Pedagogia Hospitalar

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A concepção sobre Classe Hospitalar vem se configurando de formas diferentes ao longo dos anos, assim como a assistência médica à criança também vem sofrendo inúmeras e significativas transformações. Segundo Matos e Mugiatti (2006, p. 13) o papel da educação, por sua vez, torna-se cada vez mais importante face à multiplicidade de demandas das necessidades sociais emergentes; é o motivo pelo qual precisa a educação, como mediadora das transformações sociais, com o apoio e criatividade, para uma sociedade mais consciente, mais justa e humana.
Henri Sellier, Prefeito de Surenses (França), deu todo o apoio e incentivo para que os estudos fossem prosseguidos dentro do hospital, pois em 1935 em decorrência da Segunda Guerra Mundial, inúmeras crianças foram gravemente feridas e mutiladas, passando por tratamentos intensivos e duradouros, impossibilitando-as do acesso à escola. Esse tipo de prática foi realizada por médicos que se sensibilizaram, em conjunto com voluntários e religiosos, com o intuito de amenizar as dores físicas e principalmente emocionais. A Classe Hospitalar então tem seu início, porém não ainda com essa denominação. Essa prática foi sendo esparsa e adaptada, tanto na Europa quando nos Estados Unidos, os centros tinham como objetivo suprir as dificuldades escolares de crianças tuberculosas, sendo que é uma doença contagiosa e fatal, o que exigia isolamento e tratamentos longos.
Ainda na França em 1939, foi criado o C.N.E.F.E.I. (Centro Nacional de Estudo e de Formação Para a Infância Inadaptadas), tendo como objetivo formar professores para exercer a Pedagogia Hospitalar, acreditando que para atuar nessa área era necessário mais do que médicos, voluntários e religiosas, era preciso um pedagogo com uma formação diferenciada da formal, criando assim, o cargo de Professor Hospitalar, junto ao Ministério da Educação.
Sendo assim, as crescentes alterações no seio da sociedade criam a necessidade de formação continuada e de desenvolvimento de novas

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