Defesa, no caso dos exploradores de caverna

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| |Instituição Educacional Cecília Maria de Melo Barcelos
Faculdade ASA de Brumadinho

DEFESA DO CASO DOS EXPLORADORES DE CAVERNA

JÉSSICA JUNIA PARREIRAS MACIEL

Brumadinho – MG
2011

JÉSSICA JUNIA PARREIRAS MACIEL

DEFESA DO CASO DOS EXPLORADORES DE CAVERNA

Trabalho apresentado para obtenção de nota na disciplina deTeoria geral do estado, do 1º período de Direito da Faculdade ASA de brumadinho.

Prof. Carlos Eduardo Pinheiro

Brumadinho – MG
2011

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ................................................................................................ 4

2.DEFESA............................................................................................................6

3. DO PEDIDO DE ABSOLVIÇAO Conclusão DO PRESENTE CASO.........................................................................................................10

4.REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS............................................................11

1. Introdução

O fictício Caso dos exploradores de Caverna seinicia em maio de 4299, quando cinco membros da sociedade Espeleológica foram aprisionados em uma caverna durante uma expedição. Iniciou-se uma grande operação de resgate em que morreram 10 operários devido a novos desmoronamentos. Tão logo que as famílias sentiram sua falta, uma equipe de socorro foi avisada e após vinte dias do deslizamento, ainda sem que a entrada da caverna fosse desobstruída osexploradores conseguiram se comunicar com a equipe de resgate através de um rádio capaz de receber e enviar mensagens que haviam levado para a expedição.
Os exploradores perguntaram quanto tempo ainda seria preciso para libertá-los e os engenheiros responsáveis pelo salvamento responderam que precisavam de pelo menos dez dias. A situação era bastante complicada, já que dentro da caverna nãohavia alimentos e água.
Os cinco homens queriam saber se havia um médico na equipe de socorro e a este contaram sua situação e as condições de que dispunham, e indagaram se conseguiriam sobreviver até serem libertados. Responderam-lhes que era escassa a possibilidade de sobrevivência sem alimentos durante mais dez dias.
Pediram novamente para falar com os médicos e um dosexploradores, Roger Whetmore, em seu próprio nome e em representação aos outros exploradores perguntou aos médicos se conseguiriam sobreviver se um dos cinco homens servisse de alimento para os demais, “O presidente da comissão respondeu, a contra gosto, em sentido afirmativo”. Whetmore ainda perguntou se poderiam tirar na sorte qual deles serviria de fonte de alimentação para os outros, mas nenhum membro dacomissão de salvamento se atreveu a opinar sobre esta questão.
No trigésimo segundo dia após o deslizamento, quando finalmente foram libertados, descobriu-se que Roger Whetmore havia sido assassinado no vigésimo terceiro dia e servido de alimento para os seus companheiros.
Soube-se que o próprio Whetmore foi quem propôs a busca de alimento na carne de um deles, também foi ele quemteve a idéia de decidir na sorte, em um jogo de dados, quem seria morto, mas antes do lançamento dos dados Whetmore desistiu, achando melhor esperar um pouco mais de tempo, mas seus companheiros encararam a sua desistência como uma violação do acordo de sobrevivência que fizeram e iniciou-se o lançamento dos dados. Na vez de Whetmore jogar, um dos seus companheiros de infortúnio jogou os dados emseu lugar e não havendo objeções por parte de Whetmore, nem sorte nos dados, foi morto e serviu de alimento para os seus.
Após o resgate foram levados, os quarto sobreviventes para tratamentos médicos e psiquiátricos, sendo que após os tratamentos foram denunciados pelo ministério público pelo assassinado de Roger Whetmore.

2. A defesa

“O Direito Penal é o ramo do Direito...
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