Estudo vinculos organizacionais

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  • Publicado : 1 de novembro de 2011
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: “Vínculos com Organizações e Trabalho”

Leia os casos a seguir para responder as perguntas referentes ao estudo dirigido:
CASO 1: Cláudia
A trajetória profissional de Cláudia não é extensa. Graduada em processamento de dados por uma faculdade particular, seu primeiro emprego foi o de ensino de introdução à informática para cursos noturnos de técnico em administração e em contabilidade.Deixou este emprego, pois a escola dispunha de poucos recursos de multimídia, material didático, precárias instalações, além é claro, de baixa remuneração e reconhecimento de seu trabalho.
No atual emprego, os dias também não parecem sorrir para Cláudia, ela revela um ressentimento antigo quanto às ações organizacionais. Segundo Cláudia as pessoas que estão na casa não são valorizadasprofissionalmente. Não são dadas oportunidades às pessoas da casa. Não há chances dela crescer devido a inúmeros apadrinhamentos que caracterizam, segundo Cláudia, a organização como política e pública. Nas palavras de Cláudia:
“Em meu atual emprego apesar da organização pregar que todos seus colaboradores têm igual chance de ascender na carreira, não vejo, na verdade, possibilidade de chegar à cargos dedireção ou conseguir melhor salário”. “Eu me sinto excluída, desvalorizada. Isso me chateia muito. Como é que pode uma pessoa supervisionar um grupo, como eu, e ganhar menos do que meus subordinados?”.
Além disso, diz Cláudia “Acabei o curso meio frustrada.... a satisfação não foi plena. Se tivesse que escolher novamente uma profissão, não escolheria esta. Eu sou um pouco volúvel. Eu tinhavontade de fazer farmácia, algo ligado à medicina. Sempre me dei bem com matérias ligadas a medicina. Mas esse sonho não aparece concretamente. A gente cansa. Vou me perder daquilo que estou fazendo, vou deixar de ser boa naquilo que eu faço pois não consigo manter meu interesse em minhas atividades de trabalho, muito diferentes do que eu almejava para mim.”

CASO 2: Jonas
Jonas tem trinta anos, éprogramador. Não é casado, embora mantenha um relacionamento “tumultuado”, sem filhos. Oriundo do interior reside há 18 anos em Salvador para onde veio após concluir o curso ginasial. Até hoje Jonas assume responsabilidades na manutenção dos seus pais que também vieram residir em Salvador, há 15 anos. Antes partilhava com o irmão, economista, esta ajuda; hoje o irmão desempregado reside com ospais. Todo o contexto de restrições financeiras da família é bastante enfatizado por Jonas como um contorno importante para entender a sua trajetória de trabalho e as opções que teve que fazer ao longo de sua vida profissional.
Começou a trabalhar com 12 anos e possui uma trajetória extremamente diversificada de atividades. Jonas falando sobre sua profissão ressalta que:
“A profissão estava emalta no mercado, profissionalmente tinha futuro, existia a possibilidade de me lançar sozinho no mercado. Vários colegas pensavam como eu. Hoje há uma queda na maneira de ver as coisas. Estou vendo um lado da profissão que eu não via. Sempre trabalhei na área privada e passei a me deparar com a realidade muito diferente da empresa pública. A área caiu num marasmo. Estagnou. Os salários caíram. Omercado está viciado; é controlado por quem tem grande poder de capital e estes recebem muito dinheiro com a venda de produtos. O trabalho intelectual está relegado a um segundo plano. Isso foi terrível pois esta era a minha saída.”
A escolha da empresa atual ocorreu após a entrevista com o gerente, de onde concluiu, na época que:
“A organização não é uma empresa política; é técnica; existegarantia de subir; existe avaliação anual”. Porém nada disso se cumpriu. Jonas afirma haver uma situação muito injusta na organização, pois o trabalho que não é feito por alguns não é cobrado e sim delegado a alguns que trabalham. Alguém tem que fazer e, quando faz, não recebe o respaldo, as honras. Isto segundo Jonas começou a lhe revoltar, ele pensa em sair da organização, passou a ter faltas em...
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