O adolescente e ato infracional

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Sistema de Ensino Presencial Conectado
SERVIÇO SOCIAL

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 ADOLECENCIA E O ATO INFRACIONAL 4.
3.Suportes Sociais Do Crime nas Comunidades 5
4.Carência Familiar e Marginalização Do Jovem 6
5.O Lado perverso da invulnerabilidade legal 7
6.conclusão 8
7.referencias bibliográficas 9

1.INTRODUÇÃO

O presente estudo tem como basequalitativa o motivo do envolvimento da juventude com a violência:
A exposição dos jovens ao risco constante de ataques a sua integridade física e moral gera expectativas nas mesmas e, fornece-lhes padrões de respostas. Episódios truculentos e situações limites passam a ser imaginados e repetidos, como uma maneira de preparar o psiquismo para a idéia de que só a força resolve conflitos,tornando a violência um item obrigatório na visão do mundo que nos é transmitida. Cria-se a convicção de que o crime e a brutalidade são inevitáveis, e que os jovens devem estar preparados para eles e para reagir em conformidade. Atualmente as crianças e a juventude têm como exemplo personagens distantes do pradão moral da sociedade

Sabemos que não existe "moral relativa", do ponto devista de quem a professa, Crença ética é aquela que exige do sujeito uma posição quanto ao certo e ao errado e,o que atualmente o jovem não tem tido, no momento em que há duvida sobre o certo e o errado de certa ação, se está alterando os sistemas de crença. Ou seja, o justo e o injusto, o violento e o não violento, o humano e o desumano dispensam fundamentos racionais para determinar o modo comoagimos e avaliamos nossas ações. Daí a dificuldade que enfrentamos quando tentamos convencer jovens adeptos da violência de que o recurso aos meios legítimos da justiça ainda é o melhor meio que temos de eliminar conflitos.

O que também não podemos deixar de citar,e que na montagem social violenta perde-se pouco a pouco a noção do que é risco real ou potencial,os jovens mesmo semnenhum envolvimento com o crime já são vitimas, da expectativa do perigo eminente faz com que as vitimas potenciais aceitem facilmente a sugestão ou a pratica da punição ou do extermínio preventivo dos supostos agressores potenciais.Excluindo assim os jovens carentes das oportunidades de se inserirem na sociedade.

2.ADoleScente e o ato infracional

Alguns anos atrás, a sociedadesurpreendeu-se ao descobrir que o crime organizado do Rio de Janeiro, usava as crianças das favelas como "olheiros", dando aviso da aproximação da policia com rojões ou empinando pipas. Acirraram-se as discussões sobre a questão da violência juvenil e as possíveis soluções para a mesma, mas, estas enveredam pelo caminho da simplificação inócua: penas mais duras e redução da idade penal. Obviamente, estenão é o caminho. De fato, em uma sociedade em que meninos de oito anos desempenham cargos de vigia ou "avião" dos esquemas de trafico das favelas e morros dominados pelos criminosos, recebendo gratificações que chegam a superar os salários mensais de seus pais, o caminho natural destas crianças é, ao tornarem-se adolescentes, subirem na escala hierárquica do crime, galgando cargos e encargos maisimportantes na mesma.

O poder publico, em tais regiões, parece isentar-se de seu dever como agente captador de recursos, de programas sociais, obras de infra estrutura, dentre outras, deixando brechas sociais, que são aproveitadas pelas organizações criminosas para atuarem nessas comunidades como benfeitores, suprimindo uma responsabilidade do Estado. Nestas, graças à astuta ecalculada atitude adotada pelos dirigentes, o jovem favelado encontra dinheiro, fraternidade, respeito e ascensão social no ambiente onde vive, tornando-se "alguém" na sociedade local, embora para a sociedade em geral passe a ser um marginal.

Suportes sociais do crime ao adolecente nas comunidades carentes.

Ora, a ascensão social através do mundo do crime é o caminho, aparentemente certo e...
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