Resumo era do capital

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  • Publicado : 2 de novembro de 2011
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Introdução

Este trabalho acadêmico tem por finalidade resumir a segunda parte: desenvolvimento, do livro, A era do capital de Eric J. Robsbawm, das páginas 171 a 220, destacando aspectos dos perdedores e vencedores, no contexto das transformações da vida européia entre 1789 e 1875.

Perdedores

Conforme o autor, podemos destacar que no âmbito da luta “pela existência”, só osmais capazes sobrevivem e isso determina a dominação dos mais fortes sobre os mais fracos, logo os que dominam a econômia, a técnologia, a força militar, se sobrepõem.
O autor divide as vítimas em quatro setores: Impérios não europeus, antigas colônias da Espanha e Portugal nas Américas, África do Sul-Saara e vitimas formalmente colonizadas ou áreas ocupadas na Ásia.
A grande preocupação dospovos politicamente organizados, não era como evitar a invasão dos brancos, mas se deveriam copiá-los, resistir a sua influência ou combinar ambos, uma vez que a grande estratégia para dominação de um povo é impor a cultura “civilizadora” em detrenimento da cultura considerada inferior, o grande foco era impor a religião predominante como forma de dominação.
O fortalecimento econômico sedava pela exploração e exportação dos produtos principais de cada região dominada, havia o investimento estrangeiro, o transporte era marítimo que viabilizava tal prática e conectava com a economia mundial, tanto que o autor vai dizer que os paises quando atingiam a independência sofriam regressão econômica e demográfica.
Um exemplo de dominação por parte dos ingleses no século XIX eramsobre os indianos, a grande estratégia era enviar os filhos da elite indiana para estudar na Inglaterra, quando estes retornavam ocupavam cargos de administração dos negócios dirigidos pelos ingleses, o que não impediu mais tarde um movimento nacional indiano que destrói a principal Compania East Índia Company.
Sobre o Egito o autor vai dizer que apesar de ser independente servem como celeiropara o mundo capitalista, especialmente pelo trigo e algodão, atraindo muitos invasores especialmente os britânicos, porém, o Egito conseguiu manter um movimento antiimperialista, devido sua força política poderosa focada no Islã, que absorvia os conhecimentos científicos altamente moderna com parlamentos e exércitos nacionais.
Com relação a China o autor vai dizer, que em determinado momento seenfraquece devido a fragilidade do sistema imperial, cita a conquista ocidental na Primeira Guerra do Ópio, mas a administração imperial retoma sua força na religiosidade, com idéias igualitárias teoístas, budistas e cristãs estabeleceu a igualdade entre os sexos, proibiu o fumo, o ópio e o álcool, estabeleceu um novo calendário, redução de impostos e várias formas culturais.
Num contextogeral o autor vai dizer que “os que viviam nas colônias conquistadas, dominadas ou administradas pelo ocidente não tinha muita escolha, seu destino era determinado pelos seus conquistadores”[1]

Vencedores

O autor descreve que “nunca, portanto, os europeus dominaram o mundo de forma tão completa e inquestionável...”[2] neste período de 1848 a 1875, os Estados Unidos da América, eraconsiderada o novo mundo o único que podia confrontar com a Europa neste período, num contexto de terra livre, capitalismo liberal, com dinamismo econômico e tecnológico, porém, grande parte dos americanos era rural no meio oeste, que contribui para formação do Partido Republicano com grande poder político, temos sua história no foco da cultura popular, pela Guerra Civil e o Oeste, que gerou umconflito entre representantes dos colonos livres (norte), e os da sociedade escravista do sul, cita o massacre dos búfalos e o mito do Oeste selvagem. Existe uma superioridade econômica no norte, exigindo uma força política redobrada do sul, já os que povoavam o oeste vinham tanto do sul como do norte e se tratava de “brancos livres e pobres, atraídos pelo solo livre, ouro e aventura”[3], as estradas...
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