atos de fala

Páginas: 5 (1005 palavras) Publicado: 17 de novembro de 2014
Faculdade Santa Izildinha (UNIESP)
Pâmela Cristina Ferreira Ruiz RA:0050039579











Atos da Fala na visão de John Langshaw Austin




















São Paulo
2014
Faculdade Santa Izildinha (UNIESP)
Pâmela Cristina Ferreira Ruiz RA:






Atos da Fala na visão deJohn Langshaw Austin









Trabalho para obtenção de nota da disciplina Língua Portuguesa sob a orientação da professora Nilcilene Santos Brandão











São Paulo2014

Atos da Fala na visão de John Langshaw Austin Speech Acts in the vision of John Langshaw Austin Pâmela Cristina Ferreira Ruiz tata_pam@hotmail.com


Resumo: Este trabalho é uma reflexão sobre a teoriados atos de fala que teve início com o filósofo John Langshaw Austin (1911-1960) filósofo na escola Analítica de Oxford, conhecida como a escola dos analístas minuciosos da linguagem. Essa teoria dos Atos de fala se deu por volta de sessenta, posteriormente foi apropriada pela pragmática. Para Austin todo tipo de linguagem era uma forma de ação “(todo dizer é um fazer)”. Austin discute sobreenunciados nem verdadeiros nem falsos, portanto preparou um campo polêmico de discussão. Ele visa sobre os usos da linguagem, principalmente sobre a interpretação de questões, exclamações, comandos, ou seja, sobre enunciados que não são unicamente descritivos.
Palavras chaves: J. L. Austin, Pragmática e enunciados.
Abstract: This work is a reflection on the theory of speech acts that began with thephilosopher John Langshaw Austin (1911-1960) philosopher at Oxford Analytic school known as the School of thorough analysts of language. This theory of speech acts occurred around sixty was later appropriated by pragmatic. Austin to every kind of language was a form of action "(all say is a do)." Austin discusses neither true nor false statements therefore prepared a controversial field ofdiscussion. He aims on the uses of language, particularly on the interpretation of questions, exclamations, commands, or about statements that are not only descriptive
Key words: JL Austin, Pragmatics and utterances.









Introdução: enunciados da fala
Austin discorda que afirmações de linguístas e filósofos que diziam que os atos de fala era para descrever o que era verdadeiro ou falso,ele afirma que os atos não servem para descrever e sim para realizar ações. Em 1962 Austin distinguiu dois tipos de enunciados: os constativos e os performativos. Os constativos são os enunciados comumente denominados de afirmações, descrições ou relatos, como nos exemplos: Eu jogo futebol / A terra gira em torno do sol. Os performativos realizam uma ação, não descrevem, não relatam, nem constatamabsolutamente nada, como nos exemplos: Eu te batizo em nome do pai, do Filho e do Espírito Santo / Eu te condeno a dez meses de trabalho voluntário. São os enunciados performativos que constituem o maior foco de interesse de Austin, e esse simples fato de preferir um enunciado a outro não garante a sua realização, então Austin criou alguns critérios para que o enunciado performativo sejabem-sucedido, dando-lhe o nome de “condições de felicidade” que são:
Falante deve ter autoridade para executar o ato;
As circunstancias em que as palavras são proferidas devem ser apropriadas.
Ao tentar fixar um critério gramatical para os enunciados, Austin esbarra em muitos problemas, pois constata, entre outras coisas que:
1. Nem todo enunciado performativo tem verbo na primeira pessoa do singular...
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