Hannah arendt

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FACULDADE DE DIREITO DE VARGINHA FADIVA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE VARGINA FUNEVA



HANNAH ARENDT:
PODER, LIBERDADE E DIREITOS HUMANOS.

MISSÃO
“PROMOVER O DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL, ATRAVÉS DA DIFUSÃO DE CONHECIMENTO, DA FORMAÇÃO ÉTICA, DA COMPETÊNCIAPROFISSIONAL E DA RESPONSABILIDADE SOCIAL”.

2012
FACULDADE DE DIREITO DE VARGINHA FADIVA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE VARGINA FUNEVA



HANNAH ARENDT:
PODER, LIBERDADE E DIREITOS HUMANOS.

ELABORAÇÃO E ORGANIZAÇÃO:
JOÃO DA SILVA
1ºPERÍODO DIURNO

VARGINHA – MG
SUMÁRIO

Apresentação ----------------------------------------------------------------- 3
Biografia ----------------------------------------------------------------- 3
O Poder não violento -------------------------------------------------------- 4
O Desvirtuamento do Poder e a Violência ------------------------------ 4
Ghandi e a Não Violência-------------------------------------------------- 5
Liberdade Arendtiana ------------------------------------------------------- 5
Direitos Humanos ------------------------------------------------------------ 6
Considerações Finais ------------------------------------------------------- 6

1. APRESENTAÇÃO

Este trabalho acadêmico tem por objetivo esclarecer detalhes sobre a vida econduta da filósofa política alemã Johanna Arendt, ou simplesmente Hanna Arendt, de origem judaica, e sendo uma das mais influentes do século XX.

2. BIOGRAFIA

Johanna Arendt nasceu em 1906 no seio de uma família de judeus secularizados EM lINDEN. Seus antepassados vieram da Prússia (a cidade atual russa de Kaliningrado), para onde voltaram seu pai, o engenheiro Paul Arendt, que sofriade sífilis, sua mãe Martha (de nome de solteira Cohn) e ela, quando Hannah tinha somente três anos. Depois da morte de seu pai, em 1913, foi educada de forma bastante liberal por sua mãe, que tinha tendências social-democratas. Nos círculos intelectuais de Königsberg nos quais se criou, a educação das meninas era algo que certamente ocorria. Através de seus avós, conheceu o judaísmo reformado. Não pertenciaa nenhuma comunidade religiosa, mas sempre se considerou judia, inclusive participando do movimento sionista. Aos 17 anos teve de abandonar a escola por problemas disciplinares, indo então sozinha a Berlim, onde, sem haver concluído sua formação, teve aulas de teologia cristã e estudou pela primeira vez a obra de Søren Kierkegaard. De volta a Königsberg em 1924, foi aprovada no exame dematuridade (Abitur).
Em 1924, começou seus estudos na universidade de Marburg e durante um ano assistiu às aulas de filosofia de Martin Heidegger e de Nicolai Hartmann, e as de teologia protestante de Rudolf Bultmann.
Em 1933 (ano da tomada do poder de Hitler) Arendt foi proibida de escrever uma dissertação que lhe daria o acesso ao ensino nas universidades alemãs por causa da sua condição de judia. Oseu crescente envolvimento com o sionismo levá-la-ia a colidir com o anti-semitismo do Terceiro Reich - o que a conduziria, seguramente, à prisão. Conseguiu escapar da Alemanha e passou por Praga e Genebra antes de se mudar para Paris, onde trabalhou pelos 6 anos seguintes com crianças judias expatriadas e conheceu e tornou-se amiga do crítico literário e filósofo marxista Walter Benjamin.
Aprivação de direitos e perseguição na Alemanha de pessoas de origem judaica a partir de 1933, assim como o seu breve encarceramento nesse mesmo ano, fizeram-na decidir emigrar. O regime nazista retirou a nacionalidade dela em 1937, o que lhe tornou apátrida até conseguir a nacionalidade estadunidense em 1951.
Foi presa na França conjuntamente com o marido, o operário e "marxista crítico" Heinrich...
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