Familia contemporanea a vulnerabilidade social

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

REJANE MARTINS DA SILVA

AS TRANSFORMAÇÕES DO CONTEXTO FAMILIAR

Assis
2011

Rejane MARTINS DA SILVA

AS TRANSFORMAÇÕES DO CONTEXTO FAMILIAR

Trabalho apresentado ao Curso (serviço social) da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina [Produção textual individual].Prof. Lisnéia, Marcía, Sergio e Adarlei.

Assis

2011

Introdução

A família contenporanea passa por muitas mudanças em muitas dimenções especialmente nas relações intergeracionais e de intimidade caracterizado pela maior expressão dos afetos e busca de autonomia dos seus menbros.
As mudanças no contexto famíliar são muitas, nos diasatuais cresce o número de famílias cujo o principal provedor são as mulheres, antes os chefes de família era só os homens, hoje é claramente vizivel mulheres a frente da renda famíliar, e mesmo assim cuidando da casa e dos filhos

Desenvolvimento

Uma contextualização histórica da instituição família, a partir da idade média, pode possibilitar uma compreensão daresignificação/reestruturação da família na contemporaneidade. Esta contextualização será apresentada em quatro modelos familiares: as famílias aristocrático-patriarcal e camponesa na Idade Média e as famílias proletária e nuclear/burguesa na Idade Moderna. O pai/patriarca da família tinha autoridade absoluta. Da mesma forma que, o cuidado com os filhos era considerado abaixo da dignidade de uma dama aristocrática,estas se preocupavam em ter os filhos e organizar a vida social. As crianças, amamentadas por amas-de-leite, formavam seus primeiros vínculos com alguém que não pertencia à família.
Na família camponesa, a norma não era uma família extensa, apesar de às vezes até três gerações viverem na mesma casa. A privacidade novamente era desconhecida e não tinha valor. Neste modelo familiar, aautoridade social não estava investida no pai da casa, mas na própria aldeia, ou seja, havia fortes laços de dependência com a aldeia, de tal forma que a sobrevivência não era possível no nível da unidade familiar.
Neste modelo familiar, a amamentação era realizada pela mãe mais com escasso envolvimento emocional, como uma tarefa incomodativa e consumidora de tempo.Através deste estudo feito e sintetizado aqui, é possível analisar que o esmagamento da autonomia e o enfraquecimento do ego da criança resultantes desta formação, viriam favorecer o poderio do Estado absolutista e o sistema mercantilista do período. Estes indivíduos, gerados no seio destes modelos familiares característico da Idade Média, estavam prontamente submetidos à autoridade e as normasexternas.
É possível encontrarmos mudanças advindas da modernidade que implicaram transformações no modelo familiar.
Com o desenvolvimento urbano, houve grande migração de membros destas famílias para as cidades modernas, o que levou a um nível afetivo sem núcleo familiar e à ausência de vínculos. Neste contexto emerge a família nuclear que vem como alternativa, em que sebuscou uma outra pessoa para cobrir o abandono dos laços da família extensa, constituído assim uma nova família, sua própria família.
A existência de uma outra estrutura familiar na revolução industrial que não a nuclear, seria ela a proletária. A família proletária submetia-se à salários muito baixos e a péssimas condições de vida e assim, geralmente toda a família tinha que trabalhar.As mulheres contribuíam no sustento familiar, ganhavam dinheiro fora de casa e ainda realizavam os afazeres dentro desta.
Os filhos neste modelo familiar eram criados sem a constante atenção e fiscalização pela mãe. A disciplina era orientada na própria fábrica, já que as crianças não recebiam a disciplina esperada por esta na família para se submeterem à estrutura e organização...
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