O uso do crack: um problema social restrito às metrópoles?

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 7 (1685 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 29 de março de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
[pic]


SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

WEILA RODRIGUES SANTOS















O USO DO CRACK:
UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES?
















Bom Jesus-PI
2012


weila rodrigues santos


















O USO DO CRACK:
UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES?Trabalho apresentado ao Curso de Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina de Psicologia Geral.


Prof. Solange Aparecida de Oliveira








Bom Jesus-PI

2012SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 4

2 DESENVOLVIMENTO 5

3 CONCLUSÃO 9

REFERÊNCIAS 10








INTRODUÇÃO

O crack é a forma impura de cocaína mais utilizada, que pode vir a desenvolver no indivíduo sérios sintomas de agressividade e de psicose. Outras formas de uso da cocaína (oral, inalada e injetável) também podem causar prejuízosà saúde física e mental do ser humano (Guindalini, Vallada, Breen & Laranjeira, 2006; Laranjeira, Rassi, Dunn, Fernandes & Mitsuhiro 2001).

Segundo a UNODCCP (2006) aproximadamente 200 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos são usuários de algum tipo de propriedade química ilícita, chegando a um percentual de 5% da população mundial.

No Brasil Carlini & cols., (2007)relataram que a droga ilícita mais consumida e de fácil ingresso é a maconha (8,8%), seguida pelos solventes (6,1%), benzodiazepínicos (5,6%), cocaína (2,9%) e em 5º lugar o crack (1,5%).

Estima-se que 2,3% de brasileiros são consumidores de derivados de cocaína e estes usuários estão principalmente nas regiões sul e sudeste, sendo os jovens e adultos jovens do sexo masculino osmais frequentadores à este tipo de droga (GALDURÓZ et. al., 1999; CARLINI et. al., 2001).

Segundo pesquisas feitas por DUAILIBI et. al., (2008), tudo começa na adolescência, isso comprovado com levantamentos epidemiológicos entre estudantes; e na sua grande maioria ambos passavam pelas seguintes situações: defasagem escolar, falta às aulas, baixo nível socioeconômico, relacionamentoruim com os pais e/ou pais permissíveis ao uso, pais separados, presença de maus tratos, ausência de prática religiosa.

Ferri (1999) em sua tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo, relatou que os usuários de crack avaliados em dada comunidade, quando comparados aos usuários de cocaína intranasal, possuíam um padrão mais grave de consumo, maior envolvimento ematividades ilegais, maior risco de efeitos adversos ao uso de cocaína, maior envolvimento em prostituição e ter mais chance de morar ou ter morado na rua, além de ter mais problemas sociais e de saúde.





DESENVOLVIMENTO

Hoje já estamos vendo que o uso do crack não é mais um problema social restrito às grandes metrópoles.Segundo notícia in site do jornal Meio Norte lemos que:


Pesquisa realizada em 152 municípios piauienses indica que 83,55% deles têm problemas na área de saúde por causa do crack. O impacto da droga também está presente na segurança pública (58,5% de cidades afetadas) e na assistência social (44,6%), de acordo com a sondagem divulgada na segunda-feira (07 de Novembro de2011) pela Confederação Nacional de Municípios.

Esta matéria trás total segurança do que estamos afirmando neste artigo. O que antes estava limitado à grandes centros urbanos hoje é uma realidade em pequenas cidades do estado do Piauí.
Isso nos indica que o crack chegou devastando o comportamento moral e social de pessoas das mais diversas faixas etárias,...
tracking img