Freio abs

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TRABALHO INTERDISCIPLINAR DIRIGIDO IV

SISTEMA DE FREIOS ABS

CURSO: Engenharia Mecânica Professor:

Resumo: Este artigo descreve o funcionamento do sistema de freios ABS, mostrando sua importância na redução de acidentes através de dados e comparações com sistemas de freios convencionais.

Palavras chaves: freios ABS, freios convencionais.

Introdução

Um dos principais sistemas desegurança nos veículos são os sistemas de freios, que surgiram com o objetivo de desacelerar parcial ou totalmente um veículo em movimento conforme as condições de tráfego, requisitos técnicos e legais. Com o passar dos anos, foi observado que alguns dos principais fatores causadores de acidentes nas estradas e trechos urbanos estão diretamente associados às derrapagens e ao travamento das rodasem frenagens de emergência, quando o motorista tenta evitar uma colisão. Quando ocorre o travamento das rodas, especialmente das rodas dianteiras, o motorista perde a dirigibilidade do veículo, que segue em linha reta, ainda que o mesmo tente desviar do obstáculo ou manter o veículo em curso. Para evitar a ocorrência do travamento e consequentemente, ter uma desaceleração rápida em um menorespaço possível foram desenvolvidos freios automáticos, que auxiliam na ação de frenagem, onde destaca-se o sistema antibloqueio denominado ABS (Antilock Brake System) [1]. A principal função do dispositivo é garantir que o automóvel obedeça à trajetória determinada pelo motorista, permitindo que o veículo desvie de eventuais obstáculos e reduza o espaço de frenagem. Este artigo tem o objetivo deexplicar o funcionamento dos freios ABS, sua eficiência e sua importância na redução de acidentes.

Sistemas de frenagem

Desde o primeiro acidente envolvendo um automóvel, surgiu a necessidade de se criar um sistema capaz de parar totalmente ou parcialmente um veículo em determinadas situações. Diversos tipos de freios foram desenvolvidos entre os quais se tem os freios a tambor e os freios adisco, ambos tendo como objetivo a eficiência nas seguintes funções:

Parar o movimento do veiculo em qualquer situação casual.
Reduzir a velocidade do veiculo em movimento, aumentando a taxa de desaceleração do mesmo.
Manter a velocidade do veiculo impedindo o a aceleração não desejada em declives.
Manter o veículo estacionado quando está completamente parado. [2]

A figura 1 mostraas principais grandezas físicas presentes na roda de um veículo de passeio hipotético, equipado com freios hidráulicos, inicialmente animado de uma
velocidade na direção do eixo longitudinal “x” de módulo (x), e que trafega sobre
pavimento plano e em linha reta, ao ser submetido a uma frenagem (MB), que o levará até a condição de total imobilidade.

Figura 1 – Roda sob frenagem no plano eem linha reta.

Na roda ilustrada na figura 4.2, (Ri) representa a resultante de inércia do movimento
acelerado de translação; (m) a massa total do veículo; (b) é a aceleração; (Ra) a
resistência aerodinâmica; (x) a velocidade longitudinal do veículo; (U) a velocidade
tangencial do pneu; (M) o eixo de rotação da roda; (I) é a inércia do conjunto roda e
partes rotativas que compõem seu eixo;(MB) o torque do freio; (Mdb) o torque devido ao arraste do motor; (Mt) é o torque devido às perdas da transmissão; (ω) a velocidade angular da roda; (W) a força peso; (RR) representa a resistência ao rolamento na roda; (FSR) a força imposta à roda pelo solo durante a frenagem; (F) a força de frenagem; (RG) a resistência devida ao efeito de inclinação do solo; (FRS) é a força imposta ao solo pelaroda durante a frenagem; (Wb) o peso dinâmico sobre o eixo; (rdyn) o raio dinâmico do pneu; (CG) o centro de gravidade; (CP) é o centro de pressão aerodinâmica; (H) a altura do CG; e (Ha) a altura do CP.
O movimento global da roda (dianteira ou traseira) da figura 1 pode ser convertido em equivalente rotacional acelerado, sendo válido aplicar-se a segunda Lei de Newton, e calcular a somatória...
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