O enfrentamento do problema do crack no contexto da saúde pública.

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  • Publicado : 13 de outubro de 2012
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RESUMO



O presente trabalho tem como objetivo entender o enfrentamento do crack no Brasil na esfera da saúde pública e identificar as graves conseqüências do uso abusivo dessa substância. Identificar quais asações e políticas institucionais que são realizadas para o enfrentamento do crack em meio à saúde pública. Para efetuar a pesquisa utilizamos meios de pesquisas da internet, livros acadêmicos e entrevistas com profissionais capacitados de vários setores como: ESF (Estratégia de Saúde da Família), CAPS (Centro de Apoio Psicossocial) e Hospital. Através destas pesquisas vimos que as políticas públicas eações contra o crack ainda são precárias em nossa região.

































SUMÁRIO


01 INTRODUÇÃO 03

02 DESENVOLVIMENTO 05

03 CONCLUSÃO 12

REFERÊNCIAS 14
INTRODUÇÃO

Inicialmente, cabe-nos iniciar com algumas definições básicas e aspectos gerais envolvidos na prevenção. Poderíamos dizer que o conceito e as atividades deprevenção nas sociedades modernas “nasceram” a partir da urbanização da sociedade e da mudança da organização do trabalho. Essas características levaram as sociedades a se tornarem mais complexas, havendo o aparecimento de problemas sociais em maiores escalas, dentre eles algumas epidemias.
Em função dessas epidemias que geraram problemas para a sociedade em geral, houve a necessidade de respostascoordenadas dos governos para o controle de algumas doenças, das quais se descobriram os fatores etiológicos, ou causas, que deveriam ser combatidos. Acontece que, com a mudança do estilo de vida e da organização das sociedades modernas, outras condições de saúde ficam mais evidentes. Geralmente, tais condições não apresentavam um único causador ou ainda não se sabia claramente qual a causa daquelascondições. Apesar de tradicionalmente o primeiro enfoque ainda ser evidente e utilizado, procuramos ampliar as ações de prevenção, relacionando alguns conceitos chaves, como fatores de risco e de prevenção e vulnerabilidade. No momento, cabe-nos afirmar que existe uma tentativa de ampliação de ações de prevenção em função da complexidade de alguns problemas de saúde, como o uso de álcool e outrasdrogas, por exemplo. Porém, ainda observamos que algumas estratégias do primeiro aspecto da saúde ainda estão muito presentes nas nossas ações de prevenção, as quais levam a uma dificuldade de lidar com problemas como o uso de álcool e outras drogas.
No campo da saúde, o ditado popular de que “prevenir é melhor do que remediar” nunca foi tão defendido e pesquisado. Isso se torna ainda maisevidente no campo de álcool e outras drogas, no qual as pesquisas de Laranjeira e Romano (2004) mostram que ações de prevenção apresentam melhor relação custo-efetividade do que ações curativas. Em todo o mundo, observa-se que ações de prevenção ao uso de álcool e outras drogas ganham força, pois os tratamentos atuais para pessoas que já se tornaram dependentes são pouco eficazes e apresentam baixoimpacto para a mudança dos problemas associados ao uso e prevalência de dependência. De maneira geral, as estratégias de prevenção são de suma importância para vários problemas de saúde. Essa importância se baseia no chamado paradoxo da prevenção: essa noção está baseada no fato de que o número de pessoas que podem ter risco de algum dano à saúde é maior do que as pessoas que já apresentam algumproblema. Dessa forma, em termos de saúde pública, as ações preventivas passam a ter suma relevância para a população geral.
Apesar das evidências a favor de trabalhos preventivos, alguns problemas são comuns para a efetivação dessas ações.
O uso abusivo ou dependência do crack ou outras drogas tem sido abordada por uma ótica predominante psiquiátrica ou médica. As implicações...
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