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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO I
PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO E CONTEMPORANEIDADE

EDUCAÇÃO X SOCIEDADE: Uma perspectiva analítica dos desafios pedagógicos, enfrentados pelos Educadores de Jovens e Adultos frente á uma cliente-la tão diversificada.

BRUNO SOUSA MENDONÇA

Anteprojeto de Pesquisa apresentado a Universidade do Estado daBahia – UNEB como requisito para inscrição no Mestrado em Educação e Contemporaneidade

SALVADOR
2010
TEMA:

EDUCAÇÃO X SOCIEDADE: Uma perspectiva analítica dos desafios pedagógicos, enfrentados pelos Educadores de Jovens e Adultos frente á uma cliente-la tão diversificada.

PROBLEMA:

Os desafios enfrentados pelo educador de jovens e adultos frente a uma cliente-la social eculturalmente diversificada.

HIPOTESE:

A educação de Jovens e Adultos no Brasil como um todo, adota uma pedagogia baseada na empregada para escolarizar os índios e negros alforriados durante o período colonial, ou seja, tal metodologia é ineficaz quando se refere a homogeneização e integração da diversidade social e cultural presente numa sala de aula.

REFERENCIAL TEÓRICO:

A educação assimcomo uma boa escolaridade, vista na atualidade como uma exigência da sociedade moderna que, por sua vez, exige novas formas de encarar o conhecimento. Sendo assim, não basta “ter conhecimento”, mas saber o que fazer com esse conhecimento. Este “saber fazer”, impregnado de autonomia, da capacidade de fazer múltiplas leituras sabendo relacioná-las, é um dos desafios da educação permanente.
AEducação de Jovens a Adultos – EJA nos últimos dez anos tem vivenciado uma série de episódios nacionais e estaduais que trazem a consolidação da modalidade de ensino na educação formal e desencadeiam enumeras reflexões pedagógicas. Tudo aquilo que diz respeito à Educação de Adultos no Brasil acompanha a trajetória da história da educação como um todo, que por sua vez acompanha a história dosmodelos econômicos e políticos e conseqüentemente a história das relações de poder, dos grupos que estão no exercício do poder. Onde, a mobilização brasileira em favor da educação do povo, ao longo da nossa história parece realmente ligar-se às tentativas de sedimentação ou de recomposição do poder político e das estruturas sócio-econômicas, fora e dentro da ordem vigente.
Pensar a educação apartir do marco da história da educação no Brasil nos remete ao sistema educacional fundado pelos jesuítas no Brasil colônia. Cujo foco era a aculturação sistemática dos nativos, educação que perdurou por volta de duzentos e dez anos, e que não relegou suas funções como dominadores espirituais, ancorou a sua linha curricular de forma muito competente, fazendo maciço investimento na erudição deseus alunos com o apoio da realeza.
“a realeza e a igreja aliavam-se na conquista do Novo Mundo, para alcançar de forma mais eficiente seus objetivos: a realeza procurava facilitar o trabalho missionário da igreja, na medida em que esta procurava converter os índios aos costumes da Coroa Portuguesa. No Brasil, os jesuítas dedicaram-se a duas tarefas principais: pregação da fécatólica e o trabalho educativo. Com seu trabalho missionário, procurando salvar almas, abriam caminhos à penetração dos colonizadores”. Ressalta (PILETTI, 1988, p. 165)

Na fase jesuítica da educação brasileira além das crianças os adultos também eram alfabetizados, bem como na catequese. Após esse período, a educação de jovens e adultos foi considerada sem importância.
De acordo comPiletti(1988) somente em 1870, surgiram as primeiras escolas para adultos nas diversas províncias do Brasil, que acompanhavam o crescimento do sistema elementar de ensino.
Foi a partir da década de 30, que se implantou um sistema público de educação elementar no país. Nesse momento a sociedade brasileira passava por grandes transformações, associadas ao processo de industrialização, com...
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