Afrroreggae

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AFROREGGAE

MISSÃO
Promover a inclusão e a justiça social, utilizando a arte, a cultura afro-brasileira e a educação como ferramentas para a criação de pontes que unam as diferenças e sirvam como alicerces para a sustentabilidade e o exercício da cidadania.
VISÃO
O Grupo Cultural AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, despertapotencialidades artísticas que elevam a auto-estima de jovens das camadas populares.
Cronologia: Das incertezas no início a visibilidade de uma ONG que é exemplo no mundo 
1992 -
Na história do AfroReggae, a música e a arte sempre estiveram a serviço da construção de elos entre pessoas de diferentes tribos, classes e regiões. Na 1ª Rasta Reggae Dancing, no dia 17 de outubro, no Centro EducacionalSouza Aguiar, um grupo de amigos que organizava festas no Rio de Janeiro, plantava uma semente que se tornaria uma ONG padrão, no Brasil e no exterior. O sucesso da empreitada impulsionou a criação do AFROREGGAE NOTÍCIAS, com o apoio de alguns programas de rádio (Rasta Revolution, Vibrações Positivas e Positive Vibration, do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), amigos e a garrade pessoas que até então não tinham dado certo na vida. Mas o destino começava a mudar…
1993 -
A festa de lançamento do ARN N° 0 aconteceu em 21 de janeiro de 1993, três meses depois da Rasta Reggae Dancing, na sede do Instituto de Estudos da Religião (ISER), na Glória. O jornal foi o marco oficial de fundação do Grupo Cultural AfroReggae e era distribuído gratuitamente e de forma voluntária porsua equipe editorial. Várias pessoas foram fundamentais nessa primeira fase: José Junior, Tekko Rastafari, Jupi, Arcélio Faria, Marcelo Yuka, Mônica Cavalcanti, Plácido Pascoal, Ângela Fagundes e muitos outros que, de uma forma ou de outra, apoiaram a iniciativa.
No dia 20 de julho, o Grupo Cultural AfroReggae (GCAR) foi legalizado e passou a existir juridicamente. A crise pela falta de verbapara produzir o AR n° 4 ensinou aos membros da instituição a como unir forças, vencer as adversidades e transformar, através da criatividade e garra, o negativo em positivo e alcançar êxito.
1994 –
No AfroReggae sempre se discutiu muito sobre quais os caminhos para se tirar os jovens da criminalidade e do ócio. O contato com as comunidades de Acari e Cantagalo, através da distribuição do ARN, aschacinas da Candelária e a de Vigário Geral foram amadurecendo a ideia de fazer algo e no 1° de junho, Vigário Geral recebe as primeiras oficinas: percussão, dança afro e reciclagem de lixo, na Quadra Nahildo Ferreira. Nasce então, o que seria o primeiro núcleo de Cultura do AfroReggae, que tem durante estes anos todos beneficiado milhares de crianças, adolescentes e jovens, mudando seus destinosatravés da arte, educação e cidadania.
Lorenzo Zanetti, do Setor de Análises de Assessorias a Projetos da Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (SAAP/FASE), sisudo no início, nos mostrou que suas exigências para que o AfroReggae refizesse várias vezes seu projeto para a obtenção do apoio da instituição, era uma forma de capacitar seus membros para os futuros embates que a vidatraria. Surgia ali um grande aliado, incentivador e amigo, que mais tarde, como forma de gratidão e reconhecimento, daria nome ao novo núcleo de Parada de Lucas: Centro de Inteligência Coletiva Lorenzo Zanetti.
O poeta Waly Salomão conheceu o AfroReggae bem cedo, quando o grupo ainda dava seus primeiros passos. Para os amigos – artistas, intelectuais, jornalistas – Waly sempre o anunciava como agrande novidade daquele início da década de 1990, como a iniciativa cultural mais importante dos últimos tempos. Naquela época, o discurso do poeta parecia um exagero. Na verdade, era uma profecia. Ele nos mostrou o caminho da arte, do viver com poesia, e de que forma essas coisas poderiam transformar a vida de muita gente. E começou mudando a nossa… Para sempre!
1995 –
O Batizado da Banda...
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