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O mercado de lojas de material de construção
Autor: SEBRAE/GO
Fonte: SEBRAE
Brasil apresenta uma enorme demanda por material de construção, pois conta com 45 milhões de domicílios
Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (ANAMACO) em 2009 existiam 138.000 lojas de materiais de construção espalhadas em todo o Brasil. Além disso, o setor de material deconstrução é parte de um complexo denominado “ConstruBusiness” (rede de negócios ligados à construção civil), que representa 13% do PIB brasileiro.

Dos 4,1% pertencentes a material de construção, no tocante ao PIB, 72% se devem às lojas de pequeno e médio porte. A Cadeia da Construção Civil é responsável por empregar 15 milhões de pessoas, sendo 4 milhões diretamente. Conforme dados do IBGE, o Brasilapresenta uma enorme demanda por material de construção, pois conta com 45 milhões de domicílios.

Ainda conforme os dados da empresa americana de consultoria Booz Allen Hamilton, 77% das unidades habitacionais brasileiras são construídas em regime de auto-gestão e de auto-financiamento, comprovando que o próprio consumidor adquire os produtos aos poucos e, com a ajuda de parentes/amigos outerceirizando o serviço de um pedreiro, constrói sua própria moradia ou reforma a antiga.

O empreendedor que pretende inserir-se neste segmento deverá definir o tamanho da loja que irá montar e o mix de produtos que irá oferecer aos clientes, visando a atender às suas necessidade e expectativas. O mercado varejista de materiais de construção é composto por lojas de pequeno, médio ou grande porte.As lojas de pequeno e médio porte normalmente estão localizadas em bairros residenciais e algumas em regiões mais centrais. Basicamente, estão focadas no fornecimento de produtos básicos, contando também com alguns produtos de acabamento e decoração, porém, com um mix pouco variado. Já as lojas de grande porte ou os home-centers localizam-se em regiões mais centrais e de alto poder aquisitivo.Nestes estabelecimentos, o cliente encontra desde o básico para a fundação da obra até produtos para decoração, tudo com o mais variado mix disponível no mercado.

Análise da trajetória da Indústria de Materiais até 2016
Autor: Abramat
Estudo elaborado pela FGV, em parceria com a Abramat, traça perspectivas de investimentos fomentados pela Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil

A FGVProjetos elaborou o estudo “Cenário Macroeconômico 2009-2016”. A publicação apresenta aspectos de interesse da Cadeia da Construção, como investimentos em infraestrutura, principalmente no que se referentes à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016, e os de habitação.

Os gastos estimados para os dois eventos mostram a necessidade de investimentos adicionais no país de R$ 59,5 bilhões atéas Olimpíadas. O incremento de inversões na economia brasileira resultante desses eventos é considerável. São quase R$ 10 bilhões por ano, que representam diretamente 0,34% do PIB e 1,81% da formação bruta de capital fixo em 2008. Vale mencionar que esses investimentos têm efeitos por toda a economia. Considerando os efeitos multiplicadores, estima-se um acréscimo total anual de quase 1% do PIBbrasileiro de 2008.

Para a realização da Copa de 2014, os investimentos em infra estrutura e serviços previstos somarão R$ 30 bilhões. Esses recursos deverão ser direcionados para a construção e reforma dos estádios, reformas e ampliação dos aeroportos, desenvolvimento de sistema de transporte de acesso aos eventos, ampliação da rede hoteleira do país e outros serviços como treinamento esegurança do evento.

Para a realização das Olimpíadas de 2016, o orçamento oficial previu a necessidade de R$ 29,5 bilhões em infraestrutura urbana, construção e reforma de instalações esportivas e gastos do comitê organizador.

Histórico
Participação no PIB
Em 2009, a cadeia produtiva da construção representou
9,2% do PIB brasileiro, totalizando
investimentos de R$ 244 bilhões. Em números...
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