Psicologia

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Licenciatura em Psicologia
Regime pós-laboral


Consulta psicológica















Docente: Dra. Esmeralda Macedo


Trabalho realizado por:
Ana Filipa Santos Nogueira
2009














INTRODUÇÃO

Definição da federação Mundial de Musicoterapia.
A quem se aplica a Musicoterapia.


BREVE HISTÓRIA DA MUSICOTERAPIA

Desde os povos primitivosaté aos dias de hoje.


MÉTODOS E TÉCNICAS


MÉTODO JOST


MÉTODO ORFF


CONCLUSÃO


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


SITES


















O que é a musicoterapia?

De acordo com a definição oficial da Federação Mundial de Musicoterapia:

“Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um musicoterapeutaqualificado com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objectivos terapêuticos relevantes, a fim de atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas.
A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhororganização intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento.”


A quem se aplica?

A musicoterapia pode ser aplicada a qualquer pessoa susceptível de ser tratada com esta terapia. Tem melhor efeito nas pessoas “virgens de conhecimentos musicais” por existir mais facilidade para se introduzir no contexto não-verbal. Éindicada particularmente em doenças como: autismo e esquizofrenia sendo a primeira técnica, nestes casos, de aproximação.












Nos povos mais primitivos, era comum considerarem um animal como um antepassado encarnado que vinha para os proteger dos perigos que rodeavam o mundo e, “…de tempos em tempos celebravam festas em que eram imitados os movimentos, sons e outras peculiaridadesdeste protector, através de cantos e danças rituais.” (Clarice Costa, 1989, p.18)
Nessa altura, o tratamento dos doentes era feito pelo feiticeiro que através de danças e músicas cerimoniais tentava acalmar a causa da enfermidade.
Ainda hoje, são encontradas essas “músicas de cura” entre os Índios. O feiticeiro canta repetidamente uma melodia e a restante tribo acompanha só falando, de forma acansar o espírito perturbador da doença, este ritual pode durar muitas horas, ou mesmo dias.


Já na Grécia surge uma atitude racional face à doença. Segundo Morente, os gregos foram os descobridores da razão, diferençar o que tem uma existência real daquilo que é apenas aparente.
Nesta altura na Grécia Hipócrates, considerado mais tarde como pai da medicina, deu um grande contributo para odesenvolvimento da medicina. Hipócrates baseava-se nos sinais e sintomas para estabelecer um prognóstico e a terapêutica, encontrando-se, ainda hoje, em seus escritos descrições detalhadas de doenças como delírios, caracterizando-os de perturbação da razão (acompanhados ou não de febre), e da epilepsia, embora de uma forma menos clara. Considerava que a doença era sempre psicossomática, sendo umadesarmonia da natureza humana, sendo que para esse desequilíbrio recomendava a música, que desempenhava uma função de provocar a purificação catártica das emoções, enriquecendo a mente e dominar as emoções através de melodias que levam ao êxtase.
No uso terapêutico, utilizavam os modos combinados com os ritmos de forma a produzir determinados resultados nos doentes submetidos à audição musical.Classificação segundo Casiodoro:

“O modo dório e relaciona com a modéstia e a pureza; o modo frígio estimula a combatividade; o modo eólio recompõe transtornos mentais e induz ao sono; o modo jónio estimula os intelectos melancólicos e provoca o desejo de objectos celestiais; o modo lídio alivia as almas oprimidas por preocupações”.
(Clarice Costa, 1989, p.20)

Paralelamente ao uso da...
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