Protocolo eoa

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EMISSÕES OTOACÚSTICAS EVOCADAS 

É a energia mecânica produzida vibração de células ciliadas externas  na cóclea  que  voltará  de  forma  reversa  pela  orelha  média  e  será  captada  no  condutivo  auditivo  externo.  A  pesquisa  das  emissões  otoacústicas  auxilia  no  diagnóstico  diferencial  da  perda  auditiva  neurossensorial.  Na  prática  clínica  é  realizada  a  pesquisa das  emissões  otoacústica evocadas transientes e por produto de distorção.  O sistema de registro das EOAs consiste de uma interface que gerará o estímulo,  registrará  e  analisará  a  resposta,  tendo  como  acessório  uma  sonda,  contendo  um  microfone que registrará as emissões otoacústicas.  Há  vários  equipamentos  disponíveis  no  mercado,  mas  o  princípio  de  registro geralmente é o mesmo.  É  um  teste  rápido  de  ser  realizado  quando  realizado  em  condições  ideais  (ambiente silencioso e o paciente sem se movimentar).  A  sonda  deve  ser  ajustada  corretamente  no  conduto  do  indivíduo,  produzindo  vedamento adequado. 

EMISSÕES OTOACÚSTICAS EVOCADAS TRANSIENTES (EOET): Para esse tipo de emissões, os estímulos utilizado para evocá­la são o clique ou  tone bursts.  As EOET são encontradas em cerca de 98% dos indivíduos com células ciliadas  externas íntegras ou quando a lesão das mesmas não ocasionar perda auditiva igual ou  superior  a  30dB  NA  e  As  EOAT  podem  ser  obtidas  em  deficiência  auditivas  com  conservação da audição ao redor de 1KHz mesmo que as perdas em outras freqüências  sejam  maiores.  Na  maioria  dos  casos  são compostas  por  múltiplas  freqüências  com  diferentes latências, limiares, amplitudes e duração.  As emissões otoacústicas registradas  energia mecânica produzida pelas células  cilicadas  externas  s  emissões  otoacústicas  registrada  no  conduto  auditivo  externo  apareseno  condutivo  externo  mantêm  as  mesmas  freqüências  produzida  na  cóclea, porém haverá perda de amplitude nesta transimssão reversa pela orelha média. Apesar  do  clique  não  apresentar  especificidade  de  freqüência  (1  a  4  kHz)  estimulando  uma  região da cóclea, as emissões são analisadas por banda de freqüência, permitindo que o  examinador tenha uma noção da funcionalidade das células cilicadas externas em cada

região.  Assim,  as  EOET  não  são  dependentes  de  uma  conservação  global  das CCEs,  pois  a  preservação  da  audição  em  algumas  freqüências  pode  gerar  as  emissões.  Uma  conclusão  importante  é  que  a  ausência  das  EOET  não  quantifica  as  perdas  auditivas,  mas pode detectar  a sua presença.  Em bebês e crianças pequenas,  as EOETs apresentam  níveis são maiores e seu  limite  de  frequência  geralmente  estende­se  até  5  ou  6  kHz,  quando comparada  a  do  adulto.  Fica  claro  que  bebês  e  crianças  pequenas  têm  meatos  acústicos  externos  com  volumes  menores  e,  desta  forma,  um  nível  mais  elevado das  EOETs  seria  esperado  a  partir  do  presumível  aumento  das  pressões  sonoras  da  emissão  no  meato  acústico  da  criança, em relação ao meato acústico do adulto. A maior extensão das freqüências mais  altas das  EOETs  em  neonatos  e  crianças  pequenas  em  relação  aos  adultos  resulta  provavelmente  das  propriedades  físicas  do  meato  acústico  externo,  menor,  o  qual  favorece  uma  mudança  na  frequência  de  ressonância  para  as  freqüências  mais  altas.  Associado a isto, existe a imaturidade do sistema eferente responsável pelo controle da motilidade das células ciliadas externas.  O equipamento que é utilizado para registrar as emissões determina e apresenta  automaticamente a informação que é importante para estabelecer a presença ou ausência  de uma EOET. Incluem informações sobre as formas de onda do estímulo e de respostas  e  seus  contornos  espectrais,  o  nível  de  ruído  e  os  critérios  de  rejeição  dos  ruídos  e  a ...
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