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O modo de produção capitalista: a exploração do trabalho

Segundo Netto e Braz (2007), o modelo de produção feudal foi substituido pelo modo de produção capitalista (MPC) que domina como modelo econômico nos países centrais e periféricos.
Segundo os autores, o objetivo do modelo de produção capitalista é o lucro, com uma ação que começa no dinheiro para adquirir mercadoria (vendere comprar) para obter mais dinheiro, tendo por fórmula D-M-D’.

(...), é preciso deixar de lado toda a ideologia que tenta revestir com um verniz moralizador a ação das empresas capitalistas; essa ideologia (atualmente resumida nos moldes “empresa cidadâ”, “empresa com responsabilidade social” etc.) pretende ocultar o objetivo central de todo e qualquer empreendimentocapitalista: a caça aos lucros ( NETTO e BRAZ, p. 97).

Segundo Netto e Braz (2007), o lucro do capitalista não advém da esfera da circulação (preço da compra e venda de mercadoria), mas do excedente que o capitalista se apoia denominado de mais-valia (M).
Este tema irar tratar sobre a produção da mais-valia, ou seja, o valor produzido a mais pelo proletário através da exploração do seutrabalho pelo capitalista.
Segundo Netto e Braz (2007) a fórmula da circulação mercantil capitalista é representada por D – M – D’, o D simboliza o dinheiro puro, ou seja, dinheiro em si mesmo, o M é o conjunto de mercadorias e o D’ é o capital, ou seja, o dinheiro investido na mercadoria com o acréscimo da mais-valia.
De acordo com Netto e Braz (2007) a composição orgânica do capital(q), ou seja, a relação entre capital constante e capital variável é representada pela fórmula: q = c / v, nela quando o capital constante for maior, a composição orgânica é alta e quando for maior o capital variável é baixa.
O valor total das mercadorias no MPC é representado na soma do capital constante, do capital variável e da mais-valia, portanto é representado pela fórmula: C + V+ M.Segundo os autores, os meios de produção (máquinas, instalações, instrumentos, entre outros) que o capitalista compra e/ou aluga através de uma parte do D é chamado de trabalho morto e capital constante, pois estes não criam valores e seus valores não se alteram. A força de trabalho (operários) que o capitalista compra com a outra parte do D é chamada de trabalho vivo e capital variável,pois produz o seu próprio valor e cria um excedente através da exploração que é a mais-valia e que pode variar.
O salário é o preço que o capitalista paga pela força de trabalho dos operários e que corresponde ao valor da reprodução dos mesmos.
Nesse sentido o valor da mais-valia se dá a partir do momento que o capitalista investiu o dinheiro (D) na compra e/ou aluguel dos meios deprodução, depois na compra da força de trabalho pelo seu valor de troca que é o salário e estes produziram durante a jornada de trabalho através dos meios de produção um valor superior ao que custaram e é esse valor excedente que será chamado de mais-valia. Para o capitalista o que importa no MPC é a produção de mais-valia, ou seja, de lucro, portanto não importa se o trabalhador é explorado, semdireitos trabalhistas, com ambiente de trabalho precário, etc..

Segundo os autores, o sálário é o valor da força de trabalho, força esta que pode ser comparada a outros tipos de mercadorias que o capitalista compra para ampliar o seu capital. Isto quer dizer que o salário pago ao trabalhadaor (como ser humano) não deveria cobrir somente suas necessidades básicas e de sua família, pois o seudesenvolvimento social requer o atendimento de natureza cultural, social, etc. Entretanto para o capitalista não há difernça entre o valor da força de trabalho e o preço das outras mercadorias, pois ele sempre irar querer pagar o menor preço pela força de trabalho e com isto, ele tentar comprar a força de trabalho mais barata de gurpos menos favorecidos, como negros, mulheres, imigrantes,...
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