Patrimonialismo

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trimonialismo
União de Ensino Superior de Diamantino

Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Diamantino

Curso de Bacharel em Administração – 7º Semestre











MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Patrimonialismo





Allaine Xavier

Ariane Nobre

Luiz Paulo Mendes

Márcia Cristina





Diamantino

2013



Allaine Xavier

Ariane Nobre

LuizPaulo

Márcia Cristina













MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Patrimonialismo





Trabalho de Administração Pública apresentado à Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Diamantino, Curso de Administração, como um dos pré-requisitos para obtenção de nota parcial do primeiro bimestre do segundo semestre de AdministraçãoPública ministrado pela professora Vanessa Pivatto.





Diamantino

2013

1. Introdução

O Estado Democrático de Direito defende os valores da cooperação e do compromisso, e nenhum indivíduo está acima da lei. Assim, as autoridades administrativas detêm o poder, mediante regulamentação legal, devem estar submetidas aos limites que condicionam a sua postura.
Analisara gestão administrativa de alguns órgãos públicos implica analisar a gestão de ações públicas, visualizando as necessidades sociais. O conceito de patrimonialismo origina-se do conceito de patrimônio, que do latim patrimonium, em seu sentido original, significava um conjunto dos bens paternos, herança familiar.
Patrimonialismo é a substantivação de um termo de origem adjetiva: patrimonial,que qualifica e define um tipo específico de dominação. Sendo a dominação um tipo específico de poder, representado por uma vontade do dominador que faz com que os dominados ajam em grau socialmente relevante, como se eles próprios fossem portadores de tal vontade. O “patrimonialismo brasileiro” consiste na prática social que não efetua a fundamental diferença entre a esfera pública e a privadana vida política.






















































2. História

O modelo patrimonialista foi introduzido no Brasil pela própria administração portuguesa quando ainda éramos uma colônia. Como Portugal era uma monarquia, todo o Estado era patrimônio da família real. Neste sistema os bens públicos e particulares seconfundem, pois o Rei não diferencia seu patrimônio particular do estatal.
Há três décadas o conceito de patrimonialismo é associado à análise de certas formas de constructo estatal e de governança em países tanto da África, como da América Latina e da Ásia. Busca-se assim dar conta das diversas facetas dos vários obstáculos encontrados no caminho da democratização e do desenvolvimentopolítico em geral.
É atribuído a Max Weber o estudo aprofundado do fenômeno do patrimonialismo, que já era notado e percebido como nocivo nos estados alemães do século XIX. Weber, aliás, fazia uma associação bastante pertinente entre as ideias de patrimonialismo e patriarcalismo (a concentração de poder nas mãos do patriarca, ou líder, e seus agregados). Suas conclusões acerca da burocracia(não no seu sentido pejorativo, que lembra algo que não funciona, repartições empoeiradas, com engrenagens lentas e ineficientes, mas de um conjunto técnico, de uma administração pública profissionalizada, eficiente e ética) redundaram no aparecimento de procedimentos como o concurso público, licitações, controle da administração pública. No Brasil os ideais burocráticos foram fixados em nossoordenamento jurídico, de fato, apenas com a Constituição de 1988, numa época bastante tardia, portanto.
Essas preocupações remontam ao começo da década de 1970, momento em que, no contexto do questionamento das teorias da modernização, Shmuel N. Eisenstadt colocou em questão “a justificação do uso do termo ‘patrimonial’ – um termo derivado da análise de sistemas políticos históricos...
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