Indisciplina na escola

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CENTRO UNIVERSITÁRIO CAMPOS DE ANDRADE- UNIANDRADE






















ABERTURA DOS PORTOS
PRAÇA DO COMERCIO
BANCO DO BRASIL





















CURITIBA
2011

ALUNAS: LEONICE F. DOS SANTOS
SUSANA
RAPHAELA



















ABERTURA DOS PORTOS
PRAÇA DO COMERCIO
BANCO DO BRASILTrabalho apresentado á disciplina de História da Educação, do curso de Pedagogia do 3p.

Professor: Dra. Maria Cecília Marins de Oliveira.


















CURITIBA
2011


INTRODUÇÃO

O presente trabalho descreve alguns atos importantes de D. João VI para a história do Brasil. Entre eles a Abertura dos Portos e como issoinfluenciou a economia do Brasil; as Mesas de Inspeção, que tinham como finalidade a arrecadação tributária; e conseqüentemente a criação do Banco do Brasil, instituição existente até os dias atuais.






























ABERTURA DOS PORTOS

O DIA 28 DE JANEIRO DE 1808 SIGNIFICOU QUE O COMÉRCIO DO BRASIL FICAVA ABERTO PARA OUTROS PAÍSES, SEM A INTERMEDIAÇÃODE PORTUGAL.
A vinda de D.João VI e sua corte foi um dos grandes incentivadores da independência do Brasil. Tentando escapar da expansão napoleônica, a vinda da Corte motivou a criação de leis que detonaram de uma vez por todas o antigo Pacto Colonial, em que o Brasil só podia fazer comércio com Portugal. Era a chamada Abertura dos Portos às Nações Unidas!
Antes da abertura dos Portos, osprodutos que saiam do Brasil passavam, obrigatoriamente, pela alfândega em Portugal, assim como os produtos importados a serem enviados para a Colônia. O Pacto Colonial garantia a Portugal o monopólio do comércio exterior da Colônia. Nada se comprava ou vendia na Colônia sem passar antes por Portugal
Revolução Francesa. Ascendência de Napoleão Bonaparte ao poder. Bloqueio continental aos ingleses. Crisepolítica na Europa. Esse era o contexto conturbado do início do século XIX. O que poucos poderiam imaginar é que ele culminaria na fuga da Família Real portuguesa e sua enorme corte para as misteriosas terras do Império Português, localizadas abaixo da linha do Equador. Feita às pressas e à surdina, o episódio dividiu as opiniões da Corte e causaram certo desgosto aos portugueses maisnacionalistas, que se sentiram abandonados pelo seu monarca e à mercê das tropas napoleônicas.
A Europa vivia uma situação política bastante complicada. De um lado, estava à Inglaterra, a maior potência marítima, em vias de se tornar pioneira na Revolução Industrial. De outro, deparamo-nos com a França, liderada por seu autoproclamado imperador, Napoleão Bonaparte, e responsável pelo controle de grandeparte da efervescência revolucionária com a formação de um poderoso exército. Esse poderio bélico permitiu a Bonaparte decretar o famoso Bloqueio Continental, no qual os países da Europa Continental que travassem relações comerciais e políticas com a Inglaterra declaravam guerra contra a França, automaticamente.
O então príncipe regente de Portugal, D. João, ficara encurralado. Cortar relações com osingleses significaria deixar suas colônias sem a proteção naval que a Inglaterra oferecia e, ainda, ter suas posses ameaçadas por ela.
Por outro lado, não cortar relações com o país significaria declarar guerra ao poderoso exército francês. Em uma situação como está, o que fazer?
D. João engoliu o orgulho e se retirou do campo de batalha antes que esta começasse. Em 29 de novembro de 1807,acompanhado por mais de 10 mil pessoas (integrantes de sua Corte), o príncipe regente partiu para terras ultramarinas, aportando em 24 de janeiro de 1808, em Salvador. Secretamente, D. João realizara acordos com os ingleses, prometendo-lhes favorecimento comercial em troca de proteção na vinda ao Brasil. À fuga já havia sido orquestrada alguns meses antes e as tropas francesas já cercavam a Espanha...
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