Autonomia, privacidade e confidencialidade

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1. INTODUÇÃO


Este trabalho tem com objetivo abortar alguns temas éticos aplicados à profissão de enfermagem. Relataremos sobre os conceitos de autonomia, privacidade e confidencialidade, visando a grande importância que o estudo da ética tem para a atuação profissional na Enfermagem.













2. AUTONOMIA PROFISSIONAL


Autonomia é tecida de forma ascendente nasralações entre individuo, estruturas (instituições) e coletividade. No individual envolve capacidade inata, habilidades, atitude, desejo, autoconfiança, motivação, tomada de decisão, escolhas e avaliação. No coletivo envolve necessariamente de mudanças nas atitudes das relações de poder e dever.Para uma analise reflexiva sobre autonomia devemos entender o contexto da palavra, afinal o que é então ser autônomo?
Segundo o dicionário, é“que se governa por si; independente, livre; que tem autonomia”, sendo autonomia definida como “a liberdade de se governar segundo as suas próprias leis”.
Considerando a Enfermagem como uma disciplina científica que é, temos que considerar os seus antecedentes educacionais, que passam pela competência baseada numa sólida base de conhecimentos, no entendimento claro do escopo da prática clínica deEnfermagem e pela educação de nível superior desta profissão, e também por um conjunto de atributos que, se definem como sendo independência, capacidade de tomar decisões, capacidade de julgamento, conhecimento e autodeterminação, e que têm como conseqüências imediatas a responsabilidade, em que o enfermeiro responde pelos seus atos, um estatuto mais elevado, uma maior satisfação com o trabalho e umamplo entendimento profissional.
Podemos, portanto afirmar que a autonomia profissional do Enfermeiro se exerce na prática clínica, através das intervenções autônomas de Enfermagem. Segundo o n.º 2 do artigo 9º do Decreto-Lei n.º 161/96 de 04 de Setembro, consideram-se como intervenções autônomas as ações realizadas pelos enfermeiros, sob sua única e exclusiva iniciativa e responsabilidade, deacordo com as respectivas qualificações profissionais, seja na prestação de cuidados, na gestão, no ensino, na formação ou na assessoria, com os contributos da investigação em enfermagem; ainda segundo o mesmo Decreto, mas no n.º 4 do artigo 4º, os Cuidados de Enfermagem são intervenções autônomas ou interdependentes a realizar pelo enfermeiro no âmbito das suas qualificações profissionais.
Odesempenho do enfermeiro inicia-se por um diagnóstico de enfermagem, que se pode considerar como sendo o resultado de um raciocínio clínico de Enfermagem, sob a forma de uma proposição pró-ativa que descreve um problema de Enfermagem, indica os déficits de resposta humana que constituem os seus agentes etiológicos determinantes e explicita os sinais e sintomas desse problema; esse diagnósticodetermina qual o enfoque de atuação, ou seja, qual o problema onde se deve intervir, qual o problema de saúde do indivíduo, família ou comunidade, cuja etiologia reside em respostas humanas não adequadas e que, em função das competências legais, técnicas, científicas e humanas do profissional de enfermagem, pode por ele ser diagnosticado e tratado através da prestação de cuidados de enfermagem.

3.PRIVACIDADE E CONFIDENCIALIDADE


A questão da confidencialidade, embora seja um dos preceitos morais mais antigos continua sendo um tema importante na relação com paciente. Não é difícil, para um profissional de saúde, entender que a confidencialidade é fundamental para a sustentação de melhor produtividade.
A preservação de segredos está associada tanto com a questão da confidencialidade...
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