O uso do crack: um problema social restrito às metrópoles?

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  • Publicado : 30 de maio de 2012
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 01

2DESENVOLVIMENTO............................................................................... 02, 03, 04

3 CONCLUSÃO.................................................................................................. 05, 06

4 REFERÊNCIAS...................................................................................................... 07







































RESUMO

ESTE TRABALHO OBJETIVA COMPREENDERO USO DO CRACK E SUA DEPENDÊNCIA NÃO É UM PROBLEMA SOCIAL UNICAMENTE RESTRITO ÁS METRÓPOLES. A DROGA INFILTROU-SE RAPIDAMENTE EM VÁRIAS CLASSES SOCIAIS, DESDE AS POPULAÇÕES MAIS BAIXAS, COMO NAS CLASSES MÉDIA E ALTA.

Outro fator predominante que devemos tratar é a inclusão da família no tratamento dos dependentes químicos e como reparar o que a convivência com um dependente faz nafamília.













1 INTRODUÇÃO

Sendo o crack um tipo de cocaína que pode ser fumado, a sua absolvição é feita via pulmonar, chegando ao cérebro em poucos segundos.
A droga surgiu no inicio dos anos de 1980 nos bairros pobres de Nova York, chegando ao Brasil nos primeiros anos da década de 1990, infiltrando-se em todas as classes sociais. Osprimeiros a experimentá-los foram as pessoas de baixa renda. Ao contrário do que ocorreu nos Estados unidos, onde o crack, tornou-se popular entre os usuários mais pobres, que já haviam experimentado todos os tipos de droga.



































01

2 DESENVOLVIMENTO

OUso e abuso de substâncias químicas transformou-se em um grave problema de saúde público em praticamente todos os países do mundo.
Com a chegada do crack na década de 90 no Brasil, onde prontamente foi inserido em todas as classes sociais principalmente a de baixa renda, por ter um preço acessível.
No entanto, estudos comprovam que o crack, devido ao fato de ser umadroga de fácil consumo facilmente não apenas nas grandes metrópoles como são também nas pequenas cidades do interior do Brasil.
O tráfico impôs o uso do crack, uma vez que o traficante o retorno econômico do crack era muito rápido. O usuário experimentava o crack, rapidamente, tornava-se viciado, ficando dependente.
O uso ilícito de drogas, principalmente o CRACK, nosúltimos anos tem aumentado num ritmo alarmante e tem ultrapassado todas as fronteiras sociais, econômicas, politicas e nacionais. Esse aumento pode ser atribuído a vários fatores, dentre eles: a falta de informação sobre os perigos a longa e curto prazo do consumo abusivo das drogas ilícitas, assim como o caráter limitado das ações preventivas.
A pouca efetividade nas estratégiasgovernamentais, que garantam uma verdadeira intervenção na preservação e no combate ao uso de drogas, faz com que “Cracolandias” surjam e se espalhem pela cidade de forma gritante e preocupante. Sabemos que para enfrentarmos a epidemia do CRACK, não bastam apenas operações militares mirabolantes. Há que se ter um processo que permite a saída destas pessoas – debilitadas e dependentes químicas – das ruas,d emodo a possibilitar que elas tenham condições de acesso à rede de serviços de saúde, assistência social, moradia, trabalho e renda. Assim, o desafio maior é tirar o lugar que o CRACK ocupa hoje com respeito e responsabilidade, de forma real e efetiva.
A inclusão da família no tratamento de dependentes químicos tem sido consideravelmente estudada, no entanto, não existe um...
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