Mind in the cave

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ÍNDICE

BIOGRAFIA…………………………………3
INTRODUÇÃO…….………………………..4
RESUMO…………..………………………...5
CONCLUSÃO……………...………………20
REFERÊNCIAS……..….………………….22

BIOGRAFIA

James David Lewis-Williams (nascido em 1934, Cape Town) é um estudioso do Sul-Africano. Professor emérito de arqueologia cognitiva na Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo.

David Lewis-Williams, como ele é conhecido por seusamigos e colegas, é considerado como um eminente especialista na cultura ou bosquímanos San, (Xan), especificamente, sua arte e crenças.
Sua pesquisa de campo a estudar a arte rupestre Drakensberg, juntamente com uma análise detalhada do Wilhelm Bleek & Lloyd Lucy Collection, na década de 1970 levou à uma grande procura de seu livro Believing and seeing: symbolic meanings in southern San rockpainting. Este trabalho mudou fundamentalmente a forma como muitos pesquisadores entendem San arte rupestre na África do Sul, assim como as pesquisas da arte Paleolítica.

Esta publicação aborda de modo muito interessante a pesquisa sobre arte do paleolítico, levanta questões a cerca de como olhar para estes povos primitivos e como alguns métodos de estudos podem ajudar assim como podem estarequivocados. Aliado aos novos estudos e por meios de vestígios, hipóteses e observação de povos actuais, não vem definir padrões ou ajustar conceitos. Vem sem dúvida eliminar a ideia do selvagem que nos separa destes povos. Procura abranger o maior número de campos de investigações a fim de criar uma esfera única capaz de dar uma imagem um pouco mais aproximada do início da consciência humana, alémdo início e motivos que levaram o homem a fazer arte. Porém esta não é uma tarefa fácil, ainda existem muitas lacunas que a falta de pistas mais claras e uma tradução correcta deixam sem preencher.
Quando estas questões tornarem-se mais simples de serem resolvidas (ou se um dia), será sem duvida um grande passo na descoberta de nossa origem

Sobre o prefácio

Este livro não é apenas um livrosobre arte rupestre, é um livro que marca um período de investigações e descobertas. Lança uma discussão sobre as teorias da arte paleolítica, e mais que isto, baseado nos métodos de pesquisa actuais questiona a quantidade de informação necessária para que seja possível levantar uma teoria que explique de maneira convincente os motivos que fizeram os homens neste período dedicar o seu tempo aestas actividades. Mais que respostas chega-se a conclusão que faz-se necessário ter as perguntas certas. Não é um olhar para o passado, é ver uma transformação sobre um pensamento já existente que foi capaz de mudar a visão do homem sobre seu próprio futuro. Quanto mais descobria-se mais perguntava-se.
Estes questionamentos envolvidos com novas teorias e novos estudos fizeram não apenas levantarpoeira sobre quando o homem passou a ser homem mas também sobre toda existência humana e os alicerces que até então a sustentava.

Três cavernas: três unidades de tempo
Unidade de tempo I
Tempo: entre 13.000 e 14.000 de anos
Local: as cavernas de Volp (Enlène e Les Trois Frères), Ariège, França.
Um homem entra em uma caverna, apenas com uma lamparina feita de gordura. Penetrando na escuridãoencontra uma pintura dele a enfrentar um leão, crava um dente de urso na pedra e segue sua segunda missão. De joelhos passa por estreitas aberturas até chegar em uma câmara abobadada cheia de pinturas e relevos que ele tenta decifrar.
Unidadde de tempo II
Tempo: ano 1660
Local: caverna de Niaux, Ariège, França
Ruben de la Vialle e alguns amigos entram em uma caverna perto da cidade de Tarascon.O lugar é uma atracção turística local considerada uma maravilha natural. Entra por uma passagem que da acesso a um sitio hoje conhecido como Salon Noir. Ao final deixa sua assinatura e data menos de um metro de umas pinturas que representam bisões, extraordinárias e nítidas, também muito chamativas. Porém, nem Ruben, nem ninguém parece prestar atenção a qualquer imagem daquele espaço.
Unidade...
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