Fichamento educar e punir

1173 palavras 5 páginas
No capitulo II do livro, o autor vem nos mostrar como devemos agir perante as instituições para crianças e adolescentes que tenham ligações com as praticas inflacionais, primeiramente nos mostras como surge, o que são e para que servem instituições punitivas. Podemos ver isso nas seguintes citações quando ele comenta sobre Hammurabi, que foi o sexto da dinastia babilônica que foi responsável por um dos mais antigos conjuntos de leis.
“O objetivo deste código era homogeneizar o reino juridicamente e garantir uma cultura comum. No seu epilogo, Hamurabi afirma que elaborou o conjunto de leis “para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e órfãos” e “para resolver todas as disputas e sanar quaisquer ofensas”. Nesse Código estavam previstas punições das mais diversas em função dos atos ou crimes cometidos” (p. 46). O autor diz que antigamente, a tortura era usada para punições e não para confissões e da vários exemplos e em diferentes épocas sobre como a punição através da dor era empregada para punir e castigar os que os hereges. Deixa claro o seu ponto de vista em relação às instituições de reclusão
“As prisões historicamente constituem-se como espaços para causa aos indivíduos, privações, crueldades, humilhações, castigos e diversas outras formas de punição, alem da supremacia da disciplina, vigilância e segurança sobre seus corpos.” (p.49).
Cita também uma idéia de Foucault para fortalecer a sua opinião.
“Minha hipótese é que a prisão esteve, desde sua origem, ligada a um projeto de transformação dos indivíduos. Habitualmente se acredita que a prisão era uma espécie de deposito de criminosos, deposito cujos inconvenientes se teriam constatado por seu funcionamento, de tal forma que seria dito ser necessário reformar as prisões, fazer delas um instrumento de transformação de indivíduos. Isto não é verdade: os textos, os programas, as declarações de intenção estão aí para mostrar. Desde o começo a prisão devia ser um instrumento

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