O uso do crack: um problema social restrito às metrópoles?

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Serviço social

Maria Vandeslaida souza bezerra

O USO DO CRACK: UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES?

Olho d’ Água das Flores
2012

MARIA VANDESLAIDA SOUZA BEZERRA

O USO DO CRACK: UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES?

Trabalho apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral nocurso de Serviço Social nas disciplinas de Psicologia Geral, Antropologia, Formação Social, Política e Econômica do Brasil, Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social l.

Orientadores: Prof. Lisnéia Rampazzo, Giane Albiazzeti, Gleiton Lima e Roseane Malvezzi.

Olho d’ Água das Flores
2012

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 3

2 O uso do Crack: um problema social restrito às metrópoles4
2.1 TÍTULO NÍVEL 2 – SEÇÃO SECUNDÁRIA 5

3 EXEMPLOS DE ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO 6
3.1 EXEMPLO DE FIGURA 6
3.2 EXEMPLO DE FIGURA 6
3.3 EXEMPLO DE FIGURA 7

4 CONCLUSÃO 8

REFERÊNCIAS 9

1. INTRODUÇÃO

As drogas são substâncias químicas, naturais ou sintéticas, que provocam alterações psíquicas e físicas a quem as consome e levam a dependência física e psicológica. Seu usosistemático traz serias conseqüências físicas, psicológicas, sociais, podendo levar a morte em casos extremos, em geral por problemas circulatórios ou respiratórios. É o que se chama overdose. Além das drogas tradicionais, os especialistas também incluem na lista o cigarro e o álcool.
Os adolescentes estão entre os principais usuários de drogas. Calcula-se que 13% dos jovens brasileiros entre 16 e 18 anosconsomem maconha. Em 2001, cresceu o uso de Crack e drogas sintéticas, como o ecstasy. Os consumidores de cocaína são os que mais procuram tratamento para se livrar da dependência, o qual é feito por meio de psicoterapias que promovem a abstinência às drogas e do uso de antidepressivos em 60% dos casos. Atualmente, cerca de 5% dos brasileiros são dependentes químicos de alguma droga.
As drogas sãoclassificadas de acordo com a ação que exerce sobre o sistema nervoso central. Elas podem ser depressoras, estimulantes, perturbadoras ou, ainda, combinarem mais de um efeito.
Os especialistas afirmam que o melhor modo de combater as drogas é a prevenção. Informação, educação e dialogo são o melhor caminho para impedir que adolescentes se viciem.
Para os que ainda não estão viciados, o tratamentorecomendado são as psicoterapias, participação em grupos de apoio. Para combater o vicio, além das terapias são usados medicamentos que reduzem os sintomas da abstinência ou que retardam os efeitos das drogas.

2. O USO DO CRACK: UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES?

O uso do Crack está presente em todas as regiões do Brasil, tanto nos grandes quanto nos pequenos municípios, o mesmorepresenta um grave problema social que precisa ser enfrentado não apenas pelo poder público, mas por toda a sociedade.
O Crack deixou de ser supostamente uma droga apenas de periferia para avançar por todas as classes sociais. É mais barato que a cocaína, mas, como seu efeito dura pouco tempo, acaba sendo usado em maiores quantidades, o que torna o vício muito caro, pois seu consumo passa a sermaior. Estimulante seis vezes mais potente que a cocaína, o Crack provoca dependência física e leva à morte por sua ação fulminante sobre o sistema nervoso central e cardíaco.
Especialistas tratam como epidemia o vicio do Crack no Brasil. A droga antes considerada marginal e restrita a moradores de rua, hoje avança entre outros classes sociais. Segundo a Associação Brasileira de Álcool e outrasDrogas, 40% dos dependentes no Brasil são de classe media.
Há uma década a maioria dos pacientes que se internavam em clinicas de reabilitação eram dependentes de cocaína, hoje de cada dez pacientes, nove são viciados em Crack. Números que se repetem em quase todo país. Hospitais que atendem pelo SUS (Sistema Único de Saúde) dependentes de drogas vêem triplicar o numero de pacientes dependentes...
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