Tratando pacientes altamente reativos: diferenciando o paciente em crise do paciente propenso a crise

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  • Publicado : 12 de junho de 2012
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O indivíduo quando não se encontra em plena saúde mental apresenta como características os 4 D’s. Que são o DESCONFORTO(relacionado a experiências subjetivas do paciente com sentimentos desagradáveis e angustiantes); DISFUNÇÃO(indica como o paciente esta funcionado de forma plena);DESCONTROLE(a experiência de estar fota do controle) e DESORGANIZAÇÃO(incapacidade para organizar as idéias). E paraque essas características surjam tem que se haver as fontes de stress, que são adquiridas a partior das nossas vivências e experiênicas, sendo que alguns fatores são de vulnerabilidades, isto faz com que haja um limiar do indivíduo ou ponto de limite de conseguir se controlar às certas respostas externas e internas, nestas circunstâncias suas respostas a estímulos seja internos ou externos ficamsem controle, sendo denominado de crise. Estes ditos fatores são incluídos: Doença aguda, crônica, fadiga, solidão,abuso de drogas etc.
Para que haja os “Estágios de Prontidão para a Mudança, na terapia, pode-se citar de o estágio de Pré-contemplação(o indivíduo não quer mudar, não tem consciência do problema e nesta fase não há efeito terapêutico); Contemplação(o indivíduo cria a consciência,mas não age); Preparação(está no momento de preparar para a mudança e ou agir); Ação(o indivíduo modifica o comportamento, investe energia para a mudança); Manutenção(estabelecer ou manter a mudança de comportamento para não haver recaída).
Cita-se também os Estágios de Mudanças Revisados que são: Não-contemplação; Anticontemplação; Pré- contemplação; Contemplação; Planejamento de Ação; Ação;Ativação do lapso; Recaída; Redirecionamento; Manutenção. Assim pode-se entender o papel do esquema para a mudança de comportamento, sendo estes regras básicas para governar o processo de informação e o comportamento, cita-se como exemplos os esquemas pessoais, familiares, culturais e religiosos.
A crise, conforme os estudos apresentados pelo grupo 1, pode ser explicada como toda situação demudança em nível biológico, psicológico ou social, que exige da pessoa um esforço extremo para manter o equilíbrio e a estabilidade emocional. Assim, no seminário do grupo se falou dos esquemas típicos para paciente do “grupo A” que são pacientes em crise, o fator stressor mudou seu ambiente externo e os esquemas típicos dos transtornos do “grupo B” como:Transtorno de PersonalidadeAnti-social;Transtorno Borderline de Personalidade; Transtorno de Personalidade Histriônico; Transtorno de Personalidade Narcisista.
Como a crise é estado temporário de pertubação/desorganização(segundo o estudioso Slaiku), no momento a intervenção é essencial para avaliar a capacidade de funcionamento do paciente de abordar, e contestar o material esquemático que iniciou a resposta de crise, que se dá apartir de pontos contínuos que são definidos como: Paralisia esquemática; Rigidez esquemática; Estabilidade esquemática; Flexibilidade esquemática; Instabilidade esquemática.
Na Abordagem Cognitivo-Comportamental o processo terapêutico é realizado através de Lista de Problemas; Definição da Agenda; Estabelecer a agenda no inicio das sessão.
No processo terapêutico nota-se os objetivos imediatosda Terapia Cognitivo-Comportamental como: Avaliar a imediação da situação de crise; Avaliar o repertorio de enfrentamento do individuo para lidar com a crise; Gerar opções de pensamento, percepções e comportamento (inclui habilidades de resolução de problemas).Também não podemos deixar de citar certas Distorções Cognitivas encontradas no momento da terapia como: Pensamento tudo ou nada; Leitura damente; Raciocínio emocional.Personalização; Declarações que contem o verbo dever; Perfeccionismo; Falácia de apego.
Os cinco passos para se estabelecer uma intervenção, na crise (não-emergência) são: 1)Estabeleça um relacionamento com o paciente e estabeleça um rapport; 2) Faça uma avaliação inicial da gravidade da situação de crise; 3)Ajude o paciente a avaliar e mobilizar suas forças e...
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