Teoria transcultural

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  • Publicado : 10 de abril de 2013
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AS INTERMITÊNCIAS DA MORTE
José Saramago

"Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto", escreve José Saramago diante da representação tradicional da morte.
Apesar da fatalidade, a morte também tem seus caprichos. E foi nela que o primeiro escritor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel da Literatura buscou o material para seu novo romance, As intermitências da morte - obraque descreve a realidade de um país em que as pessoas param de morrer.
Cansada de ser detestada pela humanidade, a ossuda resolve suspender suas atividades.
E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema.
Idosos e doentes agonizam em seus leitos sem poder "passar desta para melhor". Os empresários do serviço funeráriose vêem "brutalmente desprovidos da sua matéria-prima". Hospitais e asilos geriátricos enfrentam uma superlotação crônica, que não para de aumentar. O negócio das companhias de seguros entra em crise. O primeiro ministro não sabe o que fazer, enquanto o cardeal se desconsola, porque "sem morte não há ressurreição, e sem ressurreição não há igreja".
As repercussões sociais, políticas,econômicas e ontológicas do recesso da morte é brilhantemente relatada em detalhes. Reflete-se sobre a essencialidade da morte para a vida, bem como da arte para o ideal ético humanista. No percurso, o autor retrata ricas experiências vividas por uma nação diante da suspensão temporária da finitude humana. Dentre elas, a superlotação dos hospitais, a crise financeira da previdência social, asfalências dos planos de seguro de vida e dos negócios funerários, bem como os impasses do governo, da Igreja e da sociedade para lidar com o insuportável da vida eterna.
Um por um, ficam expostos aos vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos.
Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre.Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna?
Ao fim e ao cabo, a própria morte é o personagem principal desta "ainda que certa inverídica história sobre as intermitências da morte". É o que basta para Saramago, misturando o bom humor e a amargura, tratar da vida e da condição humana.

A TRAVESSIA DA ARTE NO ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE: AS INTERMITÊNCIAS DAMORTE E A GESTÃO DO SUS
"E no dia seguinte, ninguém morreu”. Com essa frase, José Saramago inicia e termina as intermitências da morte, obra que descreve a realidade de um país em que as pessoas param de morrer. A gestão das repercussões sociais, políticas, econômicas e ontológicas do recesso da morte é brilhantemente relatada em detalhes. Reflete-se sobre a essencialidade da morte para avida, bem como da arte para o ideal ético humanista. No percurso, o autor retrata ricas experiências vividas por uma nação diante da suspensão temporária da finitude humana. Dentre elas, a superlotação dos hospitais, a crise financeira da previdência social, as falências dos planos de seguro de vida e dos negócios funerários, as Máphias que corrompem os ideais de democracia, escrita com ph paradestacar-lhe a excentricidade, bem como os impasses do governo, da Igreja e da sociedade para lidar com o insuportável da vida eterna. Esse é o pano de fundo sobre o qual se propõe o estudo da sistema e serviços de saúde, objeto da disciplina administração em saúde. A matéria tem como tem como propósito conhecer o funcionamento do sistema de saúde no que se refere à gestão da rede assistencial, aarticulação entre os níveis de atenção, os fluxos e a trajetória do usuário nos serviços de saúde dos distritos sanitários do SUS do Rio de Janeiro- RJ.
  Centra-se na construção do conhecimento a partir dos sujeitos, ao invés da simples assimilação de registros e de informações. As técnicas de ensino utilizadas procuraram motivar a capacidade reflexiva, de criação, de abstração ética...
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