do Oprimido(Paulo Freire)
FICHA – 002 [1]

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido.


Paulo freire é um pensador comprometido com a vida: não pensa idéias, pensa a existência. P.9
A prática da liberdade só encontrará adequada expressão numa pedagogia em que o oprimido tenha condições de reflexivamente, descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própriadestinação histórica. p.9
Uma pedagogia enraizada na vida dessas subculturas, a partir delas e com elas, será um contínuo retomar reflexivo de seus próprios caminhos de libertação. p.9
Superação libertadora da consciência humana> os rumos possíveis desse processo são possíveis projetos e, por conseguinte a conscientização não é apenas conhecimento ou reconhecimento, mas OPÇÃO, DECISÃO ECOMPROMISSO.
O método Paulo Freire assinala o sentido e o alcance de seu humanismo: ALFABETIZAR É CONSCIENTIZAR.
Com a palavra o homem se faz homem. Ao dizer a sua palavra, pois o homem assume conscientemente sua essencial condição humana. p . 13
A consciência do mundo e a consciência de si crescem juntas e em razão direta; uma é luz interior da outra, uma comprometida com a outra.

MÉTODO DACONSCIENTIZAÇÃO

– CONSCIENTIZAR É POLITIZAR – CONSCIENTIZAÇÃO DE SI E DO MUNDO – aprender a exercer a liberdade – p . 15
Dizer a sua palavra equivale a assumir conscientemente como trabalhador, a função de sujeitos de sua história, em colaboração com os demais trabalhadores – o povo.
O método Paulo Freire não tem a ingenuidade de supor que a educação, só ela, decidira dos rumos da historia, mas tem,contudo, a coragem suficiente para afirmar que a educação verdadeira conscientiza as contradições do mundo humano, sejam estruturais, superestruturais ou interestruturais, contradições que impelem o homem a ir a diante. p . 21
AUTONOMIA X ANARQUIA

“ A consciência crítica (... dizem...) é anárquica”.
O medo da liberdade, de que necessariamente não tem consciência o seu portador, o faz ver o quenão existe. p. 24

O SECTÁRIO > fechando-se em um “circulo de segurança” do qual não pode sair, estabelece ambos a sua verdade.
O RADICAL > comprometido com a libertação dos homens, não se deixa prender em “círculos de segurança”.

Se admitirmos que a desumanização é vocação histórica dos homens, nada mais teríamos que fazer, a não ser adotar uma atitude cínica ou de total desespero. A lutapela humanização, pelo trabalho livre, pela desalienação, pela afirmação dos homens como pessoas, como seres para si , não teria significação.

O poder dos opressores, quando se pretende amenizar ante a debilidade dos oprimidos, não apenas quase sempre se expressa em falsa generosidade, como jamais a ultrapassa.
O grande problema está em como poderão os oprimidos que hospedam o opressor em si,participar da elaboração, como seres duplos, inautênticos, da pedagogia de sua libertação.

SE DESCUBRAM “HOSPEDEIROS” DO OPRESSOR
Para os oprimidos o novo homem são eles mesmos, tornando-se opressores de outros. Desta forma, por exemplo, querem a reforma agrária, não para se libertarem, mas para passarem a ter terra e, com esta, tornar-se proprietário ou, mais precisamente, patrões de novosempregados. p. 32

“MEDO DA LIBERDADE”
Ø Nos oprimidos medo de assumi-la.
Ø Nos opressores medo de perder a liberdade de oprimir.
A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exige uma permanente busca. p. 34
Os oprimidos, contudo, acomodados e adaptados, “imersos” na própria engrenagem da estrutura dominadora, temem a liberdade, enquanto não se sentem capazes de correr o risco deassumi-la. Lutar pela liberdade significa uma ameaça, não só aos que a usam para oprimir, como seus “proprietários” exclusivos, mas aos companheiros oprimidos que se assustam com maiores repressões.

‘’QUEREM SER, MAS TEMEM SER LIVRE “ p. 35

A realidade social, objetiva, que não existe por acaso, mas como produto da ação dos homens também não se transforma por acaso.

Subjetivo objetivo =...
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