Historia

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  • Publicado : 28 de janeiro de 2013
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História A

















Introdução
O trabalho foi solicitado no âmbito da disciplina de História. O tema de trabalho é “O quadro económico e demográfico- Expansão e limites do crescimento”, o meu objectivo ao realiza-lo é aprofundar o meu conhecimento sobre a Idade Média.


















A expansão agrária e ocrescimento demográfico
Após a queda do Império Romano, a europa entrou num estado de crise, mas nos séculos XI a XIII, a Europa vai ter um desenvolvimento agrícola e vai adquirir novas práticas comerciais e financeiras.
O desenvolvimento agrícola
Até aqui o solo estava coberto de florestas, a partir daqui os homens começaram por cortar os bosques, amanhar os baldios e secar os pântanos parapassarem a ser terras de cultivo.
Os arroteamentos ficaram a dever-se sobretudo aos reis, senhores, camponeses e até mesmo cidades estas eram as que tinham mais capacidade de oferecer as primeiras sementes e instrumentos.
A expansão agrícola fez renascer as povoações já esquecidas e foram criadas novas, porém estes avanços não foram apenas na área cultivada, foi também:
* O emprego crescentedo ferro, ele foi utilizado sobretudo nos utensílios agrícolas, esta inovação veio facilitar o trabalho dos camponeses pois permitiu perfurar o solo com mais profundamente e fixar melhor as sementes;
* Melhor aproveitamento da força animal, com a canga frontal para os bois e a colheira rígida para os cavalos;
* Fertilização dos campos, com marga e o estrume dos animais, o que melhorou aqualidade do solo;
Com estes avanços agrícolas houve um aumento da produtividade agrícola, crescimento da pecuária, fez crescer a disponibilidade alimentar na Europa.








O Crescimento Demográfico
Nesta época houve uma melhoria da alimentação, que se reflectiu no número de pessoas. Quando as fomes reduziram o mesmo aconteceu o mesmo com as epidemias, pois se a populaçãoestá bem alimentada está mais protegida das doenças.
Pode-se dizer que a população nesses séculos duplicou, um clima de paz e uma população bem alimentada levou a que os historiadores disse-se à cerca deste surto demográfico que, “um mundo cheio”.


O Renascimento Das Cidades e a Dinamização Das Trocas
Não foi apenas na agricultura que se verificava um desenvolvimento, mas também noartesanato e no comércio. O seu dinamismo contribuiu para o renascimento das cidades que finalmente recuperam da fraqueza do Império Romano.
O Surto Urbano
Em torno dos velhos castelos senhoriais e junto às vias de circulação as cidades foram aumentando em número e tamanho.
As cidades agora começam a ter outras atracções, que até agora não tinham deixaram de ser apenas centros políticos,militares e religiosos e a partir de agora passaram também ser centros económicos.
Nas cidades fixavam-se os mercadores, artesãos, também era aqui que os nobres procuravam luxos, divertimentos; Os peregrinos em busca de hospitalidade e de uma vida melhor. As cidades era um ponto de atracção em permanente crescimento. O apogeu das cidades foi no início do século XIV.
Os centros urbanos europeus eramaglomerados pequenos, pois até mesmo a cidade mais populosa da Europa, não ultrapassou os 90 000 habitantes e comparado com o Oriente que por exemplo Constantinopla atingiu 1 milhão de habitantes, podes concluir que as cidades Europeias eram pequenas.
A Dinamização das Trocas Locais e Regionais
Os pequenos mercados onde o que se comercializava todos os produtos, mas sobretudo de origemagrícola. Estes mercados faziam fronteira entre os campos e a cidade, todos os camponeses naquela época tinham uma maneira eficaz de vender os seus excedentes (no mercado).
Nem todos os camponeses tinham a oportunidade de vir vender os seus produtos à cidade, apenas aqueles que viviam nas aldeias junto às cidades é que tinham uma presença assídua logo se tornaram insuficientes, nesta altura...
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