Fichamento pedagogia da autonomia

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Universidade Estadual do Ceará- UECE
Faculdade de Educação Ciências e Letras do Sertão Central- FECLESC
Disciplina: Pesquisa e Prática Pedagógica
Professora: Joana Adelaide
Aluna: Sabrina Lima




Fichamento do livro:
Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire

Quixadá/ 2012.
Cap. 1 – Não há docência sem discência.
1.1 – Ensinar exige rigorosidademetódica.
1.2 – Ensinar exige pesquisa
1.3 – Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos.
1.4 – Ensinar exige criticidade.
1.5 – Ensinar exige estética e ética
1.6 – Ensinar exige corporeificação das palavras pelo exemplo
1.7 – Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a discriminação.
1.8 – Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática
1.9 – Ensinar exige oreconhecimento e a assunção da identidade cultural
Cap. 2 – Ensinar não é transferir conhecimento 27

2.1 – Ensinar exige consciência do inacabado
2.2 – Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado
2.3 – Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando
2.4 – Ensinar exige bom senso.
2.5 – Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores.
2.6 – Ensinarexige apreensão da realidade
2.7 – Ensinar exige alegria e esperança
2.8 - Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível
2.9 – Ensinar exige curiosidade.
Cap. 3 – Ensinar é uma especificidade humana 56
3.1 – Ensinar exige segurança, competência profissional e generosidade
3.2 – Ensinar exige comprometimento
3.3 – Ensinar exige compreender que a educação é uma forma deintervenção no mundo
3.4 – Ensinar exige liberdade a autoridade
3.5 – Ensinar exige tomada consciente de decisões
3.6 – Ensinar exige saber escutar
3.7 – Ensinar exige reconhecer que a educação é ideológica
3.8 – Ensinar exige disponibilidade para o diálogo
3.9 – Ensinar exige querer bem aos educandos.

É preciso, sobretudo, e aí já vai um destes saberes indispensáveis, que o formando, desde oprincipio mesmo de sua experiência formadora, assumindo-se com sujeito também da produção do saber, se convença definitivamente de que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.
(FREIRE, pág. 22)
É neste sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou almaa um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
(FREIRE, pág. 23)
Educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, suacuriosidade, sua submissão. Uma de suas tarefas primordiais é trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com que devem se "aproximar" dos abjetos cognoscíveis.
(FREIRE, pág. 26)
O professor que pensar certo deixa transparecer aos educandos que uma das bonitezas de nossa maneira de estar no mundo e com o mundo, como seres históricos, é a capacidade de intervindo no mundo, conhecer o mundo.Mas, histórico como nós, o nosso conhecimento do mundo tem historicidade.
(FREIRE, pág. 28)
Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho intervindo, educo e me educo. Pesquisopara conhecer e o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.
(FREIRE, pág. 29)
A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta verbalizada ou não, como procura de esclarecimento, como sinal de atenção que sugere e alerta faz parte integrante do fenômeno vital. Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e que nos põe...
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