Social business

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  • Publicado : 15 de setembro de 2011
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Não há estatísticas precisas, mas o senso comum aponta o número expressivo de empresas que carecem de estratégia solida de colaboração, baseadas em políticas bem definidas de divulgação, acesso e gestão de conhecimento. A má notícia para esses negócios é que eles terão de correr contra o tempo para se adaptar a uma realidade inescapável. Segundo especialistas, a interação dos funcionários pormeio de ferramentas sociais , seja entre si, seja com públicos externos a companhia, já ocorre em grande velocidade e independente de as empresas terem ou não se planejado para isso. Os fornecedores de plataformas de colaboração e de sistemas coorporativos, como ERPs, adicionam cada vez mais ferramentas de colaboração social aos seus produtos. Além disso, a rápida popularização de tecnologia comoSharepoint 2010, que se integra a redes sociais, tende a empurrar as empresas em direção à colaboração, quer estejam preparadas ou não.
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Para empresários empenhados em se alinhar a essa tendência, os desafios não são pequenos. É preciso encontrar uma equação que equilibre fatores diversos, como legado tecnológico, verba para investimento e políticas de segurança e acesso. Isso tudo considerandoas especificidades do negócio, sua cultura e seu interesse em criar um ambiente de inovações nas suas dependências. Na prática, significa solucionar questões como: O que é informação de missão critica, e qual o tratamento que recebem em um contexto de colaboração? O que é possível ser de acesso geral? O que é restrito a cada área e a cada cargo? Como é feita a gestão do conhecimento em ambientede colaboração? Entre muitas outras.
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Código de Conduta
Mário Costa, gerente de soluções de colaboração da IBM do Brasil, diz que o planejamento e elaboração de políticas de colaboração envolvendo públicos internos e externos normalmente começam com a definição de quem será responsável pela criação de uma norma ou código de conduta que irá nortear as relações colaborativas. É esse time ou áreaque avaliará, por exemplo, como as colaborações podem ser integradas às iniciativas existentes e aos projetos da empresa. “Essa equipe deve buscar oportunidades de colaboração com clientes e parceiros ao longo de toda a rede de valor, e não só dentro de casa”, diz Costa.
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O importante, na visão do gerente, é que as diferentes formas de colaborações sejam integradas ao contexto dos processosde negócios e à rotina de cada funcionário. É isso que irá garantir ganhos de produtividade, e não a ferramenta em si. “Se o projeto tem como descrição meramente implementar um wiki ou um blog, ou aumentar as contas de email, provavelmente haverá potencial não explorado”, diz Costa. Ele alerta para o risco das “ilhas” (projetos isolados ou ferramentas sem um real contexto de colaboração social)“Trata-se de modelo perigoso, porque contribui para criação de silos de conhecimento e porque dificulta o controle e auditoria ao longo dos processos”, alerta.
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Lembrando que ferramentas de colaboração coorporativas já possuem mecanismos que permitem lidar de forma eficiente com a confidencialidade de informações, distinguindo o que é de acesso geral e o que é restrito a cada área, Costa diz que aempresa pode escolher entre um padrão de restrição (restringe-se tudo, menos o que está autorizado a ser compartilhado) ou um padrão de abertura (abre-se tudo, dando ao próprio usuário, a opção de restringir o acesso quando julgar necessário). Ele observa que há uma tendência para adoção do padrão de abertura, desde que as companhias contem com ferramentas apropriadas. Isso porque o maior valor dacolaboração está justamente em fomentar e facilitar a troca de informações, ele ressalta.
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O executivo da IBM destaca o impacto das redes sociais na gestão de conhecimento, na medida em que fomentam a sua captura e compartilhamento. “Com o fortalecimento das redes sociais, o conhecimento passa a ser mais facilmente consumido (localizado e acessado) e compreendido, por meio da interação...
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