Inventarios

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Cristina Cambão nº 8462 |
2010/2011 |

Mensuração de inventários, métodos de contabilização de inventários, operações com inventários, variação da produção, abordagens às Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NRCF) |
Conte údo
1. Introdução 4
2. Conceito de inventários 5
3. Mensuração de inventários 5
3.1. Custo dos inventários 5
3.1.1. Custos decompra 6
3.1.2. Custos de conversão 6
3.1.3. Outros custos 7
3.2. Custos de Inventários de um Prestador de Serviços 7
3.3. Valor realizável líquido (VRL): 8
3.4. Ajustamentos em inventários 11
3.4.1. Caso 1 - Confecções Lusitânia, Lda., 11
3.4.2. Caso 2- A empresa Axinite,S.A. (1ª parte) 12
3.5. Dedutibilidade fiscal das perdas por imparidade 13
3.6. Reversão de perda deimparidade 13
3.6.1. Caso 2- A empresa Axinite,S.A. (2ª parte) 14
3.7. Analise e sustentação para a divulgação: 15
4. Métodos de contabilização de inventários 15
4.1. Sistema de Inventário permanente 15
4.2. Sistema de Inventário intermitente 17
5. Operações com inventários 18
5.1. Classe 3 - Inventários e activos biológicos 18
5.2. 68.4 - Perdas em inventários 19
5.3. 73- Variações nos inventários da produção 19
5.4. Registo das compras e despesas de compra 19
5.4.1. Compras 19
5.4.2. Descontos comerciais e descontos financeiros 20
5.4.3. Devolução de compras 20
5.4.4. Vendas 20
5.4.5. Descontos e Abatimentos em vendas 21
5.4.6. Devoluções de vendas 21
5.5. Custo das mercadorias vendidas 21
5.5.1. Custo médio 23
5.5.2. FIFO(primeiro a entrar é o primeiro a sair) 24
5.5.3. LIFO (último a entrar é o primeiro a sair) 25
5.5.4. Custo padrão 25
6. Variação de produção 25
6.1. Custeio por Absorção ou Total 26
7. Abordagem à Normalização Contabilística e de Relato Financeiro (RCRF) 27
7.1. Objectivo (parágrafo 1) 28
7.2. Âmbito (parágrafos 2 a 5) 28
7.3. Definições (parágrafos 6 a 8) 29
7.4. Mensuraçãode inventários (parágrafos 9 a 33) 30
7.5. Custo dos inventários (parágrafos 10 a 22) 30
7.6. Custos de compra (parágrafo 11) 30
7.7. Custos de conversão (parágrafos 12 a 14) 30
7.8. Outros custos (parágrafos 15 a 18) 31
7.9. Custos de inventários de um prestador de serviços (parágrafo 19) 32
7.10. Custo do produto agrícola colhido proveniente de activos biológicos (parágrafo20) 33
7.11. Técnicas para a mensuração do custo (parágrafos 21 e 22) 33
7.12. Fórmulas de custeio (parágrafos 23 a 27) 33
7.13. Valor realizável líquido (parágrafos 28 a 33) 34
7.14. Reconhecimento como gasto (parágrafos 34 e 35) 36
7.15. Divulgações (parágrafos 36 a 38) 36
7.16. Data de eficácia (parágrafo 39) 37
8. Bibliografía 38

1. Introdução
. Percebe-se que desdeas épocas mais antigas os homens buscam se organizar para controlar seus pertences. Nesse sentido, praticavam actos de comércio através da troca de bens e mercadorias, onde até hoje existe a preocupação em controlar o património das pessoas e das empresas.
A origem da contabilidade está relacionada à necessidade de registos do comércio,
pois à medida que o homem começava a possuir maiorquantidade de seus bens e valores, precisava saber quanto isso poderia render e quais as formas para aumentar a sua situação patrimonial. Como tais informações eram cada vez mais numerosas e de difícil memorização, surgiu a necessidade dos registos, gerando os primeiros esboços para os estudos voltados para a contabilidade.
O inventário é um dos muitos registos que faz parte da contabilidade de hoje
Aorigem da palavra inventário, vem da palavra inventarium, que era um termo Romano (latim) para designar um grande documento/lista onde se encontravam registados os produtos dos armazéns.
Neste sentido se realiza este trabalho, com a intenção de explicar de como se expressa os inventários na contabilidade

2. Conceito de inventários
Inventário basicamente é uma lista de bens e materiais...
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