Planeamento familiar

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REPUBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO MEDIO NORMAL DE EDUCAÇÃO Nº 8019 “24 DE JUNHO” CACUACOTrabalho de História
Tema
Origem dos movimentos de libertação na África Austral



















INTRODUÇÃO
Como é do conhecimento, do conhecimento África foi colonizado durante milhares de ano pelas forças Estrangeiras ou Europeias, devido as suaspotencialidades Económicas, sua mão-de-obra barata. Nesta altura em que os europeus colonizaram África, em África ainda não existia União entre vários países Africanos. Mas tarde, através dos seus chefes tradicionais, começou haver relações entre países, e partir daqui, os africanos foram se unido trocando impressões entre eles. E através destas impressões, certos chefes tradicionais africanos, foramorganizando-se em grupos e começaram a combater contra as potencias colonizadoras, através das deram origem as independências de certos países africanos.
O presente trabalho faz uma incursão no tempo para saber qual a origem dos MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO NA AFRICA AUSTRAL, suas siglas, lideres, objectivos de criação bem como o contextos em que foram criados. Conta com a dissertação de uma lenda vivadestes movimentos. O antigo presidente moçambicano, Joaquim Chissano, que já fora ministros dos Negócios Estrangeiros do seu país e primeiro-ministro do governo de transição de Moçambique, foi um dos conferencistas do “I Colóquio Internacional sobre a História do MPLA”, a quem foi reservada a abordagem sobre “O papel do MPLA e da FRELIMO na libertação da África Austral”.

O trabalho compreende trêstemas dissertado: 1 - LIBERTAÇÃO DA ÁFRICA AUSTRAL FOI DESENHADA EM DAR-ES-SALAAM; 2 - O SANTUÁRIO DA LIBERTAÇÃO DE ÁFRICA; 3- A ORIGEM DA LINHA DA FRENTE














1 - LIBERTAÇÃO DA ÁFRICA AUSTRAL FOI DESENHADA EM DAR-ES-SALAAM

A Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas (CONCP), de que o angolano Mário Pinto de Andrade foi o primeiropresidente e o moçambicano Marcelino dos Santos primeiro-secretário, foi o espaço privilegiado de concertação sobre estratégias de luta nas antigas colónias de Portugal.
Jovens estudantes que eram, na altura, conseguiram congregar um conjunto de intelectuais nacionalistas que se propuseram assumir a sua condição de colonizado e encetar um processo político reivindicativo da independência dos seuspaíses.
Mas a intransigência das autoridades portuguesas, a quem foi proposta a concessão da independência aos territórios colonizados pela via pacífica, induziu a aposta noutras formas de luta, entre as quais a “violência legítima” contra o sistema de colonização portuguesa.
A organização em Movimentos de Libertação Nacional (MLN) foi o desafio assumido naqueles países em que ainda não se conheciauma dinâmica política efervescente. Em Moçambique, na Guiné-Bissau e Cabo Verde, bem como em São Tomé e Príncipe criam-se os respectivos MLN.
Achando-se num momento em que estava em voga o debate sobre a criação de uma organização continental, a OUA, fica estabelecida a aliança dos integrantes da CONCP ao grupo de reflexão de Casablanca, Marrocos, passando a contar com o apoio desta organizaçãoapós a sua fundação, para o alcance dos seus objectivos políticos.
Aliás, a proposta de acção da OUA era muito clara quanto à necessidade de se prestar todo o apoio aos movimentos que lutavam pela libertação dos seus países, logo o fim das colónias, assumindo ainda como fim último o desmantelamento do sistema de apartheid vigente da África do Sul.
A criação do “Comité Coordenador da Luta de...
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