Escola de artes

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INSTITUTO DE ARTES COMO
INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL

Danilo César Silveira Costa
Orientadoras
Adriana Salles
Ana Isabela Soares
Carolina Menzl
Junho de 2014

SUMÁRIO
1 . OBJETIVO
2. METODOLOGIA
3. CONTEXTO HISTÓRICO
4. DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS
5. CULTURA
6. ARTE
7. REVISÃO DE LITERATURA
8. DIAGNÓSTICO
9. ESTUDO DE CASO
10. CONSIDERAÇÕES
11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1.OBJETIVO
• Elaborar um projeto arquitetônico que estimule a
arte na sociedade local e que ofereça condições
favoráveis ao desenvolvimento de crianças e
adolescentes.

Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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2. METODOLOGIA
• Coleta e mapeamento de dados técnicos - Tabelas e
gráficos - Dados socioeconômicos;
• Reconhecimento de campo - Textos,fotos e mapas;
• Levantamento in loco da situação real de uso e
ocupação do solo, gabaritos e equipamentos urbanos;
• Diagnóstico e análise de dados.

Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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3. CONTEXTO HISTÓRICO
Ceilândia
• Problema: Invasões em torno do Plano
Piloto de Brasília – Década de 1960
• Governo: Hélio Prates da Silveira
• Solução: Remoçãode barracos para local
escolhido: Ceilândia -1971
Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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Remoção dos primeiros barracos do Distrito
Federal para a região de Ceilândia:

Fonte: http://www.arpdf.df.gov.br/
Acessado em: 05/05/2014
Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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4. DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS
• Grandeconcentração populacional;
• Maior índice de criminalidade do DF;
• Alta taxa evasão escolar;
• Baixos índices de escolaridade.
Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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Homicídios no Distrito Federal
Janeiro a Maio - 2013

21%
CEILÂNDIA

PLANALTINA

57%

13%

SAMAMBAIA
RESTANTE DO DF

9%
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Menores autores de violência no DF
Janeiroa Julho - 2012

17%
BRASÍLIA
CEILÂNDIA

55%

16%

TAGUATINGA
RESTANTE DO DF

12%
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5. CULTURA
Manifestação cultural em Ceilândia

Fonte: http://www.debrasilia.com.br/
Acessado em: 07/05/2014

População segundo a naturalidade

Fonte: Codeplan – Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios
– Ceilândia – PDAD 2010/2011
Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artescomo Inclusão Social

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6. ARTE
• Mecanismo de inclusão social;
• Desenvolve habilidades individuais e coletivas;
• Desperta: senso estético, prazer e sentimento de
socialização.
• Capaz de integrar indivíduos ou grupos
marginalizados.
Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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Legislação em vigor para a criança e o adolescente:

• Estatutodo Jovem (Lei nº 12.852, de 5 de agosto de 2013)
Art. 21. O jovem tem direito à cultura, incluindo a livre criação, o acesso aos
bens e serviços culturais e a participação nas decisões de política cultural, à
identidade e diversidade cultural e à memória social.



Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13 de julho de
1990)
Art. 58. No processo educacional respeitar-se-ãoos valores culturais,
artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do
adolescente, garantindo-se a estes a liberdade da criação e o acesso às
fontes de cultura.

Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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7. REVISÃO DE LITERATURA
• Paulo Freire e os padrões de formação
pedagógica juvenil;
• Ana Mae Barbosa e a arte comoinstrumento
para a identificação cultural e
desenvolvimento individual;
• Lívia Marques de Carvalho e a importância da
arte na formação do indivíduo.
Danilo César Silveira Costa – Instituto de Artes como Inclusão Social

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8.DIAGNÓSTICO
Uso e Ocupação
do Solo

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Edificações em lotes de VIAS PRINCIPAIS

Edificações em lotes de VIAS LOCAIS

Fonte: Foto do autor, 14/04/2014...