Pilhas

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Universidade Estácio de Sá
Química Professora: Deisemar Mattos

TRABALHO DE QUIMICA FUNCIONAMENTO DE UMA PILHA

Eng. Petróleo Mauricio Souza de Carvalho Mat.: 201201385831

Rio de Janeiro 02/06/2012

1.Introdução 2. Desenvolvimento 2.1 História da pilha 2.2. Pilha de Daniell 2.2.1 Representação da pilha 2.3 Força eletromotriz 2.3.1Concentração de soluções 2.3.2 Temperatura 2.3.3 Medidade potencial de um eletrodo 2.3.4 Eletrodo padrão de hidrogênio 2.3.5 Medida do potencial de um eletrodo de zinco 2.3.6 Medida do potencial de um eletrodo de cobre 2.4 Equação de Nernst 2.4.1 Aplicaçõe da equação de Nernst 2.4.2 Aplicação da equação de Nernst nas reações anodicas 2.4.3 Aplicação da equação de Nernst nas reações catódicas 2.4.4 Equação de Nernst para meios ácidos não aerados 2.4.5Aplicação da equação de Nernst para meios ácidos aerados 2.5 Pilhas secas e acumuladores 2.5.1 Pilhas Alcalinas 2.5.2 Pilha de mercurio e zinco 2.5.3 Pilha de lítio e iodo 2.5.4 Acumuladores ou baterias 2.5.5 Bateria de níquel e cardimio 2.5.6 Pilha de combustível 3. Conclusão 4. Referencias bibliográficas

1. INTRODUÇÃO Você já experimentou uma sensação de choque elétrico quando se morde umpapel alumínio? Isto ocorre quando há contato entre o alumínio e os metais presentes em obturações dentárias, o ddp existente é que determina esta reação e é a partir desse princípio que são construídas as pilhas. Esse trabalho envolve a história das pilhas, força eletromotriz, tipos de pilhas, a equação de nerst e o compreendimento maior de suas aplicações. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 História da pilhaO médico italiano Luigi Galvani (1737-1798) idealizou as forças elétricas nos movimentos musculares: no ano de 1791, realizava experimentos quando observou que a coxa de rãs recentemente dissecadas, sofria contrações quando entrava em contato com metais diferentes. Ele concluiu que os tremores surgiam quando havia contato entre a perna do animal e objetos de ferro e de cobre, ou seja, os nervos darã conduziam corrente elétrica. Mas a explicação correta para esse fenômeno só surgiu no início do século XX, 130 anos depois do experimento com rãs. Nessa época foi verificada uma diferença de potencial (ddp) que existe entre o objeto de ferro e o de cobre produzindo um fluxo de elétrons, este fluxo passa pelos nervos e músculos da perna da rã produzindo as contrações. A passagem de correnteelétrica é responsável por esses acontecimentos. Pilha, célula galvânica, pilha galvânica ou ainda pilha voltaica é um dispositivo que utiliza reações de óxido-redução para converter energia química em energia elétrica. A reação química utilizada será sempre espontânea. Neste dispositivo, têm-se dois eletrodos que são constituídos geralmente de metais diferentes, que fornecem a superfície na qualocorrem as reações de oxidação e redução. Estes eletrodos são postos em dois compartimentos separados, imersos por sua vez em um meio contendo íons em concentrações conhecidas e separados por uma placa ou membrana porosa, podendo ser composta por argila não-vitrificada, porcelana ou outros materiais. As duas metades desta célula eletroquímica são chamadas de compartimentos e têm por finalidade separaros dois reagentes participantes da reação de óxido-redução, do contrário, os elétrons seriam transferidos diretamente do agente redutor para o agente oxidante. Finalmente, os dois eletrodos são conectados por um circuito elétrico, localizado fora da célula, denominado circuito externo, garantindo o fluxo de elétrons entre os eletrodos. As pilhas não devem ser confundidas com as baterias. Enquantoa primeira apenas converte energia química a elétrica, a segunda faz a interconversão entre energia química e elétrica.

É importante saber que na pilha, os elétrons fluem do ânodo para o cátodo, sendo que o sentido da corrente elétrica, frequentemente utilizado na Física, se dá do cátodo para o ânodo. 2.2 A pilha de Daniel Em 1836, o químico e meteorologista inglês Jonh Frederic Daniell...
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