Modelo de gordon

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Gestão Orçamentaria 2
Modelo Gordon




Gestão Orçamentaria 2
Modelo Gordon

Sumário
Introdução 2
Políticas de Dividendos 2
Custo da Ação Preferencial 3
Exemplo: 3
Custo da Ação Ordinária 4
O Modelo de Gordon 4
Modelo Gordon - Abordagem do Investimento 4
Modelo Gordon - Dividendos Crescentes 5
Exemplo de utilização do Modelo de Gordon 6
A Diferença entre asduas Fórmulas 7
Bibliografia 9

Introdução

Para falarmos do modelo de Gordon precisamos entender melhor o mercado de ação. Mercado de ações é um ambiente público e organizado para negociação de alguns títulos imobiliários (ações).
As ações são pequenos “pedaços” de uma empresa, também chamadas de “papéis”, porque formalmente são “títulos nominativos” que representamfrações do capital social de uma empresa.
Os acionistas, pessoas que compram ações, estão investido no futuro de uma empresa, durante o tempo que estiverem de posse de suas quotas (quantidade de ações que um individuo possui). O preço de uma quota varia de acordo com as condições econômicas, o desempenho da empresa e as atitudes dos investidores. A primeira vez que uma empresa oferece suasações para venda ao público é chamada de oferta pública inicial (OPI), também conhecida como “goingPublic” (indo ao público).
O preço que uma ação que é negociada no mercado é chamada de Cotação ou Valor de Mercado. Quando um negócio dá lucro, o dinheiro pode ser divido com seus acionistas através de dividendos. O lucro pode ser guardado reinvestido, aprimorando o negócio ou contratando novaspessoas. Ações que publicam dividendos frequentes são ações de renda. Ações em empresas que reinvestem seus lucros são ações de crescimento.
Estrutura de Capitais

A estrutura de capital de uma empresa refere-se à composição das fontes de financiamento a longo prazo oriundas de capitais de terceiros (exigível) e de capitais próprios (patrimônio liquido). É atribuída importância exclusiva aosfundos a longo prazo, pode-se admitir que os recursos do passivo circulante visão fundamentalmente suprir as necessidades financeiras sazonais da empresa, e não financiar a demanda por recursos de natureza permanente. O critério de financiamento do ativo total é aquele sugerido pela abordagem do equilíbrio financeiro tradicional.
O estudo da estrutura de capital está estreitamente relacionado como custo de capital total de empresa.
É marcante a existência de divergentes opiniões na teoria de finanças sobre a existência ou não de uma estrutura de capital ótima, de certa composição das fontes de financiamento que reduzem o SMPC da empresa no seu valor mínimo.
Podem ser identificadas duas grandes linhas de pensamento: a convencional e a proposta por Modigliani e Miller as quais divergempor aceitar e rejeitar, respectivamente, a possibilidade de existência de uma estrutura de capital ótima.
Estrutura de capital diz respeito à composição do passivo da empresa, ou mais especificamente, qual a participação relativa das diversas fontes de financiamento na composição das obrigações totais (Brealey e Myers, 1992; Gitman, 1997 e Weston e Brigham, 2000). Desta maneira, estuda-se qual ovolume de ações ordinárias e ações preferenciais e qual o montante de financiamento que a empresa possui.
O custo do capital é utilizado para avaliar a viabilidade dos investimentos da empresa. Caso uma taxa imprecisa seja utilizada para descontar os fluxos de caixa, a empresa pode não aceitar projetos atraentes ou, no lado oposto, efetuar investimentos que acarretarão prejuízos.
O custo deações ordinárias é, por si só, bastante complexo, tendo-se em vista a dificuldade para relacionar os dividendos a serem pagos, variáveis porquanto proporcionais ao lucro, aos preços de ações em constante flutuação. Além disso, a estimação do custo de todas as fontes utilizadas pela empresa gera diversas limitações, porque supõe estrutura de capital constante, sendo essa variável ao longo do...
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