Resenha critica

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO – UFMT
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO – IE
LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA
DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL














RESENHA CRÍTICA









ELAINE MARIA PEREIRA DIAS

















Cuiabá/MT
Out/2010



ELAINE MARIA PEREIRA DIAS












RESENHA CRÍTICATrabalho de aproveitamento da disciplina de Libras sob a orientação da Prof. Suammy Priscila Rodrigues , como exigência parcial para a obtenção do título de graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental.













Cuiabá/MT
Out/2010
RESENHA CRÍTICA DO FILME: BLACK

O filme mostra Michele, uma menina que nasceu surda e cega. Seus paisnão sabiam como lidar com sua deficiência, ela vivia realmente em uma “escuridão”. Até aparecer em sua vida um homem, um professor, que estava disposto a transformar aquela menina, que vivia praticamente como um animal, comendo com as mãos em uma verdadeira senhorita.Queria trazer “luz” para a vida dela.
O professor usava métodos até um pouco agressivos para tentar educar a menina,mas acredito queera a única maneira de chamar a atenção dela pois a mesma não enxergava e nem ouvia.
Um professor em minha opinião deve agir como o personagem do filme, educar com firmeza, mas sempre com muito amor e afeto.
Michele sofria de surdocegueira que é a incapacidade total ou parcial de audição e visão, simultaneamente.
O portador de surdo-cegueira não pode ser assemelhado nem a um surdo nem a umcego, pois constitui um caso bastante particular. São distinguíveis quatro graus de surdo-cegueira:

*existência de um resíduo auditivo e de um resíduo visual
*surdez total e resíduo visual
*resíduo auditivo e cegueira total
*surdez e cegueira totais

O grupo mais numeroso de surdocegos é composto por pessoas com 65 anos ou ainda mais idosas, que adquiriram a deficiência sensorialtardiamente. As causas da surdo-cegueira podem ser acidentes graves; a condição genética do síndrome de Usher (as manifestações clínicas desta síndrome incluem a surdez, que se manifesta logo no início da vida e a perda visual que ocorre, geralmente, mais tarde) e surdo-cegueira congênita resultante de doenças como a rubéola ou de nascimentos prematuros.
Os surdo-cegos possuem diversas formas para secomunicar com as outras pessoas. A LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais, desenvolvida para a educação dos portadores de deficiência auditiva, pode ser adaptada aos surdo-cegos utilizando-se o tato. Colocando a mão sobre a boca e o pescoço de um intérprete, o portador de surdo-cegueira pode sentir a vibração de sua voz e entender o que está sendo dito, esse método de comunicação é chamado de tadoma.Também é possível para o surdo-cego escrever na mão de seu intérprete utilizando um alfabeto manual ou redigir suas mensagens em sistema braille, língua formada de pontos em relevo criada para a comunicação dos portadores de deficiência visual. Existe ainda o alfabeto moon, que substitui as letras por desenhos em relevo e o sistema pictográfico, que usa símbolos e figuras para designar os objetos eações.
Língua de Sinais - Método criado no século XVIII pelo abade Michel de L'Epée, o primeiro a considerar a linguagem gestual como a língua natural dos surdos. Consiste em uma forma de comunicação construída no espaço através de movimentos das mãos em diferentes configurações e pontos de contato no corpo.
Alfabeto manual - A invenção do alfabeto manual ou alfabeto datilológico é atribuídaa alguns monges da Idade Média que fizeram o voto de silêncio. Estruturado e adotado oficialmente na França, no Século XVIII, para a educação do surdo, foi mais tarde adaptado para o surdo-cego por educadores ingleses e americanos. Consiste em fazer, com a mão direita, um sistema de signos sobre a palma do interlocutor. São variados os códigos adotados nesse procedimento; a forma mais usual...
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