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UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI
SERVIÇO SOCIAL
DULCE RIHS VIEIRA

FICHAMENTO: “Hegel e a importância da história” e
“Marx e a Crítica da Ideologia”

Teófilo Otoni
2011
“HEGEL E A IMPORTANCIA DA HISTÓRIA”

1. INTRODUÇÃO
2.1 A obra de Hegel procura incluir em um sistema integrado, todos os grandes temas e questões da tradiçãofilosófica.
2.2 Tentar entender o sistema hegeliano exige entender sua linguagem própria, altamente técnica, para entendê-lo necessita-se que entenda todo o sistema.

2. OBJETIVOS
3.3 Destacar alguns aspectos do pensamento de Hegel que consideramos representativos para a filosofia.

3. A CRÍTICA DE HEGEL A KANT
4.4 Hegel critica a concepção de Kant,pois o mesmo não se pergunta a origem do sujeito, pelo processo de formação da subjetividade.
4.5 Hegel entende a fenomenologia como a “ciência atos da consciência”,ele diz que a critica deve ser ela própria conhecimento,contrariando a tradição racionalista de Descartes e Kant.
4.6 Hegel considera que Kant identifica conhecimento como ciência e que toma como ideal normativo deconhecimento.
4.7 Para Hegel é preciso que a crítica emerja da própria experiência da reflexão, a consciência critica deve-se auto-refletir, reconstruindo seu processo de formação.

4. CONSCIÊNCIA E HISTÓRIA
5.8 A reflexão filosófica deve partir de um processo de formação da consciência.
5.9 Hegel tem um compromisso com a ideia de progresso humano deum ponto de vista específico.
5.10 A historicidade no pensamento de Hegel consiste em que é apenas ao traçar o caminho pelo qual a razão humana se desenvolveu e que podemos entender o que somos hoje.
5.11 Nas Lições de Iena, Hegel formula sua concepção do processo de formação da consciência, a tríplice dialética, sendo: as relações morais, a linguagem e o trabalho .5.12 As relações morais explicam o papel do outro na formação da consciência de um individuo.
5.13 A linguagem revela como a síntese do múltiplo de nossa experiência depende do emprego de símbolos.
5.14 O trabalho mostra como a consciência é formada igualmente pelo modo como o homem interage com a natureza.
5.15 Hegel, ao contrario de Kant, consideraque a unidade de autoconsciência não é originária, o indivíduo só pode concebê-la através de um processo de desenvolvimento.
5.16 A questão do processo histórico de formação da consciência terá seu tratamento mais elaborado na Fenomenologia do espírito.
5.17 A experiência que a consciência tem de si mesma corresponde à existência.
5.18 A partir da experiênciacompleta de si mesma, pode chegar ao conhecimento daquilo que é em si mesma.
5.19 A Fenomenologia trata da experiência que a consciência tem de si mesma.
5.20 Hegel pretende incorporar centralmente á filosofia uma reflexão sobre o seu tempo.
5.21 Podemos considerar que a Fenomenologia do espírito tem como objetivo traçar a “história” do espírito humano.
5.22A experiência que a consciência tem de si mesma corresponde á existência, na marcha da própria consciência.
5.23 Hegel procura mostrar, portanto, como se passa do saber fenomênico, da consciência comum, ao saber absoluto.
5.24 Segundo Hegel, o objeto só pode ser apreendido na percepção a partir do conceito.
5.25 A consciência sensível que pensa aprender o concreto nasensação.
5.26 A consciência infeliz é a expressão de um dilaceramento do interior do próprio ser.
5.27 O espírito subjetivo dá lugar ao espírito objetivo, assim, ao atingir o saber absoluto, o filósofo interioriza o que era exterior.

5. A DIALÉTICA DO SENHOR E DO ESCRAVO
6.28 Um dos textos fundamentais da análise hegeliana para o processo de formação da...
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