The mind in the cave

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faculdade de belas artes da universidade de lisboa |
The Mind in the Cave |
David Lewis-Williams |
|
Ficha de Leitura |
06/01/2011 |

Ana Beatriz Vasconcelos Almeida Rodrigues, nº5971 1 º ano da Licenciatura em EsculturaDisciplina: História da Arte |

Indíce

Introdução...............................................................................................................pag.3
Resumo de “The Mind in The Cave”……………………………………………………pag.4
Conclusão...............................................................................................................pag.43Bibliografia..............................................................................................................pag.44

Introdução

O presente trabalho é uma ficha de leitura da “The Mind in the Cave” da autoria de David Lewis – Williams.
David Lewis – Williams nasceu em 1934 na Cidade do Cabo. David é, um reconhecido arqueólogo, professor de Arqueologia Cognitiva em Joanesburgo e, doutor em antropologiasocial tendo, sido director do “Rock Art Research Institute” também em Joanesburgo.
Conhecido pelas suas pesquisas exaustivas em torno da arte e de crenças, o seu trabalho incide no Paleolítico sendo, conhecido como um renovador dos estudos sobre as convicções xamãs durante o supra referido período.
Na obra em estudo o autor apresenta a sua teoria acerca do desenvolvimento da mente humana, e omomento em que o homem começou a dessenvolver a sua mente para poder criar imagens para além do real. Para além disso Lewis-Williams fala-nos sobre a ligação entre as imagens e actos de xamantismo.


The Mind in the Cave:

O autor começa por nos apresentar três fragmentos no tempo e em cada um deles, cria uma teoria que vai referenciar o modo como as pessoas daquele tempo pensavam.
Oprimeiro fragmento situa-se entre 13000 a 14000 anos atrás, nas cavernas de Volp, Ariège, França e um homem entra na caverna com uma tocha e um dente de urso. Este Homem embarca numa jornada até às profundezas da caverna em busca de cumprir a sua “missão”. Ao chegar à câmara pretendida, este Homem crava o dente na parede. Continua a sua jornada até chegar a outra câmara onde encontra uma série deimagens de animais e figuras parte humanas, parte animais pintadas nas paredes e tenta decifrar o que está à sua frente.
O segundo fragmento situa-se no século XVII, nas Cavernas de Niaux, Ariège, França. Ruben de La Vialle e alguns companheiros penetram na caverna até chegarem ao Salon Noir. Nesta câmara o grupo comemora a sua chegada e La Vialle grava na parede o seu nome e a data junto à arteparietal já existente.
O terceiro fragmento situa-se em 1994, na caverna de Chauvet, Ardèche, França. Jean-Marie Chauvet, Eliette Brunel Deschamps e Christian Hillarie pesquisam informação sobre a Arte do Paleolítico Superior e encontram um documento que revela uma gruta por explorar. O grupo parte em busca dessa caverna e na mesma encontram um vasto património de arte Paleolítica.
O primeirocapitulo relata o surgimento da arte no período do Paleolítico. O autor introduz este capitulo com uma série de perguntas retóricas acerca da pessoa que aparece no primeiro fragmento. As questões que ele coloca não são aleatórias: o autor expõe a ideia de que o ser humano vive uma dualidade entre Homem racional, capaz de produzir técnicas para o melhoramento da sua vida, e Homem irracional com crenças eseitas. Este primeiro Homem que nos aparece é capaz de fazer uma tocha através do seu conhecimento racional e coloca-se em perigo numa jornada por causa das suas crenças. Este tipo de atitude não ficou confinado apenas à Idade da Pedra: ainda hoje existe este tipo de mentalidade. Mais uma vez, o autor coloca-nos um desafio e elabora as seguintes questões: qual é a diferença entre o cérebro e a...
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