Sociologia

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  • Publicado : 2 de janeiro de 2013
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No dia 12 de Novembro de 2012 entre as 18:00horas e as 19:30, assistimos na turma, na cadeira de Sociologia e Antropologia do Turismo, á um vídeo realizado na região de Fundão que pertence aodistrito de Castelo Branco, sobre a confeção tradicional do “Pão de Festa”, uma prática muito comum na localidade.
Com a utilização de uma maçaneira, a mãe e a filha preparam a massa com muitos ovos,farinha de trigo, fermento, azeite, manteiga, tudo medido ao olho e cuja fermentação é feita através de várias mantas e papelões.
A filmagem deu a perceber que as mulheres é que fazem esse tipo de tarefa,algo que vem passando de mãe para filha de geração em geração, onde o marido, ou seja, o homem é o supervisor do trabalho. Quando o pão é levado ao forno, que é pré-aquecido, muito bem limpo com umapá própria para a tarefa, o homem fica sentado a espera que o mesmo fique pronto para provar e se estiver alguma coisa errada a culpa é sempre da mulher. A colocação do pão no forno é feito com umaespécie de pau próprio para essa confeção, muito comprida e que permite que a mulher não se queime visto que o forno fica sempre com um pouco de brasa a porta para manter sempre a temperatura desejada epara o pão não queimar, nada pode dar errado porque é muito ingrediente e dinheiro, como é óbvio, perdido.
Por conseguinte, no dia 15 do mesmo mês e do corrente ano, entre as 19:30horas e as21:00horas, assistimos a um testemunho de vida, uma história de vida da senhora Maria Brízida, uma filmagem feita em 2008, que mostrou-nos a forma de vida antigamente, as dificuldades que a senhora, como outraspessoas da sua época enfrentaram em relação ao tralho, a ajuda dos pais, o namoro, etc. A senhora explica-nos que começou a trabalhar para fora aos onze anos de idade na colheita de azeitonas com amãe para ajudar a sua família. O namoro só era permitido, segundo ela, a partir dos dezoito anos de idade e mesmo assim sob vigilância do irmão ou da mãe e o rapaz não podia chegar muito perto. Não...
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