O enfrentamento do problema do crack no contexto da saúde pública

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 10 (2396 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 17 de setembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
UNOPAR
DISCIPLINA: FORMAÇÃO SOCIAL POLÍTICA E ECONÔMICA DO BRASIL
PROFESSOR: GIANE ALBIAZZETTI, LIMA RAMPAZZO, GLEITON LIMA, ROSANE MALVEZI

“O ENFRENTAMENTO DO PROBLEMA DO CRACK NO CONTEXTO DA SAÚDE PÚBLICA”

TERESINA, 06 JUNHO DE 2012
RUANA TELES DE SOUZA

“O ENFRENTAMENTO DO PROBLEMA DO CRACK NO CONTEXTO DA SAÚDE PÚBLICA”

TERESINA, 06 JUNHO DE 2012
SUMÁRIOINTRODUÇÃO.....................................................................................................5
DESENVOLVIMENTO........................................................................................6
CONCLUSÃO......................................................................................................9BIBLIOGRAFIA....................................................................................................10

TERESINA, 06 DE JUNHO DE 2012

RESUMO

Desde os primórdios da humanidade as pessoas consideradas “anormais” não tinham tratamento adequado, sendo na maioria das vezes abandonadas por seus parentes, marginalizadas e excluídas da sociedade.
Com o passar do tempo e a evolução do conhecimento científico modificou-se essa visão. Foi verificado através de estudos quese fazia necessário políticas públicas para atender as pessoas que sofrem de algum problema mental. Os trabalhos realizados permitiram acolher essas pessoas, o que acabou possibilitando a criação de políticas voltadas para a atenção integral de pessoas que usam álcool e outras drogas.
O objetivo desse trabalho é apresentar as ações e políticas públicas vigentes no Brasil, especialmente emTeresina, para o enfrentamento de álcool e outras drogas, fazendo levantamento dados e entrevistas com profissionais da área.

INTRODUÇÃO
Historicamente a questão do álcool e outras drogas vêm sendo abordada de forma meramente fisiológica, uma visão medica especialmente psiquiátrica, com o foco apenas na doença, sem levar em consideração as implicações sociais econômicas e políticas, deixam de lado oindivíduo, a subjetividade e a história de vida dos sujeitos.
Podem-se destacar algumas políticas de combate ao crack, por exemplo, as instituições não governamentais que tem como objetivo de tratamento a abstinência total das drogas, o que acaba apenas culpabilizando os indivíduos e não oferece nenhuma alternativa para o mesmo. Separando os usuários da vida social cria-se em torno dele um mito deque todos não passam de marginais.
Pensando em uma forma de acolher esses usuários a Presidência da República assinou o decreto Nº 7.179, em maio de 2010:

Art. 1º Fica instituído o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, com vistas à prevenção do uso, ao tratamento e à reinserção social de usuários e ao enfrentamento do tráfico de crack e outras drogas ilícitas.
§ 1º Asações do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas deverão ser executadas de forma descentralizada e integrada, por meio da conjugação de esforços entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, observadas a intersetorialidade, a interdisciplinaridade, a integralidade, a participação da sociedade civil e o controle social.
§ 2º O Plano Integrado de Enfrentamento aoCrack e outras Drogas tem como fundamento a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de saúde, assistência social, segurança pública, educação, desporto, cultura, direitos humanos, juventude, entre outras, em consonância com os pressupostos, diretriz e objetiva da Política Nacional sobre Drogas.
Art. 2º São objetivos do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outrasDrogas:
I - estruturar, integrar, articular e ampliar as ações voltadas à prevenção do uso, tratamento e reinserção social de usuários de crack e outras drogas, contemplando a participação dos familiares e a atenção aos públicos vulneráveis, entre outros, crianças, adolescentes e população em situação de rua;
II - estruturar, ampliar e fortalecer as redes de atenção à saúde e de assistência...
tracking img