Economia brasileira

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Unifran – Universidade de Franca Maria Célia Fernandes Curso: Administração

PORTIFÓLIO

ECONOMIA BRASILEIRA

A ECONOMIA BRASILEIRA

O Brasil, ao longo do tempo e em diferentes governos, ao marginalizar a educação formal, o ensino profissional e a pesquisa, limitou a modernização, abastardou a competitividade e, em consequência, perdeu a visão do desenvolvimento econômico,autossustentável, como projeto hegemônico permanente. Perdeu o seu tempo, ao crescer marginalmente, nos últimos 20 anos. Aceitou, assim, a mediocridade do subdesenvolvimento imposto por sistema e hábitos políticos que dominam o Poder Executivo e toda a vida nacional, com visão personalista, cartorial, eleitoreira e de curto prazo. Nesse quadro, ainda presente, dificilmente se pode esperar, em curtos e médiosprazos, o benefício de reformas político-institucionais macroeconômicas, capazes de aliviar o peso absurdo do Estado brasileiro sobre a sociedade, e abrir caminho para a modernização e a desburocratização do país, condição para alcançar maior capacitação competitiva, que estimule o crescimento econômico e viabilize a desejada inserção internacional como instrumento da sustentação do crescimento e nãofator para seu aviltamento.·. CRESCIMENTO O Brasil conseguiu crescer em média 6 % ao ano entre 1930 e 1980 e assim triplicou no período sua participação no PIB mundial. Já entre 1981 e 2009, a economia brasileira perdeu muito de seu dinamismo, expandindo-se apenas 2,7 % ao ano, em média.·. A consequência foi o país ver encolher de 3,9 % para apenas 2,7 % do PIB mundial nesses anos perdidos. Em2009, a economia brasileira patinava por causa da recessão mundial, vindo a encolher 0,2%. Mesmo assim, voltava naquele ano a ser a 8ª economia mundial. ·. No primeiro semestre de 2010, houve uma reviravolta de forte crescimento, o que passou a indicar um crescimento superior a 7% no ano. O resultado do ano foi até melhor, com 7,5% de crescimento.

Com o desempenho limitado e conservador dogoverno Lula desde 2003, as expectativas internacionais em relação à Economia do Brasil puderam mudar para melhor, mas somente com visão de longo Prazo. Embora tenha havido gritante erro quanto à elevação da taxa básica de juros SELIC por tempo demasiado entre 2005 e 2008, o governo da Era Lula demonstrou capacidade em manter os fundamentos de política macroeconômica para evitar o pior, que teria sidoa falta de confiança generalizada a partir de 2003. A situação de risco se repetiu na virada 2008/2009 e os fundamentos salvaram o país de algo pior. Em 2009, a queda da SELIC em doses homeopáticas atrasou a reação da economia, que só veio no final do segundo semestre. Em 2010, temores inflacionários fizeram com que o Banco Central voltasse a aumentar os juros básicos. INFLAÇÃO A inflação medidapelo IPCA, em 2007, ficaria próxima a 4%. Contudo, fechou 2008 em 5,9%, em decorrência da forte queda do Real. Em 2009, ela fechou em 4,31%, devido à contração geral, valorização do Real e baixa da SELIC para 8,75%. A inflação fechou 2010 com uma taxa acumulada de 5,91%, a mais forte elevação para este indicador desde 2004, quando o índice subiu 7,6%. O indicador também ficou acima do centro dameta estipulada pelo Banco Central (BC) para o ano, de 4,5%. A inflação anual de 2011 foi de 6,5%, no teto da meta do BC. SELIC E JUROS

Com os elevados patamares da taxa SELIC (taxa básica de juros), a economia ficou durante 2005 e 2006 em uma espécie de recessão velada na hora errada, já que o mundo inteiro crescia bastante - tempo perdido que não voltaria mais. Já 2007, foi bem diferente e muitomais promissor, mas os melhores efeitos só deveriam vir em 2008, bem no meio da crise mundial.

Em 2010, houve aumentos de juros para um patamar de 10,75% ao fim do primeiro semestre. Já em abril de 2011, a SELIC chegava a 12% devido ao forte repique da inflação, e com 12,5% em junho. Em 2006, as despesas com juros atingiram incríveis R$ 160 bilhões. Em

2008, chegaram a R$ 162,3 bilhões....
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