Estudo de caso - sistemas de informação

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Estudo de Caso







Sistemas de Informação On-line: A experiência do CRIA






Índice


1. Introdução 1

2. Sistemas Centralizados, Distribuídos ou Mistos: Vantagens e Desvantagens 1

2.1. Sistemas centralizados 1

2.2. Sistemas distribuídos 2

3. Padrões e Protocolos em Informática para Biodiversidade 3

3.1. TCS – Taxonomic Concept Transfer Schema 53.2. SDD – Structured Descriptive Data 6

3.3. DarwinCore 6

3.4. ABCD – Access to Biological Collection Data 7

3.5. DiGIR, BioCASe e TAPIR - protocolos para troca de dados 7

4. Exemplo de Sistemas Centralizados no CRIA: SinBiota e SICol 8

4.1. SinBiota 8

4.2. SICol 9

5. Exemplo de Sistemas Distribuídos: a Rede speciesLink 11

6. Ferramentas 15

6.1. MapCRIA 166.2. Data cleaning 17

a. Erros de Grafia 17

b. Erros de Coordenadas e de Localidades 19

c. Geo-referenciamento automático 21

6.3. Manager: Sistema de gerenciamento das coleções participantes 22

a. Monitor 22

b. Estatísticas 23

c. Perfil da Coleção 24

6.4. OpenModeller: Desenvolvimento de um Ambiente Computacional para Modelagem 28

7.Infra-estrutura 30

7.1. Hardware 30

7.2. Software 31

8. Sustentabilidade 31

9. Referências 32





Introdução


O Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA), é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem como meta e estratégia a disseminação de informação, como ferramenta na organização da comunidade científica e tecnológica do país. Atua especificamente na área deinformação biológica, de interesse industrial e ambiental, e pretende, através de sua atuação, contribuir diretamente para a conservação e utilização racional da biodiversidade no Brasil.

A equipe do CRIA trabalha com sistemas de informação on-line desde 1985 quando tornou disponível ao público o Catálogo Nacional de Linhagens através da rede implementada pelo Cirandão, um projeto pioneiro criadopela Embratel, precursor da Internet no Brasil. Essa equipe participou ainda da discussão do Clearing-House Mechanism da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) e foi responsável pelo desenvolvimento da Rede Brasileira de Informação em Biodiversidade, a BINbr enquanto fazia parte da Base de Dados Tropical.

Esse conhecimento deu à equipe os subsídios necessários para se responsabilizarpelo desenvolvimento e manutenção de 3 sistemas de informação sobre espécies e espécimes, dois dos quais dão suporte ao programa Biota/Fapesp, O Instituto Virtual da Biodiversidade: o SinBiota e a rede de coleções biológicas speciesLink. O terceiro sistema está voltado a coleções de interesse biotecnológico. Trata-se do SICol (Sistema de Informação de Coleções de Interesse Biotecnológico)desenvolvido com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia e suas agências.

Os três sistemas apresentam várias características distintas já que foram criados em momentos diferentes, como soluções para problemas diferentes. O fato de cada um deles ter sido concebido como um sistema centralizado, distribuído ou misto é o objeto de análise desse documento.

Sistemas Centralizados, Distribuídos ouMistos: Vantagens e Desvantagens


Não se pode dizer a priori qual a melhor arquitetura a ser adotada na definição de um sistema de informação. A escolha depende de uma série de fatores como infra-estrutura disponível (hardware e software), capacitação técnica (humanware), conectividade, recursos disponíveis e a “sociologia” da comunidade alvo. Um aspecto essencial é, seja qual for a arquiteturaescolhida, o autor ou provedor precisa ter total autonomia e domínio sobre seus dados. Ao autor cabem os créditos e a responsabilidade pela qualidade e veracidade dos dados. Ao gestor do sistema de informação (custodian) cabe a tarefa de garantir a integridade dos dados, respeitar eventuais restrições por parte do autor, manter o sistema no ar com backup e controles de segurança de rede.

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